Peça recria agressão sofrida por mulheres em seus lares

A peça Um homem bateu em minha porta, do Grupo Teatro do Óbvio, no teatro laboratório da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.
O tema é a agressão sofrida por mulheres, em grande parte dos casos pelos próprios companheiros - algo muito comum no Brasil. Partindo de depoimentos, reportagens, ensaios e dados estatísticos e tendo a linguagem televisiva e os contos de fada como estímulo, foi criada a trajetória de três mulheres com reações diferentes à agressão. Enquanto elas procuram um caminho que lhes dê alívio, alguns programas de tevê cumprem o seu papel de transformar a tragédia em audiência.
Na equipe de criação, direção e interpretação estão Maria Julia Martins, Carolina de Biagi, Fernanda Gama, Bruno Caetano e Rafael Truffaut. A duração é de 50 minutos.
A peça estará em cartaz até o dia 18 de dezembro. Os horários de exibição são 21 horas, às sextas e sábados, e 20 horas, aos domingos. A entrada é gratuita.
O Teatro Laboratório da ECA se localiza na Av. Prof. Luciano Gualberto, travessa J, Cidade Universitária, São Paulo.
Escrito por Ana Frank às 08h24 PM
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MUTIRÃO DE MAMOGRAFIA

A Secretaria de Estado da Saúde realiza no próximo dia 24 um mutirão de mamografia em todo o Estado. Serão disponibilizadas 306 unidades de atendimento em 133 municípios em todas as regiões. As mulheres serão atendidas com horário marcado.
Para participar do mutirão, as mulheres precisam marcar o atendimento por telefone. O prazo para inscrição termina na próxima terça-feira (20). Na Grande São Paulo 104 unidades de atendimento serão disponibilizadas. A expectativa é atender cerca de 100 mil pacientes.
Para fazer o exame é preciso ter um pedido médico da rede pública ou privada. As mulheres serão atendidas primeiramente no dia 24, mas aquelas que não conseguirem serão atendidas em até dez dias.
O agendamento deve ser feito na própria unidade onde a mulher escolher para fazer o exame. Se não houver mais vagas disponíveis nesta unidade, a paciente poderá realizar a mamografia em qualquer outro hospital participante do mutirão. Todas as unidades participantes terão identificação.
"O diagnóstico e tratamento precoce do câncer de mama são fundamentais para aumentar as chances de cura da doença. Por isso é tão importante que as mulheres aproveitem o mutirão e façam o exame".
As mulheres que tiverem qualquer dúvida sobre o mutirão podem ligar para a Ouvidoria da secretaria nos telefones 150 (somente para a capital) ou 0/xx/11/3066-8359, 3066-8488, 3066-8684 ou 3081-2817 (Grande São Paulo e interior) ou nos Departamentos Regionais de Saúde.
Escrito por Ana Frank às 10h15 PM
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Não pare esta mulher!!!

Está mulher vai dar a volta ao mundo alertando sobre o câncer do ovário.
Passe essa mensagem adiante, assim ela poderá atingir seu objetivo: andar pelo mundo todo - via e-mail -, divulgando a informação abaixo, tão importante para todas as mulheres. O câncer ovariano é silencioso - portanto, leia com atenção:
Atente para qualquer dor ou desconforto pélvico ou abdominal, vagos, mas persistentes problemas gastrintestinais como gases, náuseas e indigestões;
Vontade de urinar freqüente e/ou urgente, sem que tenha alguma infecção;
Perda ou ganho de peso inexplicável;
Pelve ou abdômen inchados, ou com sensação de cheio, cansaço anormal, ou mudanças inexplicáveis dos seus hábitos intestinais.
Se esses sintomas persistirem por mais de duas semanas, peça a seu médico uma combinação de exames pélvico/retal, exame de sangue CA-125 e ultrassom transvaginal.
O exame de Papanicolau NÃO detecta câncer ovariano.
Por favor, mantenha esta mulher andando.
Escrito por Ana Frank às 04h22 PM
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Que País é esse!

A mulher, 19, parte da comunidade xiita, foi estuprada 14 vezes durante o ataque de uma gangue na região leste do país.
Inicialmente, ela havia sido condenada a 90 chibatadas por violar as leis do país que proíbem qualquer forma de associação entre homens e mulheres não relacionados entre si. Ela tinha estado no carro de um homem desconhecido durante o ataque.
Quando a vítima apelou à Justiça, os juízes encarregados do caso afirmaram que ela teria tentado usar a mídia para influenciar a decisão da corte. Eles decidiram então dobrar a pena e condenar a vítima à prisão.
Os juízes também dobraram a pena dos estupradores – originalmente de cinco anos.
Penalidades
Segundo os jornais sauditas, o estupro aconteceu há um ano e meio numa província do leste do país.
Sete homens da maioria sunita do país foram considerados culpados pelo estupro e condenados a penas de um a cinco anos.
As penas foram dobradas depois do apelo, mesmo assim foram consideradas brandas - o país prevê pena de morte para estupradores.
Os jornais sauditas citaram a declaração de um oficial que afirmou que os juízes decidiram punir a vítima porque ela teria tentado influenciar o poder judiciário pela mídia.
O advogado da vítima foi suspenso do caso, teve sua licença confiscada e enfrenta processo disciplinar.
O pior é conviver com o senso de crueldade desse povo que esquece que necessita de um ovário e útero para poder criar uma vida.
Quem sabe no futuro o Irã crie umas geradoras elétricas de seres humanos, sem precisar das MULHERES!
Escrito por Ana Frank às 10h34 AM
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RECALL DE ANTICONCEPCIONAL

Esta proibido a venda do anticoncepcional Contracep pela Vigilância Sanitária de São Paulo em todo o Estado, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) enviou uma notificação para a EMS Sigma Pharma anunciar imediatamente o recall dos lotes atingidos.
O artigo 64 do Código de Defesa do Consumidor (CDC) a não realização do recall é crime contra a relação de consumo, e aplica pena de seis meses de detenção a dois anos, além de multa".
O Idec orienta às mulheres que faziam uso do anticoncepcional e que desconfiam de sua eficácia a procurarem a farmacêutica para realizarem o exame de gravidez sem qualquer custo.
Se for confirmada alguma gravidez em decorrência do uso deste anticoncepcional, as mães devem procurar a justiça para assegurar os seus direitos. Dentre as obrigações da empresa estão os seguintes custos:
Exame de gravidez; Pré-natal; Parto; Pós-parto; Pensão alimentícia até a maioridade da criança (18) ou se vier a cursar faculdade até o seu término; Assistência médica até a maioridade da criança; Danos morais e patrimoniais (que levam em conta o abalo emocional, psíquico e físico decorrentes da gravidez indesejada, bem como ao abalo no patrimônio da consumidora lesada).
Caso Schering
Em junho de 1998, surgiram as primeiras denúncias sobre mulheres que engravidaram após utilizarem o anticoncepcional Microvlar, fabricado pela Schering do Brasil. As vítimas compraram pílulas de um lote produzido apenas para o teste de uma máquina e lançado no mercado por negligência do laboratório. Ao invés de hormônios, as pílulas continham farinha (literalmente, pois fazia parte de sua composição amido de milho e talco).
Foi averiguada a produção de 25.090.922 drágeas (2.258,183 kg) com a finalidade de testar e utilizar o maquinário. Destas, 1.128 kg foram usados para testar as embalagens, de 12.01.1998 a 21.04.1998.
A Schering reconheceu publicamente que deixou a Microvlar placebo fosse distribuída aos consumidores. Contudo, fez o comunicado somente em 19.06.1998, ou seja, dois meses após o descarte e provável distribuição do placebo no mercado.
Em face do ocorrido o Idec ajuizou quatro ações para um grupo de 10 mulheres carentes, que teriam dificuldade de exigir os seus direitos na Justiça.
Inicialmente as mulheres receberam de R$ 6.000,00 a R$ 8.000,00 para a cobertura de despesas iniciais com parto, enxoval e assistência médica. Além disso, em três das ações foi também deferido o pagamento de pensão mensal pela Schering, até serem proferidas decisões finais definitivas. Duas associadas recebem 2,5 salários mínimos cada; outras três têm garantido, para cada filho, 3 salários mínimos; por fim, duas recebem, além de um salário mínimo, o custeio de plano de saúde para cada criança.
Depois de oito anos de espera, duas ações foram julgadas improcedentes e aguardam julgamento do Tribunal de Justiça. Uma terceira foi julgada parcialmente procedente e o TJ ampliou a condenação da empresa. A outra ainda não foi julgada.
Escrito por Ana Frank às 02h05 PM
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