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FATIMA BERNARDES FALA SOBRE SUA CIRURGIA
Na noite de 20 de maio, uma terça-feira, ao me preparar para dormir, notei uma manchinha quase transparente no sutiã - exatamente na direção do mamilo esquerdo. Era a quantidade de uma gotinha, não mais do que isso. Fiquei preocupada e liguei imediatamente para a minha ginecologista. Ainda bem. A médica marcou uma consulta para o dia seguinte bem cedinho. Ela me examinou e explicou que aquele tipo de secreção podia ser absolutamente inofensivo. Mas também podia ser sinal até mesmo de um tumor. Foi um susto pra mim, porque imaginava que o tom clarinho da mancha seria um dado tranqüilizador. Ela me explicou que, no meu caso, era muito provável que fosse apenas algo ligado a uma dilatação dos dutos mamários, sem maiores conseqüências, porque, afinal, faço regularmente o auto-exame das mamas e meus exames periódicos tinham sido realizados há menos de 3 meses, com resultados normais. Mas, ainda assim, minha médica me disse que qualquer secreção expelida pela mama deve ser um sinal de alerta. Clarinha ou não, com sangue ou não, o sintoma precisa ser investigado. E foi o que fizemos no mesmo dia. Fui encaminhada a um especialista em ultra-sonografia, que notou a dilatação ductal (é este o nome do problema). No mesmo dia, quarta-feira, saí do ultra-som já com hora marcada num mastologista. O médico me examinou, avaliou todos os meus exames e me pediu outros tantos. Exames de sangue, ressonância magnética. Na semana seguinte, já com os esses dados, o mastologista me explicou que tudo indicava se tratar de um problema benigno. Que havia uma multiplicação de células nos dutos, mas células "típicas". Isso é bom. Significa que as células não apresentavam anomalia nenhuma - e que esta é uma característica sinalizadora de benignidade. Mas o médico me explicou que, pelo sim pelo não, a indicação, em casos assim, é de extração dos dutos mamários para a análise patológica e para evitar futuras inflamações recorrentes na mama. E fui encaminhada ao meu clínico, que conduziu os exames de risco cirúrgico, sempre necessários antes de uma operação. Hoje vejo como é importante que estejamos atentas o tempo todo as mudanças do corpo. Acho que nunca mais em minha vida vou deixar de dar uma espiada mais cuidadosa no sutiã, no fim do dia. Sinto uma gratidão e um respeito muito grande por todos os profissionais que me atenderam com tanto profissionalismo nesses dias. E sinto, também, que era meu dever deixar um alerta a todas as mulheres sobre mais esta informação preciosa para a nossa saúde. Obrigada, mais uma vez, pelo carinho de todos. E até a semana que vem". Escrito por Ana Frank às 10h30 PM [ ] [ envie esta mensagem ] INSCRIÇÕES PARA CURSOS GRATUITOS: MÚSICA - TEATRO - CIRCO
Estão abertas as inscrições para aulas gratuitas de violão, canto, percussão, teatro e circo na UNIT - Unidade Nacional de Inclusão de Talentos. que fica na Zona Leste de São Paulo. Serão oferecidas 100 vagas no total, sendo 50 no período da manhã e 50 à tarde, para crianças a partir de sete anos de idade, que comprovem estar matriculadas e freqüentando aulas da rede pública, e cuja renda familiar não ultrapasse dois salários mínimos. As aulas serão ministradas às quartas-feiras, das 10h às 12h e das 14h às 16h, por professores de música das respectivas especialidades e teatro. As aulas de circo serão realizadas em espaço próprio, em parceria com o Circo Spacial, que mantém uma lona fix a em frente ao Shopping Anália Franco, no bairro do Tatuapé, UNIT - UNIDADE DE INCLUSÃO DE TALENTOS Rua Padre Estevão Pernet, 865 (11) 2295-7484 INSCRIÇÕES ABERTAS VIOLÃO, PERCUSSÃO, CANTO, TEATRO E CIRCO Escrito por Ana Frank às 04h06 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Fases da violência doméstica
As fases da situação de violência doméstica compõem um ciclo que pode se tornar vicioso, repetindo-se ao longo de meses ou anos. Primeiro, vem a fase da tensão, que vai se acumulando e se manifestando por meio de atritos, cheios de insultos e ameaças, muitas vezes recíprocos. Em seguida, vem a fase da agressão, com a descarga descontrolada de toda aquela tensão acumulada. O agressor atinge a vítima com empurrões, socos e pontapés, ou às vezes usa objetos, como garrafa, pau, ferro e outros. Depois, é a vez da fase da reconciliação, em que o agressor pede perdão e promete mudar de comportamento, ou finge que não houve nada, mas fica mais carinhoso, bonzinho, traz presentes, fazendo a mulher acreditar que aquilo não vai mais voltar a acontecer. É muito comum que esse ciclo se repita, com cada vez maior violência e intervalo menor entre as fases. A experiência mostra que, ou esse ciclo se repete indefinidamente, ou, pior, muitas vezes termina em tragédia, com uma lesão grave ou até o assassinato da mulher. Homens e a violência contra a mulher A violência é muitas vezes considerada como uma manifestação tipicamente masculina, uma espécie de “instrumento para a resolução de conflitos”. Os papéis ensinados desde a infância fazem com que meninos e meninas aprendam a lidar com a emoção de maneira diversa. Os meninos são ensinados a reprimir as manifestações de algumas formas de emoção, como amor, afeto e amizade, e estimulados a exprimir outras, como raiva, agressividade e ciúmes. Essas manifestações são tão aceitas que muitas vezes acabam representando uma licença para atos violentos. Existem pesquisas que procuram explicar a relação entre masculinidade e violência através da biologia e da genética. Além da constituição física mais forte que a das mulheres, atribui-se a uma mutação genética a capacidade de manifestar extremos de brutalidade e até sadismo. Outros estudos mostraram que, para alguns homens, ser cruel é sinônimo de virilidade, força, poder e status. “Para alguns, a prática de atos cruéis é a única forma de se impor como homem”. Escrito por Ana Frank às 03h48 PM [ ] [ envie esta mensagem ] MARIA BETHANIA – MUSICA É PERFUME Uma análise do processo criativo da cantora Maria Bethânia e o mapeamento do processo de formação da música popular brasileira. Nos anos 60 Bethânia surge, ao lado de Gal Costa, como uma das musas da contracultura brasileira e da resistência ao regime militar, no espetáculo "Opinião". Ao longo do tempo ela se torna uma das mais cultuadas intérpretes da MPB. O filme traça um paralelo entre a sua vida e as transformações sociais pelas quais o Brasil passou.Documentário, 82 minutos, 2005 www.musicaeperfume.com Direção, Roteiro e Produção: Georges Gachot Escrito por Ana Frank às 12h11 AM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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