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Brasil em 122° lugar Cotas para as Mulheres!
De acordo com dados da União Interparlamentar, em 2005 apenas 9,1% das cadeiras do legislativo federal brasileiro eram ocupadas por mulheres, o que coloca o Brasil em 122º lugar no ranking de 168 países — o pior resultado da América do Sul.
Escrito por Ana Frank às 10h47 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Estados não atingem cota mínima de mulheres candidatas
Passados cerca de 40 anos da simbólica queima de sutiãs por movimentos feministas, as mulheres não estão incluídas na política como têm direito. Nestas eleições, nenhum estado do Brasil conseguiu reservar o mínimo de 30% das vagas de candidaturas a mulheres – cota prevista O texto da Lei 9.504, de 1997, determina que cada partido ou coligação deve reservar o mínimo de 30% e o máximo de 70% para candidaturas ao Legislativo a cada sexo. Ou seja, se 70% das candidaturas forem de homens, os 30% restantes têm que ser preenchidos por mulheres e vice-versa. Como as mulheres são minoria, o índice de 30% acaba sendo reservado a elas. Os partidos, no entanto, não são obrigados a preencher todas as vagas reservadas às mulheres nem estão sujeitos a punições. Escrito por Ana Frank às 10h45 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Mais Mulheres no Poder. Eu assumo este compromisso!
O site www.maismulheresnopoderbrasil.com.br faz parte da campanha nacional Mais Mulheres no Poder. Eu assumo este compromisso! que pretende estimular a participação das mulheres nos espaços de poder e decisão no Brasil. O trabalho é uma iniciativa do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres e do Fórum Nacional de Instâncias de Mulheres de Partidos Políticos, que tem caráter suprapartidário e é integrado por secretarias de mulheres dos partidos políticos brasileiros. Para que possamos transformar o quadro de sub-representação das mulheres nos espaços de poder e decisão há a necessidade de adoção de um conjunto de ações estruturais, permanentes e eficazes, repassando informações, estimulando a discussão, a reflexão e o debate sobre a participação das mulheres nos diversos espaços da sociedade, especialmente no espaço da política pública. O objetivo é promover uma ação transformadora de estruturas de poder e das instituições, assim como de cultura e mentalidade que gerem novas relações sociais entre mulheres e homens, e entre as próprias mulheres, possibilitando o aperfeiçoamento e a consolidação da democracia. http://www.maismulheresnopoderbrasil.com.br/_eleicoes.html Escrito por Ana Frank às 10h22 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Sarah Palin será a primeira mulher vice-presidente dos EUA
O candidato republicano John McCain surpreendeu o país ao escolher a relativamente desconhecida governadora do Alasca, Sarah Palin, como sua companheira de chapa. Se McCain vencer a eleição, Palin será a primeira mulher a ser vice-presidente dos Estados Unidos. Sarah é governadora em seu primeiro mandato e uma figura muito popular no Alasca. Com 44 anos, ela faz um contraponto à idade de McCain, que completa 72 anos nesta sexta-feira. Por ser uma figura feminina proeminente, Palin pode trazer também uma boa parcela das eleitoras da ex-pré-candidata democrata Hillary Clinton. Ela se graduou na escola de Wasilla, em 1982 e recebeu o bacharelado Palin começou sua carreira política no conselho da pequena cidade de Wasilla, no Alasca, para o qual foi eleita duas vezes. Em seguida, ela foi eleita por dois mandatos como prefeita da comunidade tida como uma das mais prósperas do remoto Estado. Durante seu mandato como prefeita, ela ganhou popularidade ao reduzir os impostos sobre propriedades e aumentar os serviços públicos. Sob seu comando, Wasilla atraiu novas indústrias que alavancaram a economia local. Palin também serviu como presidente da Comissão de Conservação do Petróleo e Gás Natural do Alasca, que regulariza o uso dos recursos que são tidos como os mais valiosos do Estado. Com seu histórico, ela pode ajudar McCain em suas propostas energéticas e no reforço do argumento de que é necessário acabar com a dependência de petróleo estrangeiro. Sarah Palin foi nomeada uma das '40 maiores figuras com menos de 40' e 'Pessoa do Ano' pelo governo do Alasca. Recentemente, foi eleita também como membro de honra da Universidade Alasca Pacific. A experiência como membro do conselho e prefeita alavancou sua carreira política. Em 2006, ela derrotou o governador Frank Murkowski nas primárias republicanas e o ex-governador democrata Tony Knowles nas eleições gerais. Escrito por Ana Frank às 01h05 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Candidata fala de barreira a mulheres no Japão
A ex-ministra da Defesa do Japão, Yuriko Koike, se prepara para lançar-se formalmente como primeira candidata mulher ao posto de primeira-ministra. Ex-âncora de televisão que também comandou a pasta do Meio Ambiente, Koike é uma dos seis candidatos que pretendem contestar o ex-chanceler Taro Aso, visto como candidato favorito, na disputa para tornar-se primeiro-ministro, após a renúncia inesperada de Yasuo Fukuda na segunda-feira passada. "Hillary usou o termo ''teto de vidro'' ... mas, no Japão, não é de vidro. É uma chapa de ferro", disse Koike, 56 anos, à emissora privada Asahi TV. "Não sou a senhora Thatcher, mas o que é preciso é uma estratégia que promova uma causa com convicção, políticas claras e solidariedade com a população", disse ela, fazendo referência à única mulher a ter sido primeira-ministra britânica. Margaret Thatcher foi conhecida como "Dama de Ferro". Indagada por um âncora de TV se ela lutará com a força, mais que com a beleza, Koike respondeu: "Naturalmente. Em primeiro lugar, porque não sou bela". Mais tarde, a candidata disse a jornalistas que já tem o apoio de 20 parlamentares do governista Partido Liberal Democrático (PLD), necessário para patrocinar sua candidatura na disputa pela liderança do partido, que terá lugar em 22 de setembro. Escrito por Ana Frank às 12h53 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ONU diz que oferta de emprego cresceu no Brasil.
Nos últimos anos, o Brasil apresentou melhora expressiva em indicadores importantes do mercado de trabalho, no entanto, o país não conseguiu diminuir, em níveis satisfatórios, a exclusão social e econômica, principalmente em relação às mulheres e aos negros. Apesar de representarem mais de 70% do mercado de trabalho, mulheres e negros ainda são discriminados na área profissional. É o que aponta o relatório Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente - A Experiência Brasileira Recente, divulgado hoje (8) pela Organização das Nações Unidas (ONU). O estudo foi elaborado em conjunto por três agências da ONU: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal). Escrito por Ana Frank às 12h44 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Escrito por Ana Frank às 04h26 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Aborto dos outros!
O aborto continua um tema polêmico no país e sua discussão, que já chegou ao Supremo Tribunal Federal no caso dos fetos anencéfalos, ganha mais um capítulo com a estréia, nessa sexta-feira, O filme, dirigido pela estreante Carla Gallo, acompanha a história de várias mulheres que praticaram o aborto, legal ou ilegalmente. São pessoas humildes, incluindo crianças, atendidas pela rede pública de saúde, que enfrentam muitas dificuldades e sofreram muitas pressões durante todo o caminho que percorreram. Entre as entrevistadas estão, por exemplo, uma menina de 13 anos que aguarda ao lado da mãe, num quarto de hospital, a interrupção da gravidez concedida judicialmente. Mas também há aquelas que não são amparadas legalmente e recorrem a abortos clandestinos. Mas "O Aborto dos Outros" não é apenas sobre isso. No fundo, esse é um documentário sobre a liberdade de se fazer opções e a conseqüência das escolhas. Fotografado pelo veterano Aloysio Raulino e montado pela competente Idê Lacreta, o filme traça um retrato delicado não só de questões pertinentes ao universo feminino, mas da sociedade como um todo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, entre 70 mil e 80 mil mulheres morrem todos os anos por causa de abortos praticados sem segurança --sendo que 95 por cento das mortes acontecem em países em desenvolvimento, como o Brasil. A legislação brasileira, que permite a interrupção de gravidez em alguns casos, é da década de 1940. Em maio passado, a Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara rejeitou por unanimidade um projeto de 1991 e que descriminalizava o aborto. Pouco tempo depois, a Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados também votou contra a proposta. Em cartaz: HSBC – Belas Artes e Lumiere 2 Escrito por Ana Frank às 04h26 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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