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"Mulheres no Graffiti"
A história é meio antiga: começou nos anos 80, com artistas plásticos e militantes do hip-hop marcando os muros das cidades. O movimento pegava mesmo em São Paulo e era atividade proibidíssima, criminosa. Pouca gente entendia o grafite como arte. O grafite nasceu em Nova York, em 1966, quando jovens dos subúrbios resolveram marcar presença nas regiões mais nobres. A idéia era cutucar os ricos, que não iam aos guetos nem se preocupavam com o que acontecia por lá. Jana é uma das grafiteiras mas não a única tem a Guid, a Tikka e a Miss. Juntas, elas grafitaram para a Capricho, um muro no bairro de Pinheiros (dá para ver, fica na esquina das ruas Conselheiro Pereira Pinto e Gilberto Sabino). Guid, 28 anos, dirige a Grafiteria, endereço inaugurado em São Paulo no ano passado justamente para reunir artistas do spray. Tikka, 19 anos, depois de criar um outdoor para a Ellus, acabou sendo convidada para grafitar também peças da coleção. As três, que começaram assinando os apelidos nos muros, hoje dominam linguagens próprias e só lamentam não terem mais companhia feminina nas ruas. "As meninas até tentam, mas desistem. Pintar muro suja a roupa, estraga a unha. A gente às vezes usa luva, mas dificulta o movimento. Tem de dar uma desencanada", diz Miss. Para se ter uma idéia do desapego das garotas, programa legal para elas é vestir uma roupa mais velhinha, encher a mochila com latinhas de tinta, pegar um ônibus e circular por aí, examinando os cantos em que podem fazer arte. Escrito por Ana Frank às 10h02 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Na rede Graffiti
Escrito por Ana Frank às 10h00 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Juliana Monte Real descobre papel de proteína em lesão pulmonar
Uma jovem de 23 anos desvenda ação da PTX3, produzida por células do tecido do pulmão como reação a stress causado pela respiração artificial. Segundo a tese de mestrado de Juliana Monte Real, do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, a ventilação mecânica pode ser mais perigosa para esses pacientes do que se imagina. Ventilação mecânica é a técnica de respiração artificial que envia oxigênio para os pulmões por pressão. Juliana percebeu que um organismo já afetado por inflamação aguda no pulmão, causada por câncer, pneumonia ou dengue, por exemplo, é mais suscetível a lesões provocadas pelo procedimento. É como jogar gasolina em uma fagulha: uma etapa do processo de cura pode ser tão perigosa quanto a doença. Só que, embora indispensável, o procedimento pode piorar a lesão que já existia no pulmão. Tanto que há protocolos de segurança que levam em conta a elastância - a capacidade de elasticidade do pulmão do paciente - para protegê-lo de lesões que podem surgir. Acontece que os protocolos são padronizados, enquanto as pessoas respondem de forma diferente a eles. A biomédica espera portanto que um exame de detecção da PTX3 ajude a nortear o trabalho dos médicos no futuro. Além de comprovar que existe uma ligação entre os fatores, ela recebeu um prêmio do principal congresso europeu de doenças respiratórias. Sua tese foi uma das cinco premiadas, de 4.700 trabalhos submetidos. A biomédica foi, então, convidada a apresentar o trabalho em um congresso em Estocolmo, neste ano, quando o prêmio, então, será entregue. Depois dele, finalizará o mestrado, até março, e já prepara a proposta de doutorado. Escrito por Ana Frank às 11h52 AM [ ] [ envie esta mensagem ] skate feminino do Brasil
São as meninas que estão conquistando espaço no skate. Até bem pouco tempo atrás era quase impossível ver garotas andando nas pistas ou nas ruas. O mais próximo que elas chegavam de um skate era na arquibancada torcendo pelos namorados nos diversos campeonatos. Só que elas cansaram de ficar apenas torcendo e decidiram que estava na hora de mostrar que também podem dar show com o carrinho. É claro que a participação feminina ainda é pequena. No Brasil, aproximadamente 3% dos competidores são garotas, mas este percentual esta crescendo a cada dia. Quando elas decidiram encarar um campeonato, o número era muito pequeno, mas hoje já é considerável. Só Curitiba, capital nacional do skate, tem cerca de dezessete skatistas que competem. Foi então que os campeonatos começaram a acontecer com maior freqüência. Hoje, a capital paranaense é a sede da primeira escola de skate feminina do Brasil, a "Elo Skate Girl", fundada e criada há 9 meses por Edilene Ozório, uma das pioneiras no esporte. Larissa Carollo, de 18 anos. Ela começou a andar de skate no final de 99, com o incentivo do primo. No mesmo ano, competiu e obteve bons resultados, o que lhe rendeu em patrocínios: Drop Sista e Change Trucks. "Pra mim nunca teve problema, sempre andei com os moleques da minha rua. Os outros é que discriminavam, mas agora, depois dos resultados tá tudo 10", conta a skatista que montou com a ajuda dos pais, uma pequena pista em sua casa para treinar. Larissa é hoje uma das maiores promessas do skate brasileiro e já vem fazendo história pelas pistas e ruas do país. No currículo, inúmeras vitórias como: campeã da etapa do mundial realizado no Brasil em 2000; Vice- Campeã da etapa brasileira do Mundial de 2002; Vice- Campeã no ranking Brasileiro Amador de 2001 e 2002; Campeã Paranaense de 2002.
Escrito por Ana Frank às 10h36 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ABRASCO APOIA A POLITICA DE SAUDE SEXUAL
MOÇÃO - Na rede pública, o atendimento às mulheres em situação de abortamento é realizado, muitas vezes, sem respeito aos procedimentos técnicos requeridos, com atitudes de discriminação às mulheres, inclusive pouca atenção a medidas capazes de garantir sua adesão a uma prática contraceptiva, de modo a evitar a recorrência do aborto; - Os gastos com o atendimento das mulheres em situação de abortamento assim como o tratamento das complicações dos abortos inseguros nas internações hospitalares oneram o sistema de saúde;
Escrito por Ana Frank às 04h40 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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