TEMPLATE ERROR Current Date: Sun Aug 17 11:40:02 BRT 2008 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 46 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementELSE Ana Frank - UOL Blog


Comitê pró-legalização do aborto

 

 

No mundo todo, mais de 71 mil mulheres morrem anualmente por complicações decorrentes do aborto inseguro. No Brasil, a estimativa é de um milhão de interrupções clandestinas realizadas, sendo que o Sistema Único de Saúde atende, em média, a 250 mil mulheres por ano com infecções e hemorragias, em decorrência de abortos mal feitos. No Brasil, a prática já é a quarta causa de mortalidade materna. Diante deste quadro, dezenas de organizações feministas escolheram o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher, comemorado nesta segunda-feira (28), para lançar em São Paulo o Comitê de Luta Pela Legalização do Aborto.

 

Numa manifestação promovida nas escadarias do Teatro Municipal, no centro da capital paulista, elas afirmaram que o aborto deve ser tratado como uma questão de saúde pública. E explicaram que, na sua avaliação, quem sofre as piores conseqüências da atual legislação são as mulheres pobres. Desde 1940, o Código Penal brasileiro determina que, salvo em casos de risco de vida e estupro, a mulher que aborta pode ser condenada a até três anos de prisão. Em 1999, o Ministério da Saúde regulamentou o atendimento nos dois casos de aborto previstos na lei e, em 2005, uma norma federal estabeleceu procedimentos para o atendimento dos casos de abortos praticados de forma clandestina que chegam aos hospitais.

No entanto, a grande maioria das mulheres que precisam recorrer ao serviço público após complicações resultantes de interrupções de gravidez mal feitas faz parte da população carente. É a mesma mulher que, em função de suas condições sócio-econômicas, não teve acesso a métodos contraceptivos e anticoncepcionais.

“A gravidez indesejada é um problema sobretudo para as mulheres que estão na periferia. A maioria é jovem, já engravidou uma vez e torna a engravidar, mas não tem como recorrer às clínicas clandestinas, porque são caras.

Aí ela recorre a remédios, que são a forma mais cruel de interrupção, porque provocam hemorragia imediata. Se não for socorrida, a mulher morre na hora”.

 



Escrito por Ana Frank às 07h08 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





"Quem tem dinheiro já faz o aborto sem risco. Queremos agora mudar a legislação para que todas que queiram e precisem também tenham acesso a isso. O aborto é crime no Brasil desde 1940 e isso não tem evitado a prática. Hoje, muitas mulheres perdem a vida por uma política que não garante o direito à maternidade como escolha da mulher”, afirma Dulce Xavier, da organização Católicas pelo Direito de Decidir. “Vivemos num país laico, que deve fazer políticas públicas sem influência de nenhuma religião. Temos que respeitar todas as manifestações religiosas, mas queremos que a saúde pública respeite a cidadania de todas as mulheres”, completa.

Atualmente, há diversos projetos em tramitação na Câmara dos Deputados relacionados à não criminalização e à legalização do aborto. Um deles, de autoria do então deputado José Genoíno (PT-SP), propõe a legalização da interrupção até a 12ª semana de gravidez, quando o feto ainda não desenvolveu o córtex cerebral. Este e os demais projetos estão neste momento na Comissão de Seguridade e Família, a primeira da Câmara que os avaliará. Nesta semana, os presidentes da Câmara e do Senado devem receber uma carta elaborada pelo Conselho Nacional dos Direitos da Mulher que reivindica a legalização do aborto no Brasil. O movimento feminista também deve organizar, nos próximos dias, reuniões com os deputados e deputadas autores dos projetos em tramitação.

 

Nos próximos meses, as ações do comitê de São Paulo, que permanece aberto a adesões, devem se intensificar. O objetivo é fazer uma ampla campanha, com atividades de rua em todo dia 28, até o mês de setembro, quando se celebra o dia contra a criminalização do aborto em toda a América Latina. As feministas também esperam que outros estados abracem a iniciativa e lancem comitês com o mesmo objetivo, de ampliar o debate sobre o assunto na sociedade.

 

“Esta é uma campanha pelo direito e pela autonomia das mulheres de decidirem sobre sua maternidade. Isso passa pelo nosso corpo, mas vai além: é nossa vida. Não vai haver liberdade, autonomia e a maternidade não deixará de ser uma imposição enquanto o aborto não for legalizado. É uma luta radical, mas os setores conservadores são radicais em seu direitismo.

Para saber mais sobre o comitê, visite a página
http://legalizacaodoaborto.bravehost.com

 



Escrito por Ana Frank às 07h07 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





lua azul e sua magia!

 

 

A 2ª Lua Cheia de Maio, chamada de Lua Azul por ser a segunda Lua Cheia dentro do mesmo mês, acontece às 22:03 h do dia 31 de maio. É uma quinta-feira, dia da semana consagrado a Júpiter, planeta da generosidade, moral, ética, religiosidade, prosperidade e abundância. A cor da quinta-feira também é a Azul.

É um momento fantástico para trabalhar o eu interior, a religiosidade, a intuição e potencializar os poderes psíquicos.
Favorece ainda a prosperidade e a abundância como um todo. A Lua exerce incrível influência sobre nós, uma vez que nosso corpo é constituído 70% de água e essa influência atua no corpo emocional.

A Lua Azul acontece, em média, uma vez a cada dois anos e sete meses, sete vezes a cada dezenove anos e trinta e seis vezes num século. Isso se deve a que um mês terrestre tem em média 30,5 dias enquanto o mês lunar tem 29,5 dias.

 

A Lua Azul é regida pela Matriarca da 13 Lunação . Ela é “aquela que se torna a visão”, a guardiã de todos os ciclos de transformação, a mãe das mudanças. Esta Matriarca nos ensina a importância de seguir nosso caminho sem nos deixar desviar por ilusões que possam vir a interferir em nossas visões. Cada vez que nos transformamos, realizando nossas visões, uma nova perspectiva e compreensão se abrem, permitindo-nos alcançar outro nível na eterna espiral da evolução do espírito. A última visão a ser alcançada é a decisão de simplesmente SER.

Sendo tudo e sendo nada, eliminamos os rótulos e definições que limitam nossa plenitude.

Para criar uma atmosfera adequada a uma celebração da Lua Azul, use velas e roupas azuis. Prepare água lunarizada expondo garrafas de vidro azul, cheias de água, aos raios lunares.

 

Acenda uma vela azul olhe fixamente para a Lua, eleve seus braços e “puxe” a luz da Lua para sua testa, seu coração e seu ventre.

Conecte-se, em seguida, à Matriarca, pedindo-lhe orientação sobre as mudanças necessárias para alcançar uma real transformação.

“Permaneça, depois, em silêncio e ouça as mensagens e respostas ecoando em sua mente ou alegrando seu coração.”

AWEN!

QUE ASSIM SEJA

QUE ASSIM SE FAÇA!

 



Escrito por Ana Frank às 07h21 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF)




Aprovado requerimento do Sr. Jorge Tadeu Mudalen que requer a realização de 4 Audiências Públicas para fim de discutir o Projeto de Lei 1135/1991, que suprime o artigo 124 do Código Penal Brasileiro.



Saudações feministas!



Escrito por Ana Frank às 11h46 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal

 

 

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, anunciou nessa segunda-feira a oferta de anticoncepcionais para farmácias e drogarias particulares credenciadas pelo governo, ao preço de 0,40 real a cartela.

A oferta do medicamento com desconto de até 90 por cento no preço de referência do produto é para atender mulheres que não buscam o Sistema Único de Saúde (SUS), onde os contraceptivos são gratuitos. Na rede pública, a meta do governo é ampliar a oferta de contraceptivos de 20 milhões para 50 milhões de cartelas este ano.

Outros medicamentos, como anticoncepcional injetável (dose mensal) e minipílula para uso durante a lactação, também estarão disponíveis nessas farmácias particulares credenciadas no programa "Aqui tem farmácia popular".

Atualmente são quase 3.500 pontos de venda particulares credenciados em todo o país que vendem medicamentos contra diabetes e hipertensão mais baratos com a contrapartida financeira do governo. O objetivo é chegar a 10.000 pontos credenciados até o fim do ano, incluindo a oferta de contraceptivos femininos.

Para Temporão, essas medidas são necessárias porque não foram cumpridas metas de mortalidade infantil neonatal e materna. No primeiro quesito, a meta era de 15 por cento, e o governo atingiu 14 por cento. Já na mortalidade materna, também com meta de 15 por cento, só se chegou a 7 por cento.

Durante o anúncio do conjunto de medidas sobre planejamento familiar, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que agora espera cumprir as metas.

"No segundo mandato, você pode fazer a reparação do que não consegue no primeiro mandato... No segundo mandato, temos mais leveza para governar porque não tempos o peso da reeleição nas costas", disse Lula, em discurso, no Dia Internacional da Saúde da Mulher e Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna.

O ministro da Saúde, que causou polêmica ao defender o debate sobre o aborto às vésperas da visita que o papa Bento 16 fez ao Brasil neste mês, defendeu que o tema seja examinado pelo Congresso.

"Essa questão tem que estar inserida em política mais ampla de planejamento familiar. Caberá ao Congresso Nacional definir se haverá mudança na legislação sobre o tema", disse Temporão.

"O governo está colocando a questão nos eixos para que as mulheres possam decidir",

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 11h41 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





28 DE MAIO

 

Dia mundial de ação pela saúde da mulher

Ação em defesa do Aborto legal e seguro

Uma condição para a garantia da autonomia e saúde das mulheres

 

LANÇAMENTO DO COMITÊ DE LUTA PELA LEGALIZAÇÃO DO ABORTO

 

 

Nesta segunda-feira, 28 de maio, a partir das 16h, o movimento de mulheres de São Paulo estará na Praça Ramos manifestando-se pela mudança na legislação brasileira sobre o aborto, e lançando o Comitê de Luta pela sua legalização.

 

Queremos a legalização do aborto, com o seu atendimento no sistema de saúde, pública e conveniada, para que todas as mulheres tenham acesso a ele.

 

Tanto o ministro da Saúde como o Presidente da República reconheceram a grave situação de saúde pública gerada pelo aborto clandestino em nosso país, e a perspectiva de um plebiscito a respeito da legislação sobre o aborto torna o debate com toda a sociedade fundamental. A recente visita do Papa deu relevância para a questão do aborto, do ponto de vista do que chamam “defesa da vida”.

 

O Comitê de Luta pela Legalização do Aborto quer discutir o direito à vida das mulheres, o direito à educação sexual de nossas crianças e adolescentes, o direito ao planejamento familiar, a informação e o acesso a todos os métodos anticoncepcionais.  O Comitê de Luta pela Legalização do Aborto quer lembrar que nosso Estado deve ser laico e democrático, devendo, portanto respeitar diferentes opiniões e garantir tanto a saúde das mulheres que desejam ser mães como daquelas que acham que ainda não é o momento.

 

A KIWI Cia de Teatro realizará performance teatral, a Fuzarca Feminista fará sua batucada feminista.

 

Estaremos na rua debatendo com as pessoas, distribuindo esclarecimentos, angariando apoios e  incluindo novas entidades no Comitê.

 

 



Escrito por Ana Frank às 06h30 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
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