Virada Cultural!
Dias 5 e 6 de maio, das 18h ás 18h
24 horas de atrações por toda a cidade, musica, dança artes visuais, cinema, teatro, atividade para as crianças e muito mais.
O lema da vez é A Cultura para Todos os Lugares, com propostas não só de inclusão social, como também de apoio a diversidade. Até o rock ganha espaço na festa, com apresentação em pontos públicos, como a Praça da Sé, que terá um show de Alceu Valença.
Outros quatro palcos serão montados no restante da cidade. Além do centro, Zona Sul (Pedreira), Zona Leste (Guaianazes), Zona Oeste (Para de Taipas) e Zona Norte (Parque da Juventude) também recebem apresentações de diferentes cantores da música brasileira.
Todos os museus e centros de cultura abrem no dia com programação especial. Os hotéis e agências de turismo prepararam preços especiais sob incentivo da Prefeitura, que deseja fazer a Virada Cultural conhecida mundialmente.
A agitação do dia abrange também bares e restaurantes, que funcionarão em horários especiais. Ao todo, 350 atrações foram programadas para "invadir" São Paulo nas 24 horas do evento.
Segurança Embora nenhuma das duas edições anteriores tenha registrado qualquer queixa policial, a Prefeitura investiu mais em segurança. No último ano, a Virada Cultural foi realizada apenas uma semana após os ataques do PCC na cidade.
Transporte As três principais linhas do metrô vão operar durante toda a noite do dia 5 e madrugada do dia 6, para facilitar o transporte dos participantes. As linhas de ônibus funcionarão em acréscimo, mas os horários serão mantidos.
WWW.viradacultural.com.br
Dê folga para o pijama!
Escrito por Ana Frank às 07h10 PM
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Conferência reúne mais de 1.000 pessoas em São Paulo
Evento realizado no Palácio dos Bandeirantes escolhe 108 delegadas da sociedade civil e 41 do governo municipal
Moções de repúdio, documento com propostas e escolha de delegadas titulares e suplentes, além da discussão de cinco eixos temáticos, movimentaram a 3ª Conferência Municipal de Políticas Públicas para Mulheres de São Paulo, realizada nos dias 3 e 4, no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual.
Com o tema “As Mulheres Discutindo e Definindo Políticas Públicas de Igualdade para a Cidade”, a programação começou às 9h30, do dia 3, com a mesa de abertura formada por autoridades, como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab; a secretária-adjunta da SPM, Teresa Sousa; o Secretário Especial para a Participação e Parceria, Ricardo Montoro; a coordenadora da Coordenadoria da Mulher, Maryluci Faria; a representante da Promotoria Pública de São Paulo, Jacqueline Lorenzetti Martinelli; e a representante do Conselho Estadual da Condição Feminina, Cláudia Patrícia Silva.
“A Coordenadoria da Mulher está preparando um decreto que institui um programa inter-secretarial de enfrentamento à violência contra a mulher”, anunciou Maryluci Faria.
Durante a conferência, foram aprovadas moções de repúdio ao deputado federal Clodovil Hernandez e ao cantor Aguinaldo Timóteo, devido a declarações que colocam a mulher em situação degradante; moções de repúdio ao tratamento dispensado à mulher pela mídia; e moção para manter o Estado laico e garantir a aplicação das políticas públicas para as mulheres.
Durante um dia e meio, no auditório Ulysses Guimarães, no Palácio dos Bandeirantes, foram discutidas questões como o processo da Conferência Nacional de Políticas para Mulheres; o balanço das ações da Coordenadoria da Mulher; políticas municipais para mulheres e ainda trabalho, renda e combate à pobreza; educação e cultura; enfrentamento à violência contra mulheres; saúde e direitos reprodutivos; cidadania e participação das mulheres nos espaços de poder.
Foram feitas 15 pré-conferências nas subprefeituras da cidade, durante os meses de março e abril, com a participação de mais de 2000 mulheres.
O descaso da prefeitura foi lamentável com relação ao espaço, alimentação muitas mulheres que participaram da conferencia reclamava muito pela discriminação as mulheres.
A conferencia é um momento muito importante na vida da mulher, pois há uma busca de políticas publicas para uma cidadania plena das mulheres.
Lamentável!
Escrito por Ana Frank às 09h15 PM
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