MULHERES SAUDI EXIGE SEU DIREITO DE DIRIGIR!

Um grupo de mulheres Saudi vai entregar uma petição ao rei Abdullah da Arábia Saudita no dia 23 domingo que é o dia nacional Saudi.
Elas exigem o direito de dirigir sozinhas, os oficiais do governo concordam que não há nenhuma lei no reino que diz que as mulheres não podem dirigir. A proibição vem de uma interpretação estrita da necessidade da mulher ser com um guardian legal (um mahram) em público.
A petição, que foi afixada em Web site Saudi diferentes e circulada com os E-mais, pergunta não somente a Saudis mas povoa também em torno do mundo para assinar seus nomes.
As “mulheres estão na necessidade urgente de dirigir; é uma necessidade básica, a” dita das organizações de movimentação da petição, al-Oyouni de Fawzeyah, direitos humanos activista e esposa do poeta Ali Domaini.
Em Novembro de 1990, 47 mulheres Saudi foram detidas momentaneamente ao dirigir carros publicamente ao exigir o direito de dirigir. Após este, o debate desapareceu dos meios por alguns anos. A petição é a primeira ação feita exame por uma sociedade recentemente dada forma que se chame “a sociedade para direitas das mulheres protegendo e defendendo.”
As matérias acima mencionadas violam as declarações universais de direitos humanos, a convenção de encontro à tortura e a convenção da Eliminação de todas as formulas de discriminação das mulheres (CEDAW), que foram assinadas e ratificadas por seu país. Solicito que suas obrigações internacionais dos direitos humanos na legislação sejam cumpridas. Uma mulher Saudi merece os mesmos direitos que um homem Saudi e deve já não ser tratada enquanto um segundo cidadão..
Entre nos sites e assine a petição e deixe seu recado, tem que ser em inglês.
Saudi Women Petitioning Govt for Driving Rights!
http://xrdarabia.org/2007/09/16/more-on-saudi-womens-driving/
http://www.pjstar.com/stories/091807/NAT_BED46V0V.041.php
http://www.arabnews.com/?page=1§ion=0&article=101256&d=16&m=9&y=2007
http://paxalles.blogs.com/paxalles/women/index.html
Escrito por Ana Frank às 11h44 PM
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Candidatas polonesas tiram a roupa em campanha política!

Enquanto no Brasil as mulheres feministas Lutam para não vulgarizar a sua imagem:
NA POLONIA, AS MULHERES BUSCAM IGUALDADE E LUTAM PARA RECONQUISTAR A SUA DIGNIDADE TIRANDO A ROUPA.
O Partido Feminino propõe transparência e coloca suas candidatas nuas em poster. As eleições parlamentares ocorrem em outubro deste ano no país.
NA POLONIA, AS MULHERES BUSCAM IGUALDADE E LUTAM PARA RECONQUISTAR A SUA DIGNIDADE TIRANDO A ROUPA.
"Quero que as mulheres sejam tratadas como cidadãs de pleno direito na Polónia", disse Manuela Gretkowska, escritora e feminista famosa, quando em Dezembro de 2006 fundou um novo partido, o das Mulheres, que também é aberto a homens.
Numa altura em que o cenário de eleições antecipadas paira sobre a Polónia, o novo partido conta já com o apoio de 50% das mulheres polacas, algumas delas ouvintes da ultracatólica e anti-semita Rádio Maria. E assume-se como um dos novos desafios que os irmãos gémeos Kaczynski, no poder, terão de enfrentar.
Formada em Antropologia Medieval, em Paris, Gretkowska é autora de livros polémicos, que tratam temas considerados tabu no que toca à sexualidade feminina. Num dos seus livros uma personagem tem dois clítoris, escreveu o Corriere della Sera, lembrando que a escritora também é colunista e assina com frequência artigos na imprensa polaca.
A NOSS LUTA É TODO DIA!
SOMOS MULHERES E NÃO MERCADORIA!
Escrito por Ana Frank às 05h57 PM
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Gretkowska, de 42 anos, diz que, graças ao Presidente e ao primeiro- -ministro, "vivemos num estado de beligerância permanente. Os gémeos Kaczynski [Lech e Jaroslaw] vêem inimigos por todas as partes e estão sempre na trincheira. Não precisamos de guerras ideológicas, mas de normalidade. E nela, as mulheres polacas, discriminadas desde que nascem até que se reformam, devem reconquistar a sua dignidade e lutar no Parlamento".
A feminista que até 2006 nunca tinha tido actividade política, segundo o Warsaw Voice, propõe aumentar as reformas das mulheres, criar maternidades públicas decentes, tornar obrigatórios exames periódicos para as mulheres e financiar os contraceptivos e os tratamentos de infertilidade. Actualmente, apenas quatro tipos de contraceptivos são co-participados pelo Estado.
Gretkowska, cujo partido é tratado pelos seus críticos como "um grupo de idiotas", quer uma nova Solidariedade, "não a político-sindical, de Lech Walesa, mas uma solidariedade existencial, mais profunda, através da qual as mulheres verão finalmente reconhecidas o seu papel e enterrado um modelo patriarcal primitivo". Apesar de tudo, não se tratada de uma revolta, pois, esclarece, "não somos escravas".
Escrito por Ana Frank às 05h52 PM
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UM BEIJO PELA VIDA!

A Avon é muito mais do que a indústria de beleza que o Brasil inteiro conhece. É, principalmente, uma provedora do bem-estar e incentivo à vida. Desde sua criação, há mais de 120 anos, a empresa promove ações sociais focadas na população feminina. E para potencializar suas ações, criou, no Brasil, o Instituto Avon.
"A Avon acredita em valores femininos capazes de respeitar a beleza da vida e de potencializar mulheres e homens como co-criadores de uma existência centrada na liberdade e na harmonia", explica Luis Felipe Miranda, presidente da Avon Brasil, sobre os conceitos que explicitam a atitude da empresa em sua comunicação com a comunidade.
Este ano, a campanha Um Beijo pela Vida terá seu dia de mobilização nacional em 29 de setembro. A campanha, coordenada pelo Instituto Avon, arrecada fundos para apoiar projetos que promovem a detecção precoce do câncer de mama e disseminam informações para conscientizar as mulheres sobre a importância de realizarem exames preventivos. Os eventos serão realizados em todo o país, com especial destaque para Porto Alegre. Às margens do Rio Guaíba, no Parque da Marinha, haverá entretenimento e conscientização, com shows, tendas médicas para informar sobre exames preventivos e outros serviços voltados para a saúde da mulher.
Terá o espaço da cidadania, com participação de ONGs da região; praça de alimentação e espaço da beleza, onde as mulheres poderão ouvir palestras sobre temas ligados diretamente à auto-estima feminina.
Porto Alegre foi estrategicamente escolhida por ser a capital do Rio Grande do Sul, estado que apresenta a maior taxa de mortalidade feminina por câncer de mama no país.
Em quatro anos de existência, o Instituto Avon já apoiou 59 projetos, aplicando cerca de 10,5 milhões de reais em ações que promovem a detecção precoce do câncer de mama e beneficiando mais de 750 mil mulheres em todo o país.
Em Porto Alegre acontecerá a Passagem do Laço Rosa, evento apoiado pela Novartis. Uma mulher que venceu o câncer entrega o laço para outra que também superou a doença. O ato simbólico serve para mostrar, na prática, o grande objetivo da campanha: salvar a vida de mulheres. Por isso, um laço rosa é passado da mão de uma mulher que venceu o câncer de mama para outra de um outro país, até esse laço percorrer as várias unidades Avon que se mobilizam pela causa.
Neste ano, a revendedora autônoma de produtos Avon gaúcha, Iara Giusti, receberá o laço rosa das mãos de uma italiana. Em outubro, ambas participarão de uma grande homenagem reunindo diversas vitoriosas como elas, em Nova York.
Escrito por Ana Frank às 12h27 PM
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PREMIO CLAUDIA!
A 12ª Edição do Prêmio Claudia* premiará, neste ano, uma mulher em cada uma das cinco categorias escolhidas: ciências, cultura, políticas públicas, negócios e trabalho social.
Até dia 19 de setembro, as leitoras podem votar em suas preferidas (cinco no total - uma por categoria) por meio do hotsite do Prêmio (www.premioclaudia.abril.com.br) ou pelo portal wap do celular. Ao acessar o site, elas encontrarão o perfil e um cartão virtual com a foto de cada candidata. Além disso, no site da revista CLAUDIA é possível assistir a cinco vídeos editoriais sobre a mulher brasileira, suas conquistas e desafios em cada região do país.
Mãos à obra! (Quero dizer Dedos à obra)
MULHERES CONSTRUINDO IGUALDADES!
Escrito por Ana Frank às 10h36 PM
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"Para Mulheres na Ciência"
O programa é inspirado no "L'Oréal/Unesco For Women in Science" que nasceu de uma grande parceria firmada em 1998 entre o Grupo L'Oréal e a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. O projeto contempla a cada ano, cinco cientistas notáveis, uma por continente, que recebem um prêmio no valor de US$ 100 mil (cem mil dólares). Três brasileiras já foram laureadas: Mayana Zatz, da USP, em 2001; Lúcia Previato, da UFRJ, em 2004 e Belita Koïler, da UFRJ, em 2005..
Em 2006, a L'Oréal Brasil, com o apoio da Academia Brasileira de Ciências e o aval da Comissão Nacional da Unesco, elaborou o programa "Para Mulheres Brasileiras na Ciência". Estiveram diretamente envolvidos nessa iniciativa as cientistas Lúcia Previato, Belita Koïler, Mayana Zatz, além de outros membros da ABC e da Unesco. Já na edição de estréia, em 2006, o programa contou com 439 trabalhos inscritos, com um nível excepcional de qualidade, segundo o júri.
As vencedoras de 2007
1) Andrea de Camargo Instituto de Física de São Carlos, Universidade de São Paulo (USP) Pesquisa: Estudos Espectroscópicos de Sólidos com Propriedades Ópticas e Magneto-ópticas.
2) Wang Qiaoling Departamento de Matemática, Universidade de Brasília (UnB) Pesquisa: Auto-valores do Operador Poli-harmônico e o Teorema da Esfera.
3) Glaucia Martinez Departamento de Bioquímica e Biologia Molecular, Universidade Federal do Paraná (UFPR) Pesquisa: Efeito de Flavonóides sobre a Oxidação do DNA por Oxigênio Molecular Singlete na Presença de Melanina.
4) Tatiana Rappoport Instituto de Física, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Pesquisa: Manipulação de Spins e Cargas: dos Semicondutores Magnéticos ao Grafeno.
5) Lucia Codognoto Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento, Universidade do Vale do Paraíba (Univap) Pesquisa: Determinação de Cumarina em Formulaões Farmacêuticas Utilizando. Análise por Injeção em Fluxo com Detecção Fluorimétrica.
6) Mônica Andersen Departamento de Psicobiologia, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) Pesquisa: Efeito da Privação do Sono na Função Erétil de Ratos.
7) Ida Schwartz Departamento de Genética, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS),Serviço de Genética Médica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre e Pesquisa: Rede MPS Brasil: Investigação Integrada e Abrangente das Mucopolissacaridoses no Brasil.
Escrito por Ana Frank às 09h24 PM
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