O MINISTRO TEMPORÃO
O ministro Temporão da Saúde propôs acabar com a propaganda de bebidas alcoólicas, legalizar o aborto, mudar o regime trabalhista na saúde e por aí vai. Acabou colecionando desafetos, de Zeca Pagodinho a Bento XVI.
As mortes violentas de adolescentes tornaram-se uma epidemia nacional. Duas em cada três mortes de jovens homens ocorrem por homicídio ou acidente de carro. Nos dois casos, há uma forte associação com o consumo de bebidas alcoólicas. Um claro exemplo foi a grande queda na taxa de homicídios em Diadema, São Paulo, quando os bares foram obrigados a fechar suas portas mais cedo. O país precisa de uma política de racionalização do consumo de bebidas alcoólicas, especialmente entre os jovens.
No Brasil o aborto é ilegal, mas como ocorre em outras áreas isso não impede que um número enorme de abortos seja realizado anualmente no país. Esta situação, alega corretamente o ministro, submete centenas de milhares de mulheres a um atendimento médico precário e de alto risco. As mulheres mais pobres sofrem relativamente mais, e muitas terminam em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS) para tratar-se de complicações advindas desse atendimento precário. É difícil acreditar que colocar em risco a saúde e a vida das mulheres seja a forma mais eficiente de estimulá-las a um planejamento familiar adequado.
O ministro ao propor que estudantes de medicina de universidades públicas retribuam a gratuidade do seu ensino com uma espécie de serviço civil obrigatório (remunerado) por exemplo, trabalhando por um período em comunidades carentes de atendimento médico. A proposta também deveria valer para outras carreiras. Engenheiros e economistas, por exemplo, podem passar um período lecionando em escolas públicas, onde há grande carência de professores de ciências exatas.
So precisa por em pratica suas propostas com o apoio da população e com a sua força de trabalho.
Escrito por Ana Frank às 09h13 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
Mulheres exigem maior participação na reforma política
Com o lema “Nem menos nem mais: apenas iguais”, manifestantes realizaram um ato na Esplanada em prol da igualdade de gênero no Legislativo.
As mulheres estão preocupadas com os rumos da reforma política no País apesar de serem a maioria do eleitorado (52%), a participação das mulheres no Parlamento brasileiro não passa de 8,77% na Câmara e 12,3% no Senado. Segundo a organização Inter-Parliamentary Union, o Brasil ocupa a 107º posição mundial em presença feminina nos parlamentos nacionais.
As mulheres exigem maior participação no Parlamento brasileiro, essa insatisfação foi manifestada em 13/06, em Brasília, por meio de um ato público no gramado do Congresso Nacional, promovido pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM) e a Bancada Feminina das duas Casas, com o apoio da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM).
Com o lema “Nem menos nem mais: apenas iguais”, o ato foi marcado pela revoada de milhares de balões lilás e branco no céu da Esplanada dos Ministérios, pela caminhada de braços dados das participantes até a entrada do Congresso Nacional e pela leitura e distribuição de uma carta aos parlamentares.
As mulheres também entregaram a carta aos parlamentares no anexo das comissões e no Salão Verde da Câmara.
A carta, assinada pelo CNDM, Bancada Feminina no Congresso Nacional e Fórum Multipartidário dos Organismos de Mulheres dos Partidos Políticos, reivindica a lista pré-ordenada com alternância de sexo – um homem, uma mulher -, 30% do tempo na propaganda eleitoral do rádio e TV para candidaturas de mulheres e 30% da destinação de recursos do Fundo Partidário para os organismos de mulheres dos partidos políticos.
O ato contou com a presença da Ministra Nilcéa Freire, da SPM, de conselheiras do CNDM, como Clara Charf, de secretárias de partidos políticos, de deputadas, senadoras, da representante da Bancada Feminina da Câmara Luíza Erundina, além de outras 50 mulheres.
Escrito por Ana Frank às 06h36 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
ASSEMBLEIA LEGISLATIVA
Lançamento da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos das Mulheres.
Dia 20 de junho de 2007 às 14 horas no auditório Teotônio Vilela.
MULHERES CONSTRUINDO IGUALDADES!
Escrito por Ana Frank às 10h42 PM
[ ]
[ envie esta mensagem ]
|