Observatório Brasil da Igualdade de Gênero A missão do Observatório é de subsidiar a formulação e o aperfeiçoamento de políticas de gênero e de políticas públicas em geral, tanto no nível federal, quanto nos níveis estadual e municipal para o maior controle social da transversalização da perspectiva de gênero nas políticas públicas e na estrutura governamental e para a ampliação do diálogo regional e internacional em termos de avanços e desafios em direção à maior igualdade de gênero. 1. Objetivos: Monitoramento e análise da implementação das políticas públicas voltadas à redução das assimetrias de gênero e à promoção dos direitos das mulheres; 2. Construção e o monitoramento de indicadores de gênero; 3. Monitoramento de mídia sobre os temas mulheres e gênero; 4. Acompanhamento da participação do Brasil em instâncias internacionais de promoção dos direitos das mulheres e da igualdade de gênero; 5. Estabelecimento de diálogo e intercâmbio com o Observatório de Gênero da América Latina e do Caribe desenvolvido pela CEPAL. Acesse o site: http://www.observatoriodegenero.gov.br/
Escrito por Ana Frank às 09h47 PM
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Internet faz 20 anos! Ela é considerada como a maior criação dos últimos séculos para alguns. Para outros, significou a revolução da forma de se comunicar e até de se socializar. A rede mundial de computadores - a WWW - completa 20 anos de sua criação. O criador foi Tim Berners-Lee, a tecnologia ainda está em sua "infância". Apesar do impacto que gerou em todo o mundo, apenas um quarto da população mundial tem acesso à Internet. Duas décadas depois de sua criação, a WWW levanta questões até mesmo estratégicas por parte dos governos sobre quem é que está controlando a rede. Mas o que Berners-Lee criou foi a possibilidade de haver uma ligação entre os conteúdos de servidores e, assim, permitir que documentos e outros textos fossem compartilhados por qualquer um. A esse projeto ele chamou de "sistema de informação universal interligado". Mais tarde, ganhou o nome de WorldWide Web (WWW). O que o pesquisador fez, portanto, foi transformar a tecnologia em uma rede que poderia ser usada por qualquer pessoa e seu projeto se transformou na base o que se conhece hoje como Internet. Berners-Lee, em uma discurso ao Parlamento britânico nesta semana, alertou que a rede mundial de computadores está prestes a dar seu segundo grande salto. O objetivo é ter uma Internet inteligente que possa procurar respostas aos usuários, e não apenas listar sites onde a questão colocada existe. Outro desafio é o de garantir que a Internet chegue aos demais setores da sociedade. Hoje, 70% dos habitantes dos países ricos têm acesso à rede. Nos países em desenvolvimento, a taxa é bem inferior. Mesmo assim, o crescimento é considerado como importante, segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT). Em 2002, 11% do mundo tinha acesso à rede. A expansão em geral da Internet no Brasil também deixa a desejar. Hoje, apenas 15% das casas no País têm acesso à rede. Cinco anos antes, essa taxa era de 10%. No total, 35% dos brasileiros tem acesso à Internet. Em 2002, essa taxa era de 9%. Em alguns países, a internet de banda larga é uma realidade para uma fração da população. Em Cuba ou em Burkina Fasso, por exemplo, a assinatura mensal de uma Internet à cabo pode custar US$ 1,6 mil.
Fonte: Estado de São Paulo
Escrito por Ana Frank às 09h35 PM
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Participe da campanha EU TAMBÉM QUERO SER EXCOMUNGADO.
Envie seu e-mail de protesto para:
dom José Cardoso Sobrinho (arcebispo@arquidioceseolindarecife.org.br) - Arcebispo de Olinda e Recife
Pe. Luiz Antônio Bento (familia@cnbb.org.br) - Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família
Pe. Luiz Henrique da Silva (padreluishenrique@hotmail.com) - Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé
Radio Vaticano (brasil@vatiradio.va ou latam@vatiradio.va)
Embaixada Brasileira - Roma (embaixada@vatemb.it)
Observatório Romano (ornet@ossrom.va)
TV Vaticano (ctv@ctv.va)
Escrito por Ana Frank às 11h36 AM
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APOIO POLÍTICO A FEMINISTAS E AO CISAM, NO CASO DA MENINA DE 9 ANOS DE ALAGOINHA (PE), SUBMETIDA A UM ABORTO LEGAL EM CONSEQÜÊNCIA DE VIOLÊNCIA SEXUAL E RISCO DE VIDA. Reconhecemos e aplaudimos a solidariedade, compromisso e eficiência que determinou o aborto legal realizado pela equipe de atenção à saúde do CISAM - Centro Integrado de Saúde Amaury de Medeiros, e em especial aos médicos Prof. Olimpio Moraes e Dr. Sérgio Cabral. Esta instituição mostrou seu compromisso com a saúde, com a vida, com a cidadania e direitos humanos da população que por ela é atendida. A crítica contundente de setores conservadores religiosos a um trabalho tecnicamente competente e em consonância com as leis nacionais e normativas internacionais reflete uma vez mais seu arcaísmo e desumanidade. O mundo acompanha atentamente a história desta menina pernambucana de 9 anos de idade, e seguramente apoiará a perspectiva daquelas/daqueles que defendem os direitos reprodutivos como direitos humanos. Entre no site da ccr e assine. http://www.ccr.org.br/a_iniciativa05_mar09.asp
Escrito por Ana Frank às 10h11 AM
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À Santa Madre Igreja
Se para merecer os sacramentos católicos tenho que concordar com a morte de uma criança de nove anos, grávida por estupro, porque a Igreja Católica acha que é crime espiritual o aborto para salvar sua vida, mesmo que ela morra com as crianças que espera; e, também, com a excomunhão arbitrária daqueles que o praticaram para salvá-la; se tenho que assistir os padres pedófilos serem absolvidos pelo silêncio do Vaticano, e nada, absolutamente nada acontecer com eles; se tenho que concordar que aborto seja um fato pior do que o estupro, mais “pecaminoso”... ENTÃO, ME EXCOMUNGUE
Para assinar o abaixo assinado mande uma mensagem com seu NOME e E-MAIL para: entaomeexcomungue@gmail.com
Fonte: http://www.emdiacomacidadania.com.br/entaomeexcomungue.php
Escrito por Ana Frank às 11h13 AM
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Norah Al Fayez
Na Arábia Saudita, único país do mundo onde as mulheres sequer podem dirigir o octogenário rei Abdullah Bin Abdul Aziz surpreendeu seus súditos ao nomear pela primeira vez uma mulher para compor o governo do país. Norah Al Fayez, uma socióloga de 54 anos, é a nova ministra-adjunta saudita da Educação. E não se engane com a palavra “adjunta”! É um fato histórico, carregado de um simbolismo tal que já há quem vislumbre no horizonte a revogação da lei do guardião, aquela segundo a qual as mulheres não podem andar sozinhas nas ruas, nem tampouco com as próprias pernas para tomar o rumo quem bem entenderem na vida. Houve assombro ainda maior nas arábias quando Norah apareceu maquiada e com o rosto descoberto na capa da versão saudita do Financial Times. Se a nomeação de Norah Al Fayez é histórica, igualmente memorável é o afastamento de Ibrahim al-Gaith, o anterior chefe da polícia religiosa, cuja brutalidade e poderes começaram a ser questionados, em Março de 2002, quando um incêndio deflagrou numa escola e os bombeiros foram impedidos pelos "mutaww’in" de socorrer as 835 alunas e 35 professoras. “Não estavam vestidas de acordo com o código islâmico”, e 15 crianças morreram queimadas.
Segundo a UNESCO, são mulheres 70 por cento dos alunos inscritos nas universidades sauditas, 56 por cento dos licenciados e 40 por cento dos que concluem o doutoramento. No mercado de trabalho, porém, elas representam apenas 5 por cento da força ativa – a mais baixa taxa em todo o mundo.
Wajeha al-Huwaidar, a mais loquaz das fundadoras da Associação para a Proteção e Defesa dos Direitos das Mulheres na Arábia Saudita, relata que “as mulheres são encorajadas a estudar nas universidades sauditas para serem médicas, enfermeiras, professoras e até banqueiras, mas se quiserem ser engenheiras, geólogas, arqueólogas ou jornalistas terão de se formar no estrangeiro”. Quando regressam, “terão dificuldades em encontrar emprego, com raras exceções na indústria do petróleo”, de que o reino é o maior produtor mundial. “Todo o sistema está concebido para perpetuar a segregação. Cerca de 90 por cento dos empregos estão reservados aos homens – porque eles têm medo das capacidades das mulheres.
A ativista desde 1990, lidera a campanha para que as mulheres possam conduzir (seja automóveis ou bicicletas) no único país do mundo onde estão proibidas de o fazer saudou a nomeação de Norah Al Fayez como “uma coisa boa”, motivada pela tomada de consciência de que “a Arábia Saudita já não é vista apenas como a terra do petróleo mas também de terroristas”.
No entanto, ressalva Wajeha, “fazer parte do governo não significa que Norah venha a ter margem de manobra para grandes mudanças”. E uma das mudanças mais prementes “é revogar a lei do mahram ou guardião masculino que nos retira o controlo da nossa vida. Não temos qualquer poder de decisão, sobre estudos, trabalho, casamento, sair de casa ou viajar, nem sequer sobre tratamentos médicos, sem a aprovação de pai, irmão, marido, filho.”
“É um paradoxo que, sob o pretexto de não haver mistura entre homens e mulheres, não podermos guiar mas sermos forçadas a contratar estranhos para motoristas”, lastima-se Wajeha, 47 anos, divorciada e mãe de dois jovens (os seus tutores). “Outra aberração é só os homens terem autorização para vender lingerie. A nossa luta é pela mudança das leis, incluindo a que permite o casamento de meninas de 8 ou 9 anos.”
Escrito por Ana Frank às 07h55 PM
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ONU comemora Dia Internacional da Mulher "A violência de gênero é um ataque contra todos nós, contra os alicerces de nossa civilização", afirmou Ban em discurso durante o ato na sede das Nações Unidas por ocasião do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. Ban ressaltou que as mulheres são "as que dão à luz e cuidam de nossos filhos e, em muitos lugares do mundo, são as que semeiam os cultivos que nos alimentam". Ele lembrou que a ONU iniciou no ano passado a campanha global "Unidos para pôr fim à violência contra a mulher", que tem como meta erradicar este tipo de agressões até 2015, o mesmo ano que foi definido como marco para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). De acordo com estatísticas do organismo, uma em cada cinco mulheres foi violentada ou vítima de tentativa de estupro, enquanto em alguns países uma em cada três sofreu maus-tratos.
A diretora do Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher (Unifem), Inés Alberdi, lembrou em mensagem institucional que a convenção para a eliminação de todas as formas de discriminação contra a mulher (CEDAW), de 1979, já reconheceu a segregação por gênero como a raiz da violência contra as mulheres. A Unifem aproveitou os atos para chamar a atenção à situação da população feminina no Afeganistão, país em que, oito anos depois da queda do regime dos talibãs, continua sendo um dos lugares onde ser mulher é mais perigoso no mundo. A responsável da Unifem em Cabul, Wenny Kusuma, afirmou que, à medida que o conflito com os talibãs foi se intensificando, ocorreu um aumento da tolerância social à violência de gênero. Como consequência, cresceram os assassinatos de mulheres, os maus-tratos e os ataques com ácido. Segundo a ONU, 87% das afegãs foram vítimas de forma alguma de maus-tratos. Além disso, as mulheres nesse país têm a menor renda per capita do planeta, e sua expectativa de vida é de 44 anos. Por outro lado, 57% se casam antes dos 16 anos, e o índice de mortalidade materna é o segundo maior do mundo. EFE jju/db
Fonte: IG
Escrito por Ana Frank às 07h20 PM
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