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OLÍVIAS PALITAM

 

 

 

 

Depois de 1 ano longe dos palcos paulistanos
15 cidades percorridas
128 garrafas de Gatorade
2 casamentos
1 visita ao spa
1 visita ao pronto socorro

As Olívias comemoram a volta para casa com mais uma

temporada do show de humor

AS OLÍVIAS PALITAM

Dessa vez, em plena Avenida Paulista, no Teatro Popular do SESI,

 e com entrada franca (exceto aos sábados).

Apareça!

 

 

Teatro Popular do SESI

Av. Paulista, 1313

14/05/ à 29/06

Entrada Franca:

Quarta e quinta e sábado as 20h

Domingo as 19 hs

 

 



Escrito por Ana Frank às 01h12 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Dilma Rousseff se emociona ao falar de tortura sofrida na ditadura

 

 

A ministra Dilma Rousseff (Casa Civil) emocionou-se nesta quarta-feira durante depoimento à Comissão de Infra-Estrutura do Senado ao rebater afirmações do senador José Agripino Maia (DEM-RN) --retiradas de uma entrevista concedida pela própria ministra-- de que ela "mentiu muito" durante a ditadura militar para escapar de torturas. Com voz embargada, a ministra disse que mentiu naquele período para salvar "companheiros" e ela própria da morte.

"Eu fui barbaramente torturada, senador. Qualquer pessoa que ousar falar a verdade para os torturadores, entrega os seus iguais. Eu me orgulho muito de ter mentido na tortura, senador", enfatizou.

Dilma disse que "não há possibilidade de diálogo" quando se tem pela frente o "pau de arara, o choque elétrico e a morte".

Dilma disse que, na década de 70, não esteve no mesmo "momento" de Agripino quando enfrentou a luta armada para combater a ditadura.

A ministra rebateu a comparação do democrata de que a confecção do dossiê pela Casa Civil com gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) é uma prática similar às adotadas na ditadura.

"O regime que permite que eu fale com os senhores não tem a menor similaridade [com a ditadura]. Nós estamos em igualdade de condições humanas, materiais. Não estamos no diálogo entre o pescoço e a forca, senador. Por isso acredito e respeito esse momento. Isso é algo que é o resgate desse processo que ocorreu no Brasil", afirmou.

Irritada com os comentários do democrata, a senadora Ideli Salvatti (PT-SC) saiu em defesa de Dilma. "Que não se traga para o depoimento esse tipo de ilação. Até a Igreja permite matar em legítima defesa. É um demérito, uma forma de desqualificar o que vamos fazer aqui e aqueles que perderam sua vida na ditadura", enfatizou.

 

Que falta de sensibilidade e atitude do senador Agripino, que momento infeliz de julgar as pessoas sobre o manto da tortura. Perdeu a chance de ficar com a boca fechada.

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 11h02 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Comissão da Câmara rejeita projeto sobre descriminalização do aborto

 

 


 

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados rejeitou hoje (7) a descriminalização do aborto, proposta em projetos dos ex-deputados Eduardo Jorge e Sandra Starling. A rejeição se deu com a aprovação do parecer do relator do projeto, deputado Jorge Tadeu Mudalen (DEM-SP), contrário a mudanças na lei, para legalizar o aborto.

A aprovação do parecer ocorreu pela unanimidade dos 33 deputados presentes, uma vez que os parlamentares favoráveis à descriminalização do aborto se retiraram do plenário da comissão, em protesto contra a rejeição de requerimentos, para que a proposta fosse melhor discutida.

No seu parecer, o relator argumentou que "a Constituição Federal protege a vida como um direito fundamental, em cláusula pétrea" e que a "Constituição dá prioridade expressa ao direito à vida e o coloca sobre a proteção da família, da sociedade e do Estado", disse José Tadeu Mudalen.

Dentre os deputados que se retiraram da sessão, o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) disse aos membros da comissão que admitia perder "democraticamente", mas que não aceitava o "cerceamento da liberdade" das mulheres.

O deputado José Genoíno, também favorável à descriminalização, disse que a melhor pessoa para decidir sobre a interrupção da gravidez é a própria mulher. "A mulher é quem deve ser a juíza. Estou defendendo que a mulher decida e o estado ofereça as condições para atendê-la", afirmou.

Manifestantes pró e contra a descriminalização do aborto acompanharam a reunião e, em alguns momentos, gritavam palavras de ordem como " o estado é laico" e "não à hemorragia, contra o aborto". Em vários momentos o presidente da comissão, deputado Jofran Frejat (PR-DF), teve de pedir ordem aos manifestastes.

Com a aprovação do relatório, a matéria, que tramita no Congresso há 17 anos, segue para votação na comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara, que vai examinar os pressupostos de constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa das propostas dos ex-deputados.



Escrito por Ana Frank às 10h41 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 Delegacia de Defesa da Mulher

 

 

 

A violência contra as mulheres é crime e a lei prevê punição para quem os comete. Mas, para isso, é necessário que os agressores sejam denunciados, o que nem sempre é fácil.
     Muitas mulheres sentem vergonha ou têm medo de recorrer a uma delegacia tradicional para denunciar a violência e os abusos que sofrem. Para contornar esse problema, foram criadas as
Delegacias de Defesa da Mulher (DDM).
     Para oferecer um espaço mais adequado e acolhedor a essas mulheres o atendimento também é feito por profissionais do sexo feminino. Essas profissionais são especializadas em investigar crimes cometidos e orientar mulheres vítimas de violência.
     Os crimes contra a mulher não precisam ser denunciados exclusivamente nas Delegacias de Defesa da Mulher. Todo o distrito policial pode receber estas queixas e, caso a vítima solicite, o caso pode ser transferido para uma das Delegacias de Defesa da Mulher. Para que a transferência ocorra, é preciso que ela seja solicitada no registro da ocorrência.

 

  

  

Os principais casos atendidos na Delegacia de Defesa da Mulher:

 

Lesão Corporal: casos de espancamento, socos, bofetões, pontapés, e uso de objetos contundentes (facas, tesouras etc).

Estupro: relação sexual forçada por meio de violência ou ameaça (relações sexuais forçadas entre: marido e mulher; com deficiente mental; menores de 14 anos também são consideradas estupro).

Atentado violento ao pudor: contato íntimo forçado, sem relação sexual.

Rapto: condução a força ou sobre ameaça para algum local com a intenção de ter contato íntimo, sem completar uma relação sexual.

Ameaça: intimidação, através de palavras ou gestos, indicando a intenção de fazer algum mal.
Calúnia: falsa acusação

Difamação: ofensa contra a honra, na presença de outras pessoas.

Injúria: ofensa, sem a presença de testemunhas.

 

A delegacia também atua em casos de separação de casais, pensão alimentícia, partilha de bens e busca de filhos.

 

 

É importante saber que:

 

  • A delegada não pode arquivar o inquérito. Ou seja, ela não pode interromper a investigação que já foi iniciada através do Boletim de Ocorrência. Só o juiz pode mandar arquivar o inquérito policial.
  •  O acusado tem sempre o direito de ser defendido por um advogado. O Estado tem a obrigação de fornecer um advogado aos acusados sem recursos.
  • Nos casos de violência sexual (estupro, sedução, atentado violento ao pudor, rapto), a delegada orientará a vítima a pedir a punição do agressor (queixa-crime). O prazo para fazer esse pedido é de 6 meses. Sem o pedido, o agressor não poderá ser punido pela lei.
  • Geralmente, as vítimas de violência sexual sentem-se envergonhadas ou com medo de denunciar o agressor. Para evitar constrangimento, a vítima tem o direito de pedir ao juiz para realizar as audiências do processo a portas fechadas, protegendo, assim, a sua intimidade.
  • Procure logo a Delegacia. Tudo o que você disser pode ser importante para denunciar a violência que você sofreu processar o seu agressor. Não deixe o tempo passar.

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 10h56 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Lisa Schineller

 

A Mulher que promoveu o Brasil!

 

 

"O Brasil tem a melhor avaliação econômica em décadas", diz Lisa Schineller, diretora da S&P para a América Latina e analista do Brasil. "A data da mudança depende da velocidade com que o Brasil promova mudanças positivas em sua economia." Se ficar assim como está, em algum momento nos próximos anos o grau de investimento virá. Se o Estado ajustar as contas e acelerar o crescimento econômico, isso pode ser antecipado. Será a hora de comemorar de verdade, mas só um pouco, porque a partir dali o Brasil vai entrar em uma nova corrida. Dentro do que se chama grau de investimento, existe uma escala interna de notas, cujo teto é ocupado por três letras A. Em inglês, essa posição privilegiada, reservada a países como Estados Unidos, França e Luxemburgo, chama-se triplo A . "O grau de investimento não vai trazer apenas alívio para o Brasil,  "Mais difícil do que ser grau de investimento é ser triplo A."

Muitos analistas questionam os critérios de avaliação das agências e as consideram caixas-pretas em matéria de informação. Não entendem, por exemplo, como outros países tão ou mais problemáticos que o Brasil já têm o grau de investimento. A Índia tem fragilidades sociais muito mais sérias, a China é uma ditadura e a Rússia não costuma cumprir contratos.

Na Rússia, a elevação da nota de risco em 2003 atraiu muita gente interessada em negócios ligados à cadeia de petróleo e de gás, matérias-primas fartas por lá. Na Índia, houve impacto nas áreas de tecnologia e têxteis, nas quais o país já se destacava. No Brasil, diversos setores da economia poderão ser beneficiados, pois o país tem forte potencial de crescimento em várias áreas. Um setor que tende a ser valorizado é o agronegócio, pois é altamente competitivo. Outro é o de energia, incluindo petróleo e gás, que estão em expansão, bioenergia, que tem grande potencial de crescimento internacional, e energia elétrica, que está deficiente. Todas as áreas ligadas à infra-estrutura, como portos, aeroportos e estradas, também tendem a atrair investidores.

Lisa Schineller diretora da Standard & Poor's Origem Huntington, no estado de Nova York, EUA IDADE 43 anos EDUCAÇÃO Cursou Artes, com ênfase em Economia e em Espanhol, no Wellesley College, fez mestrado em Economia da Arte e doutorado em Filosofia na Universidade de Yale CARREIRA Na S & P, dirige a área que analisa países. Paralelamente, é professora na Universidade Columbia. Antes de entrar na agência, em 1999, trabalhou na Exxon e no Fed, o Banco Central americano.

 



Escrito por Ana Frank às 09h58 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





A volta de Marta a Prefeitura

Escrito por Ana Frank às 08h56 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
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