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Yoko Ono – Uma Retrospectiva
Nos últimos 50 anos, Yoko Ono é uma das poucas mulheres com proeminência no meio artístico experimental e vanguardista dentro do contexto internacional. Seu trabalho questiona o conceito e os objetivos da arte e derruba as barreiras tradicionais entre as várias demonstrações artísticas. A exposição apresenta elementos básicos decisivos na sua carreira, tão ampla e diversificada. Por um lado, trabalhos de instrução, que insinuam ou questionam certos princípios conceituais ocultos na obra de arte. De outro, há os trabalhos narrativos baseados na objetividade, expressando a visão crítica de Yoko Ono. Organização do Astrup Fearnley Museum of Modern Art, Oslo. Curadoria de Gunnar B. Kvaran, Grete Arbu e Hanne Beate Ueland. Voltada à arte conceitual, é uma artista que acredita nas idéias como essência da obra de arte, tendo sido uma das integrantes do grupo Fluxus – movimento sem fronteiras geográficas ou de linguagem que, combinando happenings, performances, fotografias, colagens, objetos, concertos musicais e festivais multimidiáticos, alastrou-se nos anos 60, inicialmente na Alemanha. Composto por cerca de 80 obras entre objetos, fotos, filmes, música e instalações, o projeto irá ainda extrapolar o espaço expositivo, com Yoko Ono apresentando uma performance na cidade. “Com a presença da artista e a realização de sua exposição, vamos reforçar a programação do CCBB dedicada às comemorações do Centenário da Imigração Japonesa”, afirma Marcelo Mendonça, diretor do CCBB-SP. Porém, acima de tudo, a atuação de Yoko é independente e ela continua questionando de forma decisiva o conceito de arte e do objeto de arte, destruindo esses limites. Foi uma das pioneiras a incluir o espectador no processo criativo, convidando-o a abandonar uma postura contemplativa e assumir uma postura ativa. A exposição, desdobramento da mostra Horizontal Memories, que já passou por Oslo (Noruega) e Zurique (Suíça), chega ao Brasil ampliada pela curadoria do crítico islandês Gunnar Kvaran e coordenação de Emilio Kalil, abarcando trabalhos realizados desde a década de 60. Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Escrito por Ana Frank às 12h33 AM [ ] [ envie esta mensagem ] Mulher Negra!
Violência contra a mulher é todo e qualquer ato ou conduta baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à mulher, tanto na esfera pública quanto na esfera privada. (Convenção de Belém do Pará-1994) Estas situações acontecem com você? O seu parceiro ou parceira... Procure ajuda. Você não está sozinha.
Escrito por Ana Frank às 10h25 PM [ ] [ envie esta mensagem ]
Quando há desigualdade salarial entre o homem e a mulher, ou Denuncie, procure a delegacia especializada mais próxima ou o disque-racismo. SOS RACISMO: 0800773-3886 DECRADI –DELEGACIA DE CRIMES RACIAIS DE DELITOS E INTOLERÂNCIA.
Escrito por Ana Frank às 10h19 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Bordertown - Cidade sob Ameaça
O filme foi baseado em fatos verídicos que comoveram a opinião pública americana, esta é a história da luta apaixonada de uma mulher pela justiça. Lauren Fredericks (Jennifer Lopez) é uma ambiciosa jornalista a trabalhar para o Chicago Herald. Querendo impressionar o seu editor (Martin Sheen), promete-lhe uma história importante, dirigindo-se para a cidade fronteiriça mexicana de Juarez, para investigar o caso de mortes e desaparecimentos de centenas de raparigas jovens, a maior parte delas empregadas da Maquilas, fábricas mexicanas instaladas ao longo da fronteira com os EUA e onde se procede à montagem de aparelhos eletrônicos para o mercado dos Estados Unidos. Juarez é uma cidade dominada pelo medo. Centenas de mulheres foram brutalmente violadas e assassinadas e ninguém parece preocupar-se. Completamente bloqueada pelas autoridades, Lauren inicia uma determinada busca pela verdade. O filme já esta em DVD e a Sonia Braga esta no elenco. Imperdível! para entender a luta feminista, contra a crueldade de gênero.
Escrito por Ana Frank às 04h53 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Vítimas de feminicídio
No dia 01/11 os mexicanos montaram um altar chamado de "Dia dos Mortos" para pedir justiça para as 470 mulheres assassinadas Desde 1993, quando começaram os feminicídios na cidade mexicana, além das mulheres assassinadas, cerca de outras 600 desapareceram. A maioria das mulheres e meninas assassinadas mostra sinais de prolongadas torturas, violação e mutilações. Mas o governo de Chihuahua pouco fez para resolver satisfatoriamente esses crimes e tomou poucas iniciativas concretas para impedir que novos feminicídios fossem cometidos. Segundo a Anistia Internacional, a Procuradoria Geral da República parece concluir que unicamente os delitos que comportam violência sexual --aproximadamente 20% dos 379 assassinados documentados - constituem violência de gênero. "A violência no âmbito familiar não parece ser considerada uma forma de violência baseada no gênero, e parece ter sido excluída necessariamente da categoria de violência sexual", acrescentou a organização. A Procuradoria Geral da República não examinou os casos ocorridos na Ciudad Juárez, nem fez uma revisão judicial sistemática dos casos de pessoas acusadas ou declaradas culpadas de assassinato que asseguram terem sido torturadas para que assinarem declarações falsas. O feminicídio no México não afeta só a Ciudad Juárez, mas a todo o estado de Chihuahua, onde, nos últimos sete meses, uma mulher foi morta a cada duas semanas. No ano de 2005, pelo menos 28 assassinatos de mulheres foram documentados. Todos esses números seguem se agravando, enquanto os níveis de impunidade se mantêm elevados.
Escrito por Ana Frank às 04h50 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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