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Domínio das mulheres na política

 

Ruanda é o primeiro país do mundo a ser reconhecido pelo domínio feminino no parlamento. As mulheres ocupam cerca de 55% dos cargos.

Desde a conquista do direito de voto até a ocupação de cargos oficiais, os direitos políticos das mulheres evoluiu muito. Mas não em todos os aspectos.

Em cem anos, desde que a primeira mulher foi eleita para algum parlamento nacional, somente 18,4% dos cargos são atualmente ocupados por mulheres no mundo.



Escrito por Ana Frank às 03h07 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Ato em solidariedade às mulheres condenadas

 por fazer aborto

26 Setembro   -  Concentração Pça. Ramos  

à partir das 13:30

e Caminhada até o Tribunal de Justiça

 

 

Conforme amplamente noticiado pela imprensa, desde junho essas mulheres estão sendo investigadas e podem ser criminalizadas por suspeita de terem realizado abortos em clínicas clandestinas no Mato Grosso do Sul e em outros Estados.

Este Ato marca o lançamento da Frente Nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto, que reúne dezenas de movimentos e ativistas da sociedade civil brasileira.

Estão previstas manifestações semelhantes à que será realizada em São Paulo em vários pontos do País. A capital paulistana receberá delegações do Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, além de representantes de organizações e movimentos de diversos outros Estados.

 

Nenhuma mulher deve ser perseguida, humilhada, condenada

ou presa pela prática do aborto.

 Junte-se a nós! Vamos dar um basta à criminalização das mulheres

e defender a legalização do aborto

 

Leia o Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto – Em defesa dos direitos das mulheres no blog da Frente: www.frentepelodireitoaoaborto.blogspot.com

 

Informações e Adesão

www.frentepelodireitoaoaborto.blogspot.com

ou pelo e-mail: legalizaraborto.direito@gmai.com

 



Escrito por Ana Frank às 04h59 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Campanha para ampliação da homeopatia na rede do SUS

 



A ONG Homeopatia Ação pelo Semelhante [HAPS] está recolhendo assinaturas para a Campanha Nacional Homeopatia Direito de Todos, cujo objetivo é sugerir ao governo federal a ampliação da especialidade homeopatia na rede do Sistema Único de Saúde [SUS]. A meta da entidade é chegar a um milhão de assinaturas e, para isso, precisa do apoio de voluntários/as. Interessados/as devem enviar mensagem para semelhante@semelhante.org.br ou buscar mais informações no site www.semelhante.org.br.

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h27 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Dia do Beijo pela Vida

 



No dia 27 de setembro, será realizada uma série de mobilizações pela redução de mortes por câncer de mama em diversas cidades brasileiras. Trata-se da campanha Um Beijo pela Vida, coordenada pelo Instituto Avon, que arrecada fundos para apoiar projetos que promovem a detecção precoce do câncer de mama e dissemina informações para conscientizar mulheres sobre a importância da realização de exames preventivos. Em quatro anos, a campanha já arrecadou mais de R$ 14 milhões, doados ao Instituto Avon e aplicados em 66 projetos que promovem a detecção precoce do câncer de mama. Informações podem ser obtidas pelos telefones (11) 5546-7040 e (11) 5546-7459 ou no site www.br.avon.com.

 



Escrito por Ana Frank às 09h25 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto.

 

 

 

 

To:  Sociedade / STJ / Parlamento Brasileiros

Manifesto contra a criminalização das mulheres que praticam aborto
Em defesa dos direitos das mulheres

Centenas de mulheres no Brasil estão sendo perseguidas, humilhadas e condenadas por recorrerem à prática do aborto. Isso ocorre porque ainda temos uma legislação do século passado – 1940 –, que criminaliza a mulher e quem a ajudar.
A criminalização do aborto condena as mulheres a um caminho de clandestinidade, ao qual se associam graves perigos para as suas vidas, saúde física e psíquica, e não contribui para reduzir este grave problema de saúde pública.
As mulheres pobres, negras e jovens, do campo e da periferia das cidades, são as que mais sofrem com a criminalização. São estas que recorrem a clínicas clandestinas e a outros meios precários e inseguros, uma vez que não podem pagar pelo serviço clandestino na rede privada, que cobra altíssimos preços, nem podem viajar a países onde o aborto é legalizado, opções seguras para as mulheres ricas.
A estratégia dos setores ultraconservadores, religiosos, intensificada desde o final da década de 1990, tem sido o “estouro” de clínicas clandestinas que fazem aborto. Os objetivos destes setores conservadores são punir as mulheres e levá-las à prisão. Em diferentes Estados, os Ministérios Públicos, ao invés de garantirem a proteção das cidadãs, têm investido esforços na perseguição e investigação de mulheres que recorreram à prática do aborto. Fichas e prontuários médicos de clínicas privadas que fazem procedimento de aborto foram recolhidos, numa evidente disposição de aterrorizar e criminalizar as mulheres. No caso do Mato Grosso do Sul, foram quase 10 mil mulheres ameaçadas de indiciamento; algumas já foram processadas e punidas com a obrigação de fazer trabalhos em creches, cuidando de bebês, num flagrante ato de violência psicológica contra estas mulheres.
A estas ações efetuadas pelo Judiciário somam-se os maus tratos e humilhação que as mulheres sofrem em hospitais quando, em processo de abortamento, procuram atendimento. Neste mesmo contexto, o Congresso Nacional aproveita para arrancar manchetes de jornais com projetos de lei que criminalizam cada vez mais as mulheres. Deputados elaboram Projetos de Lei como o “bolsa estupro”, que propõe uma bolsa mensal de um salário mínimo à mulher para manter a gestação decorrente de um estupro. A exemplo deste PL, existem muitos outros similares.
A criminalização das mulheres e de todas as lutas libertárias é mais uma expressão do contexto reacionário, criado e sustentado pelo patriarcado capitalista globalizado em associação com setores religiosos fundamentalistas. Querem retirar direitos conquistados e manter o controle sobre as pessoas, especialmente sobre os corpos e a sexualidade das mulheres.

Ao contrário da prisão e condenação das mulheres, o que necessitamos e queremos é uma política integral de saúde sexual e reprodutiva que contemple todas as condições para uma prática sexual segura.
A maternidade deve ser uma decisão livre e desejada e não uma obrigação das mulheres. Deve ser compreendida como função social e, portanto, o Estado deve prover todas as condições para que as mulheres decidam soberanamente se querem ou não ser mães, e quando querem. Para aquelas que desejam ser mães devem ser asseguradas condições econômicas e sociais, através de políticas públicas universais que garantam assistência a gestação, parto e puerpério, assim como os cuidados necessários ao desenvolvimento pleno de uma criança: creche, escola, lazer, cultura, saúde.
As mulheres que desejam evitar gravidez devem ter garantido o planejamento reprodutivo e as que necessitam interromper uma gravidez indesejada deve ser assegurado o atendimento ao aborto legal e seguro no sistema público de saúde.
Neste contexto, não podemos nos calar!

Nós, sujeitos políticos, movimentos sociais, organizações políticas, lutadores e lutadoras sociais e pelos diretos humanos, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um mundo justo, fraterno e solidário, nos rebelamos contra a criminalização das mulheres que fazem aborto, nos reunimos nesta Frente para lutar pela dignidade e cidadania de todas as mulheres.

Nenhuma mulher deve ser impedida de ser mãe. E nenhuma mulher pode ser obrigada a ser mãe. Por uma política que reconheça a autonomia das mulheres e suas decisões sobre seu corpo e sexualidade.

Pela defesa da democracia e do principio constitucional do Estado laico, que deve atender a todas e todos, sem se pautar por influências religiosas e com base nos critérios da universalidade do atendimento da saúde!

Por uma política que favoreça a mulheres e homens um comportamento preventivo, que promova de forma universal o acesso a todos os meios de proteção à saúde, de concepção e anticoncepção, sem coerção e com respeito.

Nenhuma mulher deve ser presa, maltratada ou humilhada por ter feito aborto!
Dignidade, autonomia, cidadania para as mulheres!
Pela não criminalização das mulheres e pela legalização do aborto!

Frente nacional pelo fim da criminalização das mulheres e pela legalização do aborto

Sincerely,

 

 

Para assinar este manifesto clique no link:

http://www.petition online.com/ abortole/ petition. html

Informações e Adesão:

www.frentepelodirei toaoaborto. blogspot. com

ou pelo email: legalizaroaborto. direito@gmail. com

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h19 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
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