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Só 2% das mulheres trabalham com software livre
Dados de 2005 afirmam que somente 2% dos milhares de desenvolvedores que trabalham com software de código aberto no mundo são mulheres. Já na na indústria de software proprietário a presença feminina é de 25%. Os dados foram levantados durante um painel de discussões no evento O'Reilly Open Source Convention, realizado no Estado norte-americano do Oregon. Para os integrantes do painel de discussões, as mulheres enfrentam barreiras como machismo ou grupos fechados de homens que desencorajam sua participação nesta área. Uma das idéias para alavancar a presença feminina nesta área é a criação de grupos em algumas comunidades de software livre, afirmou Danese Cooper, membro do Instituto de Código Aberto e defensora de aplicações abertas na Intel. Na comunidade de desenvolvimento Debian, por exemplo, pelo menos um grupo, chamado Debian Women, foi criado. Até agora quatro mulheres se juntaram, ao projeto por conta do grupo. A criação de uma turma na comunidade de desenvolvedores de código aberto Apache também está em avaliação, informa Cooper. Na opinião de Mitchel Baker, presidente da Mozilla Foundation, envolver-se em um projeto de código aberto significa ser persistente. Um dos problemas, segundo ela, é administrar a família e o tempo que os projetos de código aberto exigem dos desevolvedores. Baker declarou que não teria conseguido se dedicar tanto ao Mozilla se seu marido não tivesse ajudado a cuidar de seu filho de sete anos. Zaheda Bhorat, gerente de projetos de código aberto no Google, concorda que o tempo exigido nestes projetos é grande. "É preciso abrir mão de noites e finais de semana", diz a participante do painel. Fonte: IDG Now! Escrito por Ana Frank às 09h19 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Escrito por Ana Frank às 09h14 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Ligue 180 faz três anos!
A Central de Atendimento à Mulher - Ligue 180, da SPM, completou três anos de existência em 25 de novembro, no Dia Internacional da Não-violência contra as Mulheres. A Central funciona 24h por dia, de segunda a domingo, inclusive feriados. A ligação é gratuita. As atendentes do Ligue 180 são capacitadas em questões de gênero, nas políticas do Governo Federal para as mulheres, nas orientações sobre o enfrentamento à violência contra as mulheres e, principalmente, na forma de receber a denúncia e acolher aquelas em situação de violência. Elas utilizam um banco de dados com mais de 260 perguntas e respostas elaboradas com base nas informações disponíveis na SPM e em todas as denúncias já recebidas por sua Ouvidoria. Não só as mulheres em situação de violência que podem acionar este serviço. Qualquer pessoa - vizinhos, parentes, amigos, colegas de trabalho - também podem fazer denúncias. De janeiro a outubro de 2008 foram realizados pela Central 216.006 atendimentos, 39,4% mais do que no mesmo período do ano passado, quando foram registrados 155.007. Desse total, a maioria - 42,89%, ou 92.638 atendimentos - buscava informações sobre a Lei Maria da Penha. Os estados com maior número de atendimentos foram São Paulo (33,8%), Rio de Janeiro (9,4%) Bahia (6,7%), Minas Gerais (6,6%) e Rio Grande do Sul (5,8%). Os estados do Acre e de Roraima foram os que menos procuraram o Ligue 180 (ambos com 0,1%).
Não se cale, Você não esta sozinha! Escrito por Ana Frank às 07h55 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Software livre para a mulher é um paradoxo? Escrito por Ana Frank às 07h31 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Blogueiras sofrem ameaças na WEB
Escrito por Ana Frank às 06h21 PM [ ] [ envie esta mensagem ] FIM AO MASSACRE DE MULHERES DE KIVU!
Um documentário chocante,"The Greatest Silence: Rape in the Congo", acaba de ser lançado e traz entrevistas com mulheres que não só foram estupradas por grupos de mais de 20 homens, mas que tiveram de assistir seus maridos e filhos serem assassinados durante ataques a vilarejos. Feito por Lisa F. Jackson, o filme mostra ainda entrevistas com os estupradores, que admitem com naturalidade em frente à câmera como o estupro se tornou banalidade no país. Um deles, membro do exército congolês, diz que "estuprar dá força ao espírito e ajuda na guerra contra os inimigos".
O presidente Joseph Kabila não faz nada para colocar um fim na situação, e o Conselho de Direitos Humanos da ONU recentemente não renovou o mandato de seu expert para o Congo. Não podemos ficar paradas perante a um dos mais vergonhosos massacres contra mulheres da história da humanidade.
http://www.thegreatestsilence.org/contact.html http://www.womenofthecongo.com/get_involved
Escrito por Ana Frank às 06h28 PM [ ] [ envie esta mensagem ] 2009!
Será um ano de reflexão, ordem interior e renovação emocional. O objetivo principal do ser é a fraternidade, o sucesso chega para aqueles que amparam seus semelhantes. A minha mensagem de Natal e ano novo carrega todo o espírito desse cachorro que teve uma atitude fraterna em tentar salvar seu amigo atropelado, é com esse espírito e energia que desejo a todos e todas, muita Paz e Saúde e acredite que viver e ajudar as pessoas vale à pena é o sentido da vida. Todos os homens nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e de consciência e devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Abra o site abaixo: http://br.youtube.com/watch?v=EOS9zeRbIoI Paz Profunda! Ana Frank
Escrito por Ana Frank às 11h18 AM [ ] [ envie esta mensagem ] Game é coisa de mulher!
Segundo pesquisa publicada pela Revista Época, na Coréia 66% dos jogadores de games são mulheres. Na Europa, elas já chegam a 30%. Nos EUA, a 40%. Os jogos mais populares entre as mulheres, no entanto, não são os tradicionalmente preferidos pelos homens. Saem as lutas, os tiros, as corridas de carros e motos, entram personagens que têm vida, emoções e conflitos. Gente como a gente, que namora, casa, briga e depois faz as pazes. No super-sucesso francês Façade (Fachada), por exemplo, a graça está em visitar um casal de amigos em plena crise conjugal. E dá-lhe DR! (discutir a relação), prática para a qual, evidentemente, as mulheres estão sempre muito bem dispostas. Obviamente, o jogo é um sucesso. No Brasil, o game mais popular entre as adolescentes é o Ragnarök, com um terço de jogadoras do sexo feminino. Para aumentar ainda mais o interesse delas, o fabricante acaba de lançar um casamento no jogo. Os personagens organizam a festa, alugam os trajes, convidam os amigos e fazem até a lista de presentes. Além do crescimento entre os jogadores, cresce também a participação das mulheres na criação dos games. Elas já representam metade das equipes de desenvolvimento dos jogos nos Estados Unidos, no Japão e na Coréia. Um movimento da indústria para que, cada vez mais, os novos jogos estejam alinhados aos interesses das moças. Segundo previsão de Ernest Adams, um especialista no assunto, está tudo pronto para uma explosão do número de jogadoras de videogames, especialmente nos jogos on-line com vários participantes ao mesmo tempo. Interação, humanização, pouca utilização do joystick, são algumas características que agradam às mulheres. Escrito por Ana Frank às 11h20 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
WEB DE SAIA!
As mulheres estão em todos os lugares e não seria diferente no ambiente web. O Ibope/Net Ratings aponta que hoje existem 10,3 milhões de mulheres navegando na web e que nos últimos 2 anos enquanto a média da evolução da internet residencial foi de 75%, o crescimento feminino foi de 93% e o masculino de 61%. O Brasil, com esses números, está em quarto lugar do ranking mundial em número de mulheres conectadas, segundo a mesma fonte. Nos Estados Unidos, por exemplo, o número de mulheres conectadas é maior que o número de homens: 52% de mulheres contra 48% de homens. O mesmo acontece no Reino Unido e depois a Austrália com 49,2% de mulheres internautas. O mais incrível disso tudo é que a mulher não vê a web como um espaço de consulta, relacionamentos ou serviços apenas. O grupo das mulheres começa a superar os homens na produção de conteúdos tais como postando blogs ou criando páginas na web. Aliás, agora nós, nesse site estamos dando nossa contribuição para esse número seguir crescendo! Como disse certa vez a revista Meio Digital, "é a web de saias"
Escrito por Ana Frank às 03h41 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Secretária Especial da Mulher de SP vai ser assumida por um homem?
A Marcha Mundial das Mulheres, por deliberação de sua Plenária Estadual realizada no dia 6 de dezembro 2008, vem a público manifestar-se quanto à indicação de um homem para assumir a recém criada Secretaria Especial da Mulher na cidade de São Paulo. 1- A Secretária Especial da Mulher é uma reivindicação aprovada por unanimidade pelas participantes das três Conferências municipais de políticas para as mulheres da cidade de São Paulo. Nossa avaliação é que a existência de uma secretaria é de fundamental importância para a efetivação de políticas públicas que altere o quadro de desigualdades que recai sobre as mulheres. A criação da secretaria é um reconhecimento de que há uma desigualdade de gênero na sociedade e é dever dos governos em suas várias instâncias prover políticas públicas para combater esta desigualdade. A criação da Secretaria Especial de políticas para as mulheres é, neste sentido, bem-vinda! 2- A implementação das políticas para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres do município de São Paulo, deverá ter como eixo orientador as resoluções das 3 Conferências já organizadas no município, sobretudo a última de 2007, realizada na gestão do prefeito Kassab, que mobilizou cerca de 3000 mulheres de todas as regiões da cidade com a participação da sociedade civil e gestores na elaboração de propostas de políticas publicas para as mulheres. Esta conferência aprovou as seguintes diretrizes: Redução da pobreza, com trabalho e geração de renda , rompendo com a divisão sexual do trabalho; ação por educação e cultura igualitária; Saúde Direito Reprodutivos e Sexuais; Enfrentamento a violência contra as mulheres; mulheres cidadania e habitação; Cidadania, controle Social e participação nos espaços de poder. 3- As diretrizes aprovadas nas conferências comprovam que uma secretaria para enfrentar a desigualdade histórica vivida pelas mulheres precisa ter orçamento próprio, poder de decisão, relação horizontal com as demais secretarias e avançar alem de projetos pilotos, tendo uma política consistente de enfrentamento as desigualdades. 4- Em relação à indicação do deputado federal, José Aristodemo Pinott, reconhecemos o saber e a dedicação do referido deputado em relação à saúde da mulher, mas a secretaria deve incorporar as diretrizes acima colocadas que vai muito além da saúde. 5- Repudiamos a indicação de qualquer homem para ocupar o cargo principal desta
Marcha Mundial das Mulheres
Escrito por Ana Frank às 01h00 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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