ATO PÚBLICO "MULHERES PELO DIREITO HUMANO A NÃO VIOLÊNCIA"
A manifestação de MULHERES PELO DIREITO HUMANO A NÃO VIOLÊNCIA está aberta a todas as pessoas que foram ou se sentem vitimizadas pela Violência. Mulheres que perderam seus filhos/as, companheiros/as, irmãos/as, parentes e amigos/as dizem NÃO a VIOLÊNCIA e a ausência de Segurança Pública que atinge cidadãs/ãos do Estado do Rio de Janeiro. O evento marcará as celebrações do DIA NACIONAL DA MULHER na Central do Brasil. A manifestação é organizada pela Comissão Executiva Estadual/ RJ dos Delegados da 11° CNDH - Conferência Nacional dos Direitos Humanos.O Ato culminará na realização de uma CONFERÊNCIA LIVRE dentro da programação da 1ª CONSEG/RJ, voltada para discussão e debate das Mulheres vítimas da Violência Urbana, objetivando contribuir para a formulação das diretrizes de uma nova Política Nacional de Segurança Pública no Eixo 5: Central do Brasil. 30 de abril, 10 horas MULHERES UNIDAS NA CULTURA DE PAZ!
Escrito por Ana Frank às 04h20 PM
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GUERRA DO CONGO! STOP RAPE NOW! “No Congo ocorrem basicamente dois tipos de violação: a violação das mulheres e crianças e a violação da terra, os recursos naturais”. O Congo tem recursos naturais extraordinários: 30% das reservas mundiais de coltan. No relatório mais recente sobre a mortalidade na República Democrática do Congo o International Rescue Committee revela que desde 1998 ocorreram mais de 5.4 milhões de mortes. Estas mortes superam aquelas que teriam ocorrido normalmente. Por outra s palavras, uma perda de vidas humanas na escala do que aconteceu no 11 de Setembro de 2001 em Nova Iorque, mas de dois em dois dias, num país que tem uma sexta parta da população dos Estados Unidos da América. Um aspecto particularmente horrível deste conflito é a violência sexual massiva usada como arma de guerra. A ativista de direitos humanos Christine Schuler Deschryver fala sobre as centenas de milhares de mulheres e crianças que são vítimas de violação: "Já não estamos a falar das violações normais. Falamos de terrorismo sexual, porque as destroem (não se pode imaginar o que está a acontecer no Congo)... Falamos de um novo tipo de cirurgia para reparar as mulheres, porque estão completamente destruídas". Ela descreveu o dano físico infringido às mulheres, às crianças: "Uma tinha 10 meses de idade. São violações que implicam a inserção de paus, pistolas e plástico derretido". Deschryver esteve nos Estados Unidos da América como convidada de V-Day, uma campanha de Eve Ensler para pôr fim à violência contra as mulheres, numa tentativa de alertar o público para este genocídio e apoiar o Hospital de Panzi, em Bukavu, a aldeia de Deschryver.
Escrito por Ana Frank às 11h15 PM
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Eleição na África do Sul
A justiça eleitoral da África do Sul anunciou que o comparecimento às urnas nas eleições parlamentares desta quarta-feira foi de 87% dos eleitores inscritos - o mais alto desde o fim do regime do apartheid, em 1994. O partido Congresso Nacional Africano (CNA), símbolo da luta contra o apartheid na África do Sul, enfrenta o seu maior desafio nas urnas desde que chegou ao poder, em 1994. O partido de Nelson Mandela, que manteve a hegemonia política na África do Sul nos últimos 15 anos, deve vencer as eleições e indicar o seu líder, Jacob Zuma, para a Presidência do país. O CNA é criticado pela minoria branca (quase 10% da população) por causa de suas políticas afirmativas que beneficiam apenas os negros (cerca de 80% do povo), e Zuma ainda teve sua imagem arranhada em 2005, quando foi acusado de estupro. Ele foi inocentado, mas provocou revolta em parte d a população ao admitir ter tido relações sexuais sem proteção com uma mulher que ele sabia ser HIV positivo - a África do Sul é líder no número de casos de AIDS no mundo, com cerca de 5,7 milhões de infectados. No entanto, o país está sendo atingido pela crise financeira global e pode entrar em recessão pela primeira vez em 17 anos. O índice de desemprego já atingiu 22%. Outros assuntos que preocupam o eleitor são segurança e saúde. A África do Sul tem os maiores índices de criminalidade do mundo. O país tem 5,7 milhões de pessoas contaminadas pelo HIV.
Escrito por Ana Frank às 10h53 PM
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Programa Bem-me-Quer
O Hospital Pérola Byington de São Paulo criou o Programa Bem-me-Quer- Atendimento Especial às Vítimas de Violência Sexual voltado para mulheres e crianças de até 14 anos.
Após notificar o crime na Delegacia, a vítima, que antes era encaminhada ao Instituto Médico Legal, agora é levada, em um veículo especial, diretamente ao Hospital para a coleta de provas de agressão e detecção de possíveis doenças contagiosas.
Os exames legais são feitos exclusivamente por médicas-legistas. Com o novo programa, as mulheres recebem um tratamento digno e totalmente gratuito, que inclui assistência médica, social, psicológica e jurídica.
O atendimento no Hospital Pérola Byington é feito 24 horas por dia. O Hospital fica na Av. Brigadeiro Luiz Antônio, 683- São Paulo. Telefone: (11) 232 3433 ramais 292 e 341.
Escrito por Ana Frank às 06h28 PM
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