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PARTICIPE E AJUDE A DIVULGAR

 

 

 

A Ancine está promovendo a campanha Mês do Filme Nacional, na qual mais de 400 salas de cinema participam exibindo mais de 20 filmes diferentes, sempre de segunda a quinta-feira até o dia 27 de novembro.

 

O preço da inteira é R$ 4,00 e R$ 2,00 a meia-entrada.

CONSULTE A PROGRAMAÇÃO DO SITE www.ancine.gov.br

 

AJUDE A DIVULGAR NOSSO CINEMA.

 



Escrito por Ana Frank às 01h02 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





HOMEM PELO FIM DA VIOLÊNCIA!

 

 

 

Estar no ar à campanha pelo fim da violência contra a mulher entre na internet, através do endereço eletrônico www.homenspelofimdaviolencia.com.br e faça a sua adesão  essa campanha é importante porque não adianta imaginarmos um combate à violência contra as mulheres sem a colaboração dos homens, sem que eles entendam que a violência contra as mulheres os prejudica. Não precisamos apenas da solidariedade dos homens, mas de uma atuação ativa.

 

A meta, que até o dia 6 de dezembro - que é o Dia Nacional dos Homens Pelo Fim da Violência -, tenhamos 100 mil assinaturas. É evidente que: a cada dia que passa, o número de assinaturas vai aumentando. Todo mundo pode ajudar, se cada um de nós pegar mais dez assinaturas de dez amigos, vamos cumprir essa meta até o dia 6 de dezembro. Será enviado as assinaturas para a ONU.

 

Em fevereiro desse ano, o secretário-geral Ban Ki-Moon lançou um desafio a todos os Estados, a todos os governos no mundo: o de reduzirmos significativamente a violência contra as mulheres até 2015. Em 2010, haverá um balanço mundial do que fizeram os gov ernos e os Estados no sentido de reduzir essa violência.

 

 



Escrito por Ana Frank às 11h37 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Processo contra mulheres do MS foi denunciado à Anistia Internacional

Há três meses, após notícias sobre o indiciamento de centenas de mulheres por suspeita de aborto terem ganhado maior repercussão, um grupo de advogadas pertencente a organizações de saúde e de direito das mulheres foi até Campo Grande para acompanhar de perto os procedimentos da Justiça local. O que viram resultou em um relatório sobre o caso, que foi enviado à ONG Anistia Internacional.

Um dos principais problemas apontados foi o desrespeito dos prontuários médicos, apreendidos sem um pedido especial e depois expostos à consulta pública por cerca de sete dias úteis. Tecnicamente, o prontuário médico é um documento sigiloso, tanto quanto os documentos encontrados nos escritórios de advocacia, tanto quanto as contas bancárias de cada pessoa, explica Samantha Buglione, professora de Direito da Universidade do Vale do Itajaí e membro do movimento Jornadas pelo Aborto Legal e Seguro. A única diferença é que como há um julgamento moral sobre as mulheres nesse caso, esse sigilo foi totalmente desrespeitado e colocado à disposição dos curiosos, inclusive homens que iam até lá ver o nome das mulheres suspeitas, afirma.

A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres, afirmou, em artigo divulgado à imprensa, que Está em curso, em Mato Grosso do Sul, um episódio assustador e de imensa fúria persecutória contra os direitos sexuais e reprodutivos das mulheres, no Brasil.

Para Dulce Xavier, das Católicas pelo Direito de Decidir, a Justiça está tentando resolver uma questão de saúde pública culpando as mulheres.  
 
 

por Simone Iwasso
Matéria publicada em 18/11/2008 em  Estado.com.br



Escrito por Ana Frank às 04h16 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Aborto, soberania e mudez das mulheres



Marcia Tiburi


Um dos aspectos mais interessantes quando se discute o aborto hoje é o fato de que os principais participantes da discussão são homens. Os mesmos que - é preciso dizer - nunca irão parir, jamais serão mães, não abortarão. Eles falam, enquanto as mulheres fazem. Não devemos com isso supor que os homens não deveriam participar de tais discussões, mas perguntar por que a palavra dos homens se mostra prevalente nesta questão. Devemos perguntar por que eles parecem mais interessados do que as imediatamente interessadas que continuam fazendo ou não seus abortos, tendo ou não seus filhos. A contradição entre o discurso dos homens e a ação praticada mulheres é o que precisa ser levada a sério. Ela pode ajudar a explicar porque o aborto não foi legalizado no Brasil e nem será em países onde as mulheres são, em sua maioria, pobres e desprovidas de poder. Por que as mulheres esperam caladas por todas as decisões políticas, inclusive às que as tocam diretamente?

A legalização do aborto não virá dos donos do poder e dos discursos que comandam e decidem sobre o corpo das mulheres. Elas, em silêncio, agem como se não fossem donas e senhoras de seus corpos. E, de fato, não o são enquanto continuam na velha economia da sedução, da prostituição, da maternidade, da vida doméstica, do voyerismo do qual são a mercadoria. Que as decisões sobre seus próprios corpos não pertença às mulheres é uma contradição que poucas podem avaliar. Não ter voz significa não pertencer à política. À medida que não participam e nem percebem o quanto estão alienadas da conversa, as mulheres perpetuam a injustiça que as trouxe até aqui. Em última instância, estão distantes da ética que envolve a decisão sobre seus direitos e sua própria vida.

Além disso, a questão do aborto sinaliza que a liberdade das mulheres - prisioneiras ancestrais de uma estrutura social que tem sua lógica - está sempre vigiada. Que nossa sociedade seja patriarcal significa bem mais do que dominação dos homens sobre as mulheres. Que estas sejam vítimas e aqueles algozes. Mas que o patriarcado depende da ausência de democracia na qual os direitos das mulheres venham à luz.

O que realmente assusta quando se fala em aborto é o que virá com a fala das mulheres e que dia após dia é praticado em silêncio nas clínicas deste país. É o fato e a prática cotidiana que se realiza de modo soberano ainda que clandestino. A soberania daquele que emite uma opinião fundamentada em seu próprio nome e por sua própria voz é análoga à soberania que uma mulher pode ter sobre seu corpo. Aquele que pode falar pode fazer  porque cria, por meio de sua fala, valores, relações e consensos.  Aquela que fala em seu próprio nome manifesta a possibilidade universal de que muitas a sigam ou simplesmente saiam da clandestinidade, única forma pela qual mulheres podem ser soberanas sobre seus próprios corpos sem correrem riscos na ordem moral e legal. É esta soberania das mulheres que assusta. Por isso, ela permanece na clandestinidade.

A ausência histórica de autorização para a fala e, assim para o poder, é elemento fundador do lugar ocupado pelas mulheres na sociedade. A fala das mulheres causa angústia e temor na ordem. Que mulheres possam tomar suas decisões e sejam amparadas pela justiça é algo que uma sociedade que se construiu pela submissão das mulheres e pela superioridade dos homens não pode suportar sem uma ampla renovação dos costumes.

Hoje, as mulheres que possuem algum poder proveniente do dinheiro ou da liberdade sobre a própria vida, praticam o aborto soberanamente. As que não tem poder algum – nem aquisitivo, nem intelectual, nem qualquer outro poder que garanta a autoconsciência quanto à pertença de seus corpos – são vítimas de uma sociedade que não prevê espaço para uma prática que deveria ser medida a partir da soberania da mulher sobre seu corpo e sua vida. Homens desde sempre souberam disso e imperaram sobre seus próprios corpos e sobre todos os corpos que lhes prestaram serviços, também os corpos de seus empregados, de seus filhos e filhas.

Perder o exercício do poder sobre o corpo das mulheres é o que assusta homens de mentalidade arcaica hoje em dia. Assusta as instituições autoritárias. Ter soberania sobre o próprio corpo talvez também não interesse a todas as mulheres, pois isso exige uma responsabilidade para a qual talvez não estejam individualmente preparadas.

Fonte: Folha de São Paulo, 26 de julho de 2007, coluna Tendências/ Debates, A3. 

 

 



Escrito por Ana Frank às 08h24 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Mulheres são julgadas por aborto no Mato Grosso do Sul!

 

 

 

Quase mil mulheres estão sendo indiciadas e julgadas pela prática de aborto em uma clínica de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul. Segundo a delegada que preside os inquéritos, Regina Márcia Rodrigues, de julho último até este mês, 150 já foram indiciadas e os processos são encaminhados para o juiz Aluízio Pereira dos Santos, que já condenou algumas das acusadas a penas alternativas.

È uma situação é muito constrangedora", afirma uma das indiciadas acrescentando que "eles vão fundo nos interrogatórios". Santos concorda, explicando que é necessário invadir a privacidade nesses casos, procurando detalhes da vida sexual e não raras vezes exigir exame de corpo de delito, ouvir namorados, familiares entre outros procedimentos que a questão exige.

Das 150 indiciadas que passaram por interrogatório, 37 foram julgadas e 26 condenadas, a realizarem trabalhos para entidades filantrópicas.



Escrito por Ana Frank às 06h53 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





O movimento feminista e de mulheres latino-americanas iniciou uma campanha em repúdio ao veto do presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, à Lei de Saúde Sexual e Reprodutiva, que descriminaliza o aborto no país.

 

Entre e participe!

 

Repúdio ao veto de Tabaré Vázquez!

 

 

El Movimiento Feminista y de Mujeres latinoamericanas puso en marcha una Campaña en repudio al veto del Presidente Tabaré Vázquez a la gran conquista del pueblo uruguayo en el Parlamento, que reconoce derechos sexuales y reproductivos –entre ellos, la despenalización del aborto- para todas las mujeres uruguayas, que tanto han luchado por esta conquista, y por las demás conquistas por las que el actual Presidente ocupa el lugar que hoy le toca ocupar.

Proponemos a todas las mujeres y hombres comprometidos con esta decisión parlamentaria uruguaya que inviten a través de todas las formas de comunicación posibles ( emails, afiches, volantes, pasacalles, comunicaciones en las embajadas uruguayas de cada país, etc.) a las autoridades del Uruguay al respeto a la aspiración de hombre y mujeres democráticos del país y la mayor parte de la ciudadanía (60%)a reconocer todos los derechos sexuales y reproductivos votados en el Parlamento, ya sea por refrendo del Consejo de Ministros/as o por Referéndum popular al efecto.

Se pueden respetar las convicciones personales del presidente Tabaré Vázquez y su poder Constitucional (que solo va a usar para cercenar derechos relativos a la salud sexual y reproductiva), pero no que esgrima dicho poder contra las ciudadanas del país, que no le han dado tan alta investidura para dejar sin efecto, sino para hacer posibles, los derechos de todas y todos. Por esto solicitamos que deje abierto el paso al referéndum ministerial o popular (tal cual lo establece la Constitución Uruguaya) y no use su poder constitucional para laudar en forma unipersonal la conquista.

El Movimiento Feminista y de Mujeres, de otro modo, tendrá el mismo derecho de VETO AL PRESIDENTE TABARE VAZQUEZ, en los distintos países de la región a los que él se dirija y en las propias Embajadas y Consulados del Uruguay, haciendo alusión a que es una acción en favor de un pueblo que ha votado decidiendo su política de salud sexual y reproductiva. y a quien el Presidente le impide ejercer el derecho al referéndum, al igual que lo esta haciendo con el PRESIDENTE ORTEGA de Nicaragua que ha cercenado derechos sexuales y reproductivos de las Nicaragüenses.

Por lo reales derechos sexuales y reproductivos para todas las mujeres latinoamericanas!

No mas cercenamiento de derechos de las mujeres por poderes públicos paternalistas!

 

HOY SOMOS TODAS URUGUAYAS !!!

Escrever URGENTE:

sec@presidencia.gub.uy  

Com copia:

prensa@presidencia.gub.uy   

 bbfemenina@parlamento.gub.uy  

diputados@parlamento.gub.uy

senadores@parlamento.gub.uy

 



Escrito por Ana Frank às 06h38 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





PARA COMEÇAR BEM A SEMANA CHEIA DE DESAFIOS, HUMOR E CRIATIVIDADE!

Escrito por Ana Frank às 08h59 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Recorde Brasileiro Feminino de Formação em Queda Livre.

 

 

 

 

As 24 pára-quedistas bateram o Recorde Brasileiro Feminino de Formação em Queda Livre.

 

Na formação em queda livre, as pára-quedistas precisam fazer uma figura pré-determinada. As atletas terão pouco mais de um minuto para formarem a figura, a uma velocidade em queda livre que atingirá os 180 km/h. Porém, o recorde só será homologado quando todas estiverem presentes na formação e mantiverem a figura por 3 segundos. O recorde atual é com 18 mulheres.

 

O grupo  se preparou com grandes nomes nacionais do paraquedismo feminino: Juliana Sé, Márcia Farkouh e Ziara Abud e conta com o apoio da CBPq - Confederação Brasileira de Paraquedismo

 


O Brasil é considerado um grande centro mundial de pára-quedismo. Um encontro como o recorde feminino é um marco para a história do esporte no país.

 



Escrito por Ana Frank às 06h52 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
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