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Femicídio O femicídio no México segue em foco, cuja expressão máxima são os crimes contra as mulheres
"Estudantes, mães, meninas, funcionárias da indústria das maquiladoras..., nenhuma mulher está a salvo Os dados oficiais indicam que, de 1993 até o ano atual, 300 mulheres foram mortas e outras 600 desapareceram A Nuestras Hijas de Regreso a Casa é uma das organizações que vem lutando para que a justiça seja acionada e os casos de desaparecimentos e mortes tenham um fim. Marisela Ortiz, coordenadora da entidade è uma professora de 2º grau que, neste momento, se encontra ameaçada de morte ela e a filha. Precisamos encaminhar uma carta para cessar as ameaças de morte e que faça valer as leis dos Direitos Humanos.
Email: oacosta@chihuahua.gob.mx www.cimac.com y www.mujereshoy.com. Escrito por Ana Frank às 06h06 PM [ ] [ envie esta mensagem ] SOS - MARISELA ORTIZ
Lic. José Reyes Baeza Terrazas
Me preocupa la seguridad de Maria Luisa Garcia y Marisela Ortiz, dos defensoras de los derechos humanos, quienes pertenecen a la organización Nuestras Hijas de Regreso a Casa. Ellas y también los miembros de Más de 400 mujeres y niñas han sido asesinadas en Ciudad Juárez y La oficina de Nuestras Hijas de Regreso Casa ubicada en Ciudad Juárez ha sido forzada ya tres veces desde octubre del 2006. Aparte de amenazas y asaltos, la intimidación también se ha utilizado contra estos activistas. El 24 de octubre del 2003, unos hombres armados dieron el alto a su automóvil. Le apuntaron un arma a la cabeza, le pusieron otra en la boca, y le dijeron: “Ahora vas a conocer lo que sufren las muertas de Juárez”. Tales abusos contra individuos quienes se han dedicado a pedir justicia para las mujeres secuestradas y asesinadas en la frontera entre los Estados Unidos y México ya no se pueden tolerar. Le ruego que actúe ahora para asegurar que ellos reciben protección y recuerde a las autoridades que los defensores y defensoras de los derechos humanos tienen derecho a llevar a cabo sus actividades sin restricción ni temor a las represalias, como dispone
Atentamente,
[NOMBRE]
[DIRECCIÓN]
Escrito por Ana Frank às 06h03 PM [ ] [ envie esta mensagem ] As revistas Femininas!
Há 50 anos, atrás as revistas femininas brasileiras davam esse tipo de conselho para as mulheres. (Jornal das Moças, 1959) A mulher deve fazer o marido descansar nas horas vagas. Nada de incomodá-lo com serviços domésticos. (Revista Querida, 1955) Lugar de mulher é no lar. Trabalho fora de casa tira a feminilidade da mulher. Mulheres trabalhando só em casa, maridos que não ajudam em nada?! Esses pensamentos devem estar mofados de tão velhos pois muita água rolou desde que a primeira mulher queimou seu sutiã para protestar contra sua situação na sociedade. A mulher foi por muito tempo apenas um complemento do homem. Já nascia obedecendo. Primeiro ao pai, depois ao marido. Casava, e se não casasse, era uma mulher sem talento para ser mulher, cuidava da casa e da família, e não tinha o direito de se desenvolver profissionalmente. Se era pobre e tinha de trabalhar para ajudar no sustento da casa, ela sempre ganhava menos que o homem, mesmo se trabalhasse o mesmo ou até mais. Nesses tempos, não era permitido para as mulheres sonhar com estudo, carreiras ou profissões que costumavam ser só dos homens (Medicina, Direito, Engenharia), votar nas eleições ou se separar do marido. Nada de querer ter uma vida independente, nem pensar! A situação não foi nada fácil para as mulheres, mas, mesmo assim, ninguém conseguiu impedi-las de transformar seu papel e sua realidade! Os movimentos feministas foram muito importantes para que a sociedade reconhecesse a importância da mulher. Escrito por Ana Frank às 01h14 PM [ ] [ envie esta mensagem ] A imagem da mulher na TV brasileira
No final de março deste ano, diversas ONGs e associações ligadas ao movimento defesa das mulheres ingressaram, em São Paulo, com uma representação na Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) do Ministério Público Federal. A denúncia é de que a programação televisiva, de modo geral, não retrata a imagem da mulher na perspectiva da diversidade feminina, o que contribui para a manutenção e o fortalecimento de situações discriminatórias. A partir dessa denúncia, a PRDC realizou no auditório da Procuradoria da República/SP, em 23/04, uma audiência pública que contou com a presença das emissoras de TV brasileiras e diversos segmentos da sociedade civil, principalmente ligados aos movimentos em defesa dos direitos das mulheres. Da audiência ficou combinado que as emissoras, separadamente, receberiam um Comitê de mulheres para o assunto da imagem da mulher na TV brasileira. Após esse encontro com as emissoras, que se deu no curso no mês de maio, as partes voltaram a se reunir no Ministério Público Federal no dia 14/06. Essa reunião teve um tom menos cordial que as outras e um dos principais motivos desse tom foi a completa ausência de aceitação, por parte das emissoras, de qualquer mudança na programação, com a finalidade de atender o pleito do movimento feminista. Sob o manto da liberdade de expressão e do repúdio à censura, as emissoras de TV firmam a visão absolutamente equivocada de que o concessionário pode criar demandas e necessidades, bem como justificar a desigualdade, conformando e perpetuando situações injustas. Na fala das emissoras em relação à mudança da programação televisiva para retratar as mulheres brasileiras dentro da realidade de nosso país, não existe a percepção de que a concessão pública que lhes foi outorgada tem forte responsabilidade social e deve ter como finalidade principal a transmissão de entretenimento e informação aos telespectadores de acordo com os anseios da sociedade e não dos grupos dominantes e dos interesses dos anunciantes Por isso, para a efetividade do direito cultural da sociedade, é preciso que haja acesso e liberdade do público. Essa liberdade não pode ser reduzida à mudança do canal de TV na tentativa de encontrar uma programação mais adequada e menos discriminatória lhe cabe o direito de não ver a imagem das mulheres ser reproduzida ou criada totalmente em desacordo com a realidade, como acontece com a imagem das mulheres na TV brasileira. Cabendo ao Estado e ás emissoras de televisão o dever de implementação e resguardo desses direitos.
Escrito por Ana Frank às 12h43 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Pimenta Neves é condenado a 19 anos de prisão.
Armado, ele a esperou num haras e atirou pelas costas. Mesmo com ela já agonizando no chão, ainda deu-lhe mais um tiro, na cabeça. Réu confesso de um crime hediondo e condenado a 19 anos de prisão, o jornalista Pimenta Neves, que matou a jornalista Sandra Gomide, continua sem punição, sete anos depois, num dos mais gritantes casos de impunidade no país. Com acesso a bons advogados, em vez de preso, ele mora numa confortável casa em bairro nobre de São Paulo. Com a atual namorada, viaja nos fins de semana para seu sítio ou para a praia. Freqüenta restaurantes badalados e ainda tenta, na Justiça, mudar a pena. Os advogados do réu vão protelar o julgamento final, com recursos a outras instâncias, "demonstrando desrespeito à justiça do País. "Estamos diante de um quadro que se resume com a morte da vítima e a morte mental dos familiares, ante a impunidade do réu." Caso não seja preso, estaremos diante de uma das maiores impunidades no Brasil, que entrará para a história como o caso de Pimenta Neves que matou a namorada e passou apenas 7 meses na cadeia. Escrito por Ana Frank às 06h22 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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