Anistia critica violência contra mulher na A.Latina—relatório

WASHINGTON - A violência contra as mulheres e contra os defensores dos direitos humanos continua sendo um grave problema na América Latina, disse na quarta-feira o relatório anual da Anistia Internacional, que dá destaque a abusos em países como Brasil, México e Venezuela.
Guadalupe Marengo, diretora-adjunta do programa para as Américas da Anistia, disse que "a violência contra as mulheres continua sendo sistemática em toda a região", o que inclui também os Estados Unidos.
"Há novas legislações no México e na Venezuela, mas faltam recursos e vontade política para que se cumpram", disse ela à Reuters por telefone.
No ano em que se celebra o 60o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, agressões contra ativistas seguem ocorrendo na América Latina.
No México, vários deles foram assassinados como parte da guerra entre quadrilhas de traficantes, que já tem um saldo de 2.500 mortos, segundo o relatório.
Marengo disse que há ataques contra ativistas também no Brasil, na Guatemala, na Venezuela e em países andinos como Peru e Equador, onde defensores do meio ambiente enfrentaram represálias por denunciarem abusos de mineradoras.
O relatório critica também a situação precária da segurança pública na América Latina. "Todos temos o direito de desfrutar a liberdade e a segurança nas nossas vidas. Os Estados têm a obrigação de garantir esse direito", disse Marengo.
No caso das favelas cariocas, segundo ela, os moradores vivem "aterrorizados" tanto por bandidos quanto por policiais. "As forças de segurança estão ali para proteger, não para aterrorizar", afirmou.
A Anistia apontou também um aumento nos homicídios com armas de fogo na Venezuela, apesar do controle de armas em vigor no país. Em 2007, foram registrados 9.568 homicídios desse tipo, um aumento de 850.
Quanto a Cuba, a Anistia observa que o regime comunista continua prendendo e intimidando dissidentes, mas demonstra disposição em dialogar e assinar tratados internacionais de direitos humanos.
Com relação aos Estados Unidos, o relatório critica a manutenção de presos sem acesso à Justiça em Guantánamo e o uso da tortura contra suspeitos, além da recusa em assinar tratados internacionais contra essa prática.
"Um país como os Estados Unidos deveria ser um exemplo em direitos humanos para a região", disse Marengo
Escrito por Ana Frank às 10h24 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Lei reforça prevenção ao câncer de mama

O governo assumiu o compromisso de oferecer às mulheres com mais de 40 anos exame anual de mamografia, e às que tenham iniciado a vida sexual, exame citopatológico (Papanicolau). De acordo com a Lei 11.664/08, a ampliação do atendimento gratuito deverá estar funcionando plenamente até 30 de abril de 2009. O objetivo é assegurar prevenção, detecção e tratamento do câncer pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No caso de atendimento ou exames mais complexos, a lei garante encaminhamento a unidade diferente da que originalmente prestou o atendimento. Hoje, os exames são feitos de graça pelo SUS apenas quando as mulheres apresentam sintomas da doença. A nova lei também estabelece a assistência integral à saúde da mulher, incluindo amplo trabalho informativo e educativo sobre prevenção, detecção, tratamento e controle ou pós-tratamento do câncer de mama e de colo do útero.
Antes da lei, portaria do Ministério da Saúde previa mamografias para mulheres acima de 50 anos a cada dois anos, mas o intervalo entre os exames foi considerado pelos especialistas muito longo para identificar a doença no início. Eles defendiam ainda a diminuição da faixa etária a ser atendida, já que o câncer de mama vem sendo diagnosticado entre mulheres mais jovens.
O deputado federal Enio Bacci (PDT-RS), autor da proposta, acredita que existem recursos para cumprir a lei, cujos resultados virão em médio prazo: "Em poucos anos veremos milhares de vidas salvas e o que parece um gasto ou investimento alto representará uma economia para os cofres públicos. À medida que se faz o exame preventivo se detecta o câncer com menor potencialidade e agressividade e menor será o custo do seu tratamento".
Mais da metade das brasileiras com mais de 50 anos nunca fez uma mamografia. De acordo com a presidente da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), Maira Caleffi, a cada ano surgem 50 mil novos casos de câncer de mama no país e 95% deles poderiam ser curados se detectados precocemente por mamografia. No entanto, 60% das mulheres descobrem a doença depois que os nódulos já têm dois a três centímetros, quando as chances de cura caem para 20% a 30%. Maira Caleffi ressalta a necessidade de mobilização do Executivo, do Legislativo e da sociedade civil para garantir o cumprimento da lei no prazo estabelecido de 12 meses.
Escrito por Ana Frank às 09h37 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
TABAGISMO E CONTRACEPTIVO ORAL: COMBINAÇÃO FATAL PARA O CORAÇÃO DA MULHER

No Dia Mundial Sem Tabaco (31/05), muito se falará sobre os inúmeros males pulmonares causados pelo cigarro, como câncer e enfisema. Mas não se pode esquecer que o tabagismo é considerado, também, um dos mais importantes fatores de risco de infarto e acidentes vasculares cerebrais. Por isso, o cigarro deve ser combatido, principalmente por quem, além de fumar, tem hábitos que agravam os riscos. É o caso de milhares de mulheres brasileiras que combinam o tabagismo ao uso da pílula anticoncepcional.
Estudos apontam que o consumo de 15 cigarros por dia aliado ao uso do anticoncepcional aumenta em 20 vezes o risco de doença cardiovascular. O médico José Roberto Barreto, integrante da Comissão Organizadora do XV Congresso de Cardiologia de Brasília (marcado para o mês de junho), lembra que nunca as mulheres correram tanto risco de infarto como nos dias de hoje. "A doença, tipicamente masculina, passou a ocorrer cada vez mais entre as mulheres, que mudaram radicalmente seu estilo de vida. Hoje, estão mais propensas ao sedentarismo e à má alimentação. Para piorar, formam um dos grupos de fumantes que mais crescem no mundo", comenta o cardiologista.
Para a Organização Mundial da Saúde, pílulas combinadas - as que contêm estrógeno e progesterona - não devem ser consumidas por mulheres fumantes acima dos 35 anos. "Isso porque a nicotina ajuda na agregação de plaquetas e os hormônios facilitam a formação de coágulos. Ou seja, o fumo aliado a esse tipo de droga pode estimular a coagulação e, conseqüentemente, o entupimento das veias", para as mulheres que ainda não conseguiram deixar o fumo, os métodos contraceptivos mais indicados são os que contêm somente progesterona.
Prevenção - A partir dos 35 anos, é fundamental que as mulheres realizem exames de colesterol e pressão arterial anualmente. Mesmo parecendo um mantra, é fundamental repetir que a combinação de uma dieta saudável, aliada à prática de atividade física regular e ao abandono definitivo do cigarro compõem o caminho para se viver muito e bem.
"Não há dúvidas de que as mulheres deixaram para trás o estigma de sexo frágil, mas uma saúde de ferro é resultado de uma vida levada a sério".
Escrito por Ana Frank às 09h02 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Festa alemã Maifest acontece no fim do mês no Brooklin

Em 31 de maio e 1º de junho, as ruas Joaquim Nabuco, Barão do Triunfo e Princesa Isabel, no Brooklin, recebem a nona edição da Maifest. A festa que comemora a primavera alemã.
A festa conta com 180 expositores e artesãos que trazem uma variedade de artesanato (roupas, sapatos, bijuterias, peças de decoração, brinquedos educativos, entre outros produtos). Além disso, o público conta com comidas e bebidas típicas alemã.
Dentre as atarções musicais estão a Banda Bavária com música alemã, o grupo Edelweiss e também apresentação de dança de salão do Centro de Danças Jaime Aroxa.
Serviço Endereço: Ruas Joaquim Nabuco, Princesa Isabel e Barão do Triunfo - Brooklin Data: 31 de maio e 1º de junho Preço: grátis Horário: 10h às 22h
Escrito por Ana Frank às 08h37 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Mulheres que Doem Demais

Criado pelo Centro de Dor do Hospital 9 de julho, o Grupo Mulheres que Doem Demais colaboram com a conscientização e trabalho a respeito das causas e efeitos psicológicos da dor crônica em mulheres.A ação faz parte da Campanha desenvolvida em prol do atendimento ao público feminino.
Realizado no último sábado do mês com grupos de 12 pessoas, o evento atua de forma interativa com as mulheres, dividindo suas experiências físicas e emocionais com o sofrimento físico. Acompanhadas por uma equipe de psicoterapeutas especializadas no tema, elas recebem técnicas corporais como relaxamento ativo e passivo e aprendem métodos simples para o alívio sintomático da dor que podem ser aproveitadas no seu dia a dia.
A maior prevalência de dor crônica em mulheres acontece na faixa etária entre 40 e 50 anos, em que, além de maior acometimento de doenças características da faixa etária, encontram-se fatores como infelicidade na vida profissional e pessoal, com falta de perspectivas positivas.
Para participar do grupo de apoio Psicológico Mulheres que Doem Demais é preciso se inscrever no processo de triagem realizado pelo Centro de Dor do Hospital 9 de Julho, pelo telefone: 11 3147-9881 / 3147-9860.
Escrito por Ana Frank às 08h26 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|