Ornitorrinco comemora 30 anos com "Megera Domada"

Além de atriz, diretora de peças teatrais e produtora, Christiane Tricerri também é escritora. Atualmente, ela está empenhada em coordenar o livro que celebra os 30 anos do Teatro do Ornitorrinco, grupo no qual trabalha desde 1985.
A atriz afirma que hoje o grupo faz muito sucesso com a peça "Megera Domada". "A gente tá lotando um teatro de 900 lugares, colocando cadeiras extras. Mais de 15 mil pessoas assistiram ao espetáculo em cinco semanas. Um impacto não só de público, mas o impacto da comunicação".
Outros trabalhos fizeram parte da vida da atriz, que também participou das miniséries televisivas "Anarquistas Graças a Deus", "Cometa" e "A Casa das Sete Mulheres". Em cinema fez "País dos Tenentes", "Olhos de Vampa", "Cobrindo o Céu de Sombra", "Erra Uma Vez", "Amor que Fica" e "Nanoilusão".
Serviço
Megera Domada Quando: sextas, às 21h30; sábados, às 21h e domingos, às 19h, até 31 de agosto. Onde: Teatro Sérgio Cardoso; rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo; tel.: 0/xx/11 3288-0136 Quanto: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia).
Escrito por Ana Frank às 07h34 PM
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ABORTO NO BRASIL!

O Brasil esta em uma posição de atraso em relação ao aborto, na 2ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, realizada em agosto do ano passado, as mulheres reforçaram a necessidade de o governo ter a iniciativa de enviar uma nova proposta ao Congresso Nacional.
“Estamos diante de uma situação de impasse: o governo brasileiro reconhece que é um problema de saúde pública que leva as mulheres à morte e a seqüelas gravíssimas, no entanto, o governo não quer ter a iniciativa”, afirma.
A necessidade de se discutir mudanças na legislação sobre o aborto no Brasil foi uma das conclusões da 1ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres, realizada em 2004, e constou do 1º Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, lançado no mesmo ano. Depois disso, o governo federal formou uma comissão integrada por membros do Executivo, da sociedade civil e do Legislativo para debater a questão.
Só haverá avanços quando o governo encarar a descriminalização do aborto como questão de saúde pública. “Haveria espaço para enfrentar com mais seriedade esse debate se o governo também tomasse para si essa [medida] como uma questão importante, uma questão de saúde pública. Se houver vontade política do governo, é possível avançar”.
Escrito por Ana Frank às 07h29 PM
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Quem ama não mata, não agride, não maltrata!

Muitos crimes contra as mulheres têm sido praticados em nome do amor. Sabemos que atos violentos praticados nas relações amorosas, justificados em nome do amor, do ciúme ou do desejo não tornam menos grave a violência praticada. Nem torna menos criminoso o homem que a pratica.
A Lei Maria da Penha (Lei 11.340/2006) prevê a criação de centros de educação e reabilitação do agressor e esta é uma das ações previstas no 2º Plano Nacional de Políticas para as Mulheres, lançado pelo governo federal. A implementação desta diretiva da Lei está causando problemas. Isso porque há situações em que tais centros estão sendo colocados no mesmo grau de prioridade que os serviços de atendimento às mulheres, ou mesmo dividindo espaço com esses.
Pelo direito a uma vida sem violência! Pelo fim da violência contra as mulheres!
Escrito por Ana Frank às 06h31 PM
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