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Homens e mulheres estão longe de ter igualdade no trabalho, diz OIT
Estudo divulgado pela OIT (Organização Internacional do Trabalho) e o Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) revela que, mesmo com avanços obtidos nos últimos anos, a condição feminina no mercado de trabalho "está longe" da igualdade em relação aos homens. O relatório O Desafio do Equilíbrio entre Trabalho, Família e Vida Pessoal mostra que a maior participação feminina no mercado de trabalho gera o desafio de se criar condições para que as mulheres possam concorrer de forma mais justa com os homens pelos postos de trabalho. Elaborado em parceria com a Secretaria Especial de Política para as Mulheres, o documento aponta que, dentre os fatores que contribuem para o quadro de desigualdade, está a maior dificuldade para as mulheres de conciliar trabalho e família. Isso porque, conforme observa o estudo, há uma mudança em ritmo muito lento da divisão sexual do trabalho doméstico. "O modelo homem-provedor e mulher-cuidadora ainda vigente permite que a mulher continue arcando em forma unilateral, quando não exclusiva, com as atividades de cuidado e assistência aos membros da família e seu engajamento no mercado de trabalho permanece marcado por esse papel", diz trecho da conclusão do estudo. Para a OIT, essa característica "se evidencia tanto através do exame das carreiras que são tipicamente femininas, quanto pelas dificuldades de conciliar maternidade e profissão". Para mudança desse quadro, a OIT sugere, por exemplo, a ampliação de políticas públicas voltadas para as mulheres, como a construção de creches públicas e pré-escolas. "Os serviços públicos de cuidado com crianças, como é o caso de creches e pré-escolas, são fundamentais neste aspecto, dada sua possibilidade de também atuar como mecanismos de diminuição do peso e da quantidade de atividades de cuidado realizadas pela família", diz o relatório. "Como são as mulheres as protagonistas principais dessas atividades, a existência e a ampliação desses serviços também para os homens podem ajudar a reorganizar o modelo homem-provedor e mulher-cuidadora, na medida em que ampliam o tempo que as mulheres podem dedicar ao trabalho remunerado e/ou à sua vida pessoal." O relatório sugere ainda que as políticas de equilíbrio entre trabalho, família e vida pessoal devem compatibilizar os trabalhos não remunerados com os remunerados, por meio de ações que tornem o exercício do trabalho mais compatível com as responsabilidades familiares, e reconhecer tanto o papel econômico e produtivo das mulheres, quanto o papel dos homens como cuidadores. O estudo compreende as relações de trabalho na América Latina e no Caribe, onde há mais de 100 milhões de mulheres inseridas no mercado de trabalho. Fonte: Folha de SP
Escrito por Ana Frank às 12h17 AM [ ] [ envie esta mensagem ]
Documento Público: Índice AI: AMR 41/028/2009 1º de junho de 2009 AU 137/09 Temor pela segurança MÉXICO Lydia Cacho Ribeiro, jornalista, ativista de direitos humanos
Escrito por Ana Frank às 09h29 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Lydia Cacho Ribeiro
AÇÕES RECOMENDADAS: Favor enviar apelos o mais rápido possível, em espanhol ou português: SUGESTÃO DE CARTA: [insira o nome e cargo do destinatário]
Escrevo para expressar minha preocupação com a segurança da jornalista e defensora dos direitos humanos Lydia Cacho Ribeiro e solicito que seja efetuada uma revisão completa da proteção proporcionada a ela, conforme os desejos da própria afetada.
Peço, também, para que seja realizada uma investigação imediata, minuciosa e imparcial sobre as ameaças que Lydia Cacho tem recebido através de seu blog.
Conto com sua especial atenção e agradeço, antecipadamente, qualquer informação atualizada que possa fornecer sobre o caso.
Respeitosamente,
[insira seu nome completo e país]
ENVIE APELOS PARA:
Secretario de Governo: Lic. Fernando Francisco Gómez-Mont Urueta Secretario de Gobernación Secretaría de Gobernación Bucareli 99, 1er. piso, Col. Juárez, Del. Cuauhtémoc, México D.F., C.P.06600, MÉXICO Fax: +52 55 5093 3414 E-mail.: secretario@segob.gob.mx Tratamento: Señor Secretario / Ex.º Senhor Secretário
Procurador Geral da República: Lic. Eduardo Medina-Mora Icaza Procurador General de la República Procuraduría General de la República Av. Paseo de la Reforma nº 211-213, Piso 16 Col. Cuauhtémoc, Delegación Cuauhtémoc México D.F., C.P. 06500, MÉXICO Fax: +52 55 5346 0908 Tratamento: Señor Procurador General / Ex.º Sr Procurador Geral CÓPIA DOS APELOS PARA: ONG ARTIGO 19 - México: Organización de derechos humanos ARTICLE 19 México Medellín 33 Col. Roma México D.F. 06140, México E-mail: mexico@article19.org
Embaixada do México SE Sr. Andrés Leopoldo Valencia Benavides Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário SES Avenida das Nações quadra 805 lote 18 CEP: 70.412-900 – Brasília / DF Fax: (61) 3204-5201 / 5202 E-mail: embamexbra@cabonet.com.br Tratamento: Prezado Sr Embaixador / Sua Excelência
Escrito por Ana Frank às 09h14 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Lydia Cacho Ribeiro, jornalista e ativista de direitos humanos.
Desde 12 de maio, várias testemunhas viram um homem armado vigiando e fotografando, de um carro, a casa e o automóvel de Lydia Cacho. Também viram dois homens em um veículo vigiando o escritório da organização onde ela trabalha, o Centro Integral de Atenção as Mulheres (CIAM). Lydia Cacho denunciou estes fatos às autoridades locais, fornecendo as placas de ambos os veículos. As autoridades as conferiram e disseram que os números não coincidiam com os veículos que ela havia descrito, o que sugere que as placas eram falsas. Desde fevereiro, Lydia Cacho também tem recebido várias ameaças de morte em seu blog. Em 19 de maio, uma delas dizia: “Minha estimada lidia cacho, prepare-se que logo aparecerás degolada, tua cabeça tão bonita fora de seu apartamento onde é tão valente [sic]”. Lydia Cacho tem sido alvo de repetidos ataques e de perseguição desde que publicou seu livro Los Demonios del Edén, que documenta denúncias sobre a implicação de poderosos empresários em tráfico e prostituição infantil. Desde então, um conhecido empresário foi detido e se encontra na prisão, acusado de graves crimes, devido às denúncias expostas no livro. Em dezembro de 2005, Lydia Cacho foi detida em Cancun e conduzida à cidade de Puebla para enfrentar as queixas de difamação apresentadas por outro empresário em relação à publicação do livro. Segundo seu relato, durante as 20 horas de viajem de carro a Puebla, os policiais ameaçaram agredi-la sexualmente e submetê-la a outros maus-tratos, e disseram que a fariam “desaparecer”. Em Puebla, permaneceu detida por várias horas e depois foi libertada sob fiança a espera de julgamento. Finalmente foi absolvida. Em 7 de maio de 2007, um veículo que transportava Lydia Cacho foi aparentemente fechado em uma tentativa de provocar um acidente fatal. Dias antes, Lydia Cacho havia prestado depoimento em uma audiência do julgamento de um dos empresários identificados em seu livro. Desde então, tem recebido escolta policial ocasional, em resposta às ameaças.
Em novembro de 2007, em uma resolução que provocou a indignação geral, a Suprema Corte de Justiça do México concluiu que, embora tenham ocorrido “irregularidades” em sua detenção de 2005, Lydia Cacho não havia sofrido violações graves de direitos humanos. Em março de 2009, a Comissão Nacional dos Direitos Humanos concluiu que Lydia Cacho havia sofrido maus-tratos físicos e psicológicos pelos policiais que a detiveram.
Escrito por Ana Frank às 08h57 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Mulheres descutem agenda de igualdade de gênero na Espanha
Evento acontece nos dias 15 e 16 de junho e contará com a participação de 20 países da América Latina e Caribe e a Espanha. Nos dias 15 e 16 de junho, mulheres parlamentares, da sociedade civil e de governos da América Latina e Espanha se reunirão em Madri, na Espanha, para debater a agenda de gênero nos parlamentos latinoamericanos e espanhol. O Observatório Brasil de Igualdade de Gênero estará presente no evento. O encontro foi formulado para criar um ambiente de debate para a formulação de agendas políticas para a igualdade de gêneros nos parlamentos dessas regiões. Os debates também abordarão estratégias para enfrentamento da crise econômica-financeira mundial e a participação política das mulheres. Além dos debates e painéis, o evento também promoverá a Feira de Conhecimento, com a exposição de experiências que deram certo nos países participantes.
Uma página foi montada para quem quiser acompanhar o encontro. No site, os interessados poderão acompanhar, em tempo real, as discussões pelo canal instalado pelo organizador do evento. Os visitantes também poderão ver notícias e conclusões dos debates. Foi criada uma seção chamada Sala de Leitura, onde estão documentos referência sobre participação política, violência, gênero, saúde sexual e reprodutiva e outros temas pertinentes à discussão de gênero. As experiências de promoção de igualdade de gênero mostradas na Feira de Conhecimento também serão colocadas no site para que o público possa conhecer 50 experiências de outros países que contribuíram para a igualdade de gênero. Confira esses conteúdos no site http://www.americalatinagenera.org/encuentro_parlamentarias
Escrito por Ana Frank às 09h21 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Coréia do Norte condena jornalistas dos EUA a 12 anos de trabalhos forçados
Um tribunal na Coreia do Norte condenou duas jornalistas americanas a 12 anos de trabalhos forçados, de acordo com a mídia local. Euna Lee e Laura Ling foram consideradas culpadas de "atos hostis" e ingresso ilegal no país comunista. Lee e Ling foram presas em março, depois de supostamente entrar na Coreia do Norte cruzando a fronteira chinesa. As autoridades americanas disseram que estão "profundamente preocupadas" com a sentença e pediram a libertação das duas mulheres por razões humanitárias. O julgamento foi realizado em um momento de crescente tensão por causa do programa nuclear da Coreia do Norte. "O julgamento confirmou o crime grave que elas (as repórteres) cometeram contra a nação coreana e a entrada ilegal no país (...) elas foram condenadas, cada uma, a 12 anos de recuperação através do trabalho", disse a agência de notícias estatal KCNA. A agência não deu mais detalhes. Não foi permitido que observadores estrangeiros estivessem presentes na audiência judicial em Pyongyang. Com o veredicto, as jornalistas podem passar anos em um dos campos de prisioneiros norte-coreanos, onde as condições de vida seriam extremamente duras, disse o correspondente da BBC na capital sul-coreana, Seul, Chris Hogg. Acesse a petição e assine: http://www.petitiononline.com/mod_perl/signed.cgi?leeling1
Escrito por Ana Frank às 04h52 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Vídeo: “Eu não roubaria uma bolsa, não roubaria um carro, mas baixo filmes”
Não é apenas o famoso Partido Pirata que tem intenções de defender o download de músicas de filmes no parlamento europeu. Um outro partido, chamado de European Greens, também é adepto da causa, e em 2008 produziu esse anúncio que afirmava “Eu não roubaria uma bolsa, não roubaria um carro, mas baixo filmes”. Confira:
Escrito por Ana Frank às 12h48 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Frente Paulista pelo fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto
A Frente Paulista pelo fim da Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto foi lançada no dia 11 de maio, na Câmara Municipal de São Paulo. Contou com a presença de 150 pessoas, 68 entidades, movimentos sociais, partidos políticos e 11 parlamentares. A atividade iniciou com um jogral que lia parte do manifesto da Frente e com um vídeo que continha diversas fotos de manifestações pela legalização do aborto e com uma música elaborada especialmente para o tema do aborto. No segundo momento Sonia Coelho da Marcha Mundial de Mulheres e Dulce Xavier das Católicas pelo Direito a Decidir fizeram uma explanação sobre o contexto político da Frente e a história das campanhas brasileiras pela legalização do aborto. Todos os parlamentares e pessoas Foi enfatizada a gravidade da situação da criminalização das mulheres que praticam aborto e a importância da criação das Frentes no Brasil como uma forma de dialogar com a sociedade e propor à legalização do aborto no Brasil. Seguem algumas propostas levantadas: Propor a anulação da Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar denúncia do comércio clandestino de substâncias abortivas e da prática do aborto no Brasil (CPI do aborto). O Deputado Genoíno e o Ivan Valente se responsabilizaram por encaminhar a proposta; Acompanhar a situação do Mato Grosso do Sul (o advogado Aton Fon expôs a situação de MS); Pautar o tema no seio dos movimentos sociais; Atuar para que os meios de comunicação dos movimentos reproduzam notícias sobre esta questão; Elaborar a Campanha: “Eu também fiz Aborto”; Fazer uma reunião da Frente Paulista a cada 30 dias; Organizar ações públicas; Lançar o Documentário “O fim do silencio”.
Escrito por Ana Frank às 11h53 AM [ ] [ envie esta mensagem ]
Brasileiras continuam a sofrer violências, mostra relatório da Anistia Internacional
A Anistia Internacional divulgou um relatório em que diz que o Brasil ficou profundamente dividido em termos de direitos humanos.
Direitos das mulheres
As mulheres continuaram a passar por violências e por abusos. Aquelas que sobreviveram e que moram em comunidades carentes não puderam utilizar serviços básicos e tiveram acesso limitado à Justiça. Seu contato com o sistema de justiça criminal muitas vezes resultava em maus-tratos e em intimidações.
Mulheres que vivem nas comunidades dominadas por gangues ou por milícias tiveram de enfrentar esses abusos com poucas chances de qualquer reparação.
* Em agosto, um estudo sobre as milícias realizado pelo Laboratório de Análise da Violência da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (LAV/UERJ) descreveu o tratamento recebido por uma mulher acusada de infidelidade em Bangu, uma comunidade dominada por milícias. Ela foi despida em frente a sua casa, teve a cabeça raspada e foi forçada a andar nua pela favela.
O número de mulheres em prisões continuou a subir. Estatísticas divulgadas pelo Depen (Departamento Penitenciário Nacional) indicaram um aumento de 77 por cento na população prisional feminina nos últimos oito anos - uma taxa de crescimento maior do que a masculina. As mulheres detentas continuaram a enfrentar maus-tratos, superlotação, serviços inadequados durante o parto e falta de condições para cuidar das crianças.
Escrito por Ana Frank às 11h48 AM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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