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Apoio ao Ministro da Saúde José Gomes temporão
O Ministro da Saúde declarou ser favorável à realização de um plebiscito sobre o aborto, afirmando que o aborto é uma questão de saúde publica que precisa ser debatida com seriedade. Ele quis chamar a atenção para o fato de que “o debate sempre foi feito dentro de um contexto moral, filosófico ou religioso, mas não no contexto de saúde pública”. Por causa desta declaração, o ministro vem sendo fortemente criticado pela Igreja Católica e parlamentares, integrantes da Frente Parlamentar em Defesa da Vida. Durante visita a Fortaleza, o Ministro Temporão foi hostilizado em um ato público, organizado por políticos locais, integrantes do Movimento Carismático, contando com a presença do dep. Luiz Bassuma (PT/BA), presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Vida. A declaração do Ministro tornou-se alvo dos ataques fundamentalistas e da mídia, considerando que a CNBB vêm travando uma verdadeira ofensiva em relação ao tema do aborto com estratégias diversas, como manifestações públicas “em defesa da vida”, outdoors veiculando distorções sobre o PL 1135 e a ocupação de espaços na mídia.
Procedimento para o envio de cartas: Para o Ministro a Saúde Jose Gomes Temporão - jose.temporao@ Para o Presidente Lula – entra no site www.presidencia. Gilberta Soares -Secretaria Executiva Jornadas pelo Direito ao Aborto Legal e Seguro
Escrito por Ana Frank às 04h27 PM [ ] [ envie esta mensagem ] CLODOVIL CADE SUA ETICA?
A bancada feminina na Câmara, composta por 45 deputadas, vai analisar, nos próximos dias, a possibilidade de entrar com uma representação no Conselho de Ética contra o deputado Clodovil Hernandes (PTC-SP) por causa de suas recentes declarações sobre as mulheres. Ao chegar ao Palácio do Planalto, na última sexta-feira (20), para entrevistar a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, para o seu primeiro programa na TVJB (antiga CNT), o parlamentar afirmou que desistiu de criar vestidos para mulheres porque elas se tornaram "muito vulgares, ordinárias e cheias de silicone". "Hoje em dia, uma mulher trabalha deitada e descansa em pé", disse. Veja na integra: http://congressoemfoco.ig.com.br/Noticia.aspx?id=16363
Mande um recado: dep.clodovilhernandes@camara.gov.br
Escrito por Ana Frank às 10h40 AM [ ] [ envie esta mensagem ] FESTA SOMOS TODAS PECADORAS!
São Paulo vai parar dia 11 de Maio... VEM AI a festa: SOMOS TODAS PECADORAS!
Escrito por Ana Frank às 10h19 AM [ ] [ envie esta mensagem ] III Conferência Municipal de Mulheres
Tema : “ As Mulheres Definindo e Discutindo Políticas Públicas” Dia :03/05 – das 8h00 às 17h00 Dia 04/05 das 9h30 às 14h00 Local: Palácio dos Bandeirantes – Av. Morumbi, 4.500 - Auditório Ulisses Guimarães. Programação:Dia 03/058h30 – 9h30 – início do Credenciamento e café da manhã 9h30 – 10h00 – Mesa de abertura, com presença do Prefeito e autoridades 10h00 11h00 – 2a. Mesa : A Conferência e seus temas Ministra Nilcéia Freire da Secretaria Especial de Políticas para Mulheres – Coordenadora Maryluci de Araújo Faria _ Coordenadoria da Mulher PMSP 11h00 – 13h00 – 3a. Mesa e 4a. Mesa : Políticas Municipais para as Mulheres Secretários Municipais e lideranças dos Movimentos de Mulheres 13h30 – 14h30 – Almoço 14h30 – 17h00 – Mini-Plenárias temáticas Trabalho e Geração de Renda, Educação e Cultura, Enfrentamento à Violência, Saúde e Direitos Reprodutivos, Cidadania e Participação. Dia 04/05 8h00 – 9h30 – Café da Manhã 9h30 – 10h30 – Mesa de Apresentação das relatoras das Mini-Plenárias 10h30 – 12h00 – Debate das propostas, emendas, moções e votações 12h00 – 13h00 – Comissão de delegação apresenta a lista de representantes para a Conferência Estadual 13h00 – Encerramento. Quando as Mulheres vão à luta por seus direitos, estão exercendo a sua cidadania!.
Escrito por Ana Frank às 09h20 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Ministra convida deputados a participar da II CNPM
A ministra Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), esteve reunida nesta segunda-feira (23/04) com o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, para convidar a Casa a participar da II Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (II CNPM). Um dos principais temas da conferência, que ocorrerá de 18 a 21 de agosto, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, é a participação das mulheres nos espaços de poder.
Mulheres Construindo igualdades!
Escrito por Ana Frank às 10h42 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Direito à vida e a viver! Resposta ao Deputado Luiz Bassuma.
Ao ler ontem na coluna teoria e debate do Jornal Folha de SP me deparei com um artigo assinado pelo Deputado Federal do PT-BA, Luiz Bassuma onde ele defende a manutenção da legislação que considera o aborto como crime. Me assusta muito que o parlamentar, mesmo depois de uma resolução aprovada no 13º Encontro Nacional do PT, que impede a participação de qualquer parlamentar do PT na famigerada comissão em defesa da vida", continue compondo e presidindo tal comissão. Já sabemos que o PT defende por princípio o estado laico e, que apesar do Brasil ser o país mais cristão do mundo, o princípio de laicidade garante o respeito à livre associação religiosa, mas não autoriza qualquer denominação religiosa a impor concepções morais sobre as leis e políticas públicas. Os princípios constitucionais e a laicidade do Estado são pressupostos da democracia. Falar de direitos civis plenos parece até algo muito simples na medida em que compreendemos o papel de cada cidadão e cidadã no cumprimento da lei e na defesa pela vida. Mas a vida envolvida num aborto, não é a do feto, a priori. Falamos de mulheres, de vidas, que são vitimizadas e criminalizadas por não ter o direito de escolher o que fazer com seu próprio corpo. Pesquisas indicam que no Brasil são realizados anualmente mais de 750 mil abortos em condições inseguras. Complicações acarretadas pelo aborto clandestino são a quarta causa de mortalidade materna no país. Além disso, cerca de 250 mil mulheres são internadas a cada ano no Sistema Único de Saúde (SUS) por complicações de aborto e, dessas mulheres, a maioria é negra, jovem e pobre.
Escrito por Ana Frank às 09h53 PM [ ] [ envie esta mensagem ] A criminalização do aborto é uma das ilustrações mais contundentes desta ineficácia. É irracional supor que milhares de mulheres que recorrem ao aborto ilegal a cada ano no Brasil sejam condenadas e encarceradas. Ao contrário do que sugerem as posições dogmáticas, a criminalização não protege a vida do feto e, sobretudo, implica riscos e danos para as mulheres. Nesse sentido, desrespeita seu direito a uma vida digna e plena. Para mudar essa situação, é necessário que a prática de aborto deixe de ser considerada crime. É essencial que a mulher tenha o direito de decidir sobre o próprio corpo e de ser assistida pelos hospitais públicos, independentemente das causas do aborto. Além disso, é preciso garantir que a população brasileira tenha acesso à educação sexual, aos métodos anticoncepcionais e tenha a possibilidade de escolher ter filhos ou não. Em defesa da justiça social, assinamos abaixo em apoio à legalização do aborto no Brasil. O que nós petistas esperamos são duas coisas. A primeira é que o Presidente Lula, reafirme o principio de seu partido, que reconheça a luta dos movimentos sociais feministas e por direitos humanos e conduza nosso país à adoção dos padrões internacionais de direitos pela vida, como fez a pouco o governo português, e continue incentivando iniciativas como a do Ministro da Saúde, Sr. José Gomes Temporão no sentido de garantir assistência social pública para as mulheres em situação de aborto. A segunda é que o nobre deputado se remeta as resoluções partidárias e se enquadre nelas a fim de representar os votos que recebeu e a sigla na qual é filiado, sob pena de responder em comissão de ética a transgressão cometida até agora. Sim a vida, sim a legalização do aborto, Marcelino Galo, presidente do PT da Bahia. 12/04/2007
Escrito por Ana Frank às 09h51 PM [ ] [ envie esta mensagem ] As Mulheres não denunciam os companheiros agressores!
Quando ouvimos alguma história sobre mulher agredida pelo marido ou companheiro, a primeiro pensamento é: Por que a vítima não se separa logo? A idéia de conviver com alguém que nos humilha e violenta soa como algo impossível para a maioria das pessoas e o dito popular "ruim com ele, pior sem ele" parece detestável. Mas, apesar de a separação parecer lógica, a decisão de se afastar ou mesmo de denunciar o agressor não é fácil. Existem várias questões nessa tomada de decisão que envolvem aspectos emocionais, sociais, financeiros e religiosos. O medo de ficar suscetível a agressões maiores e a vergonha de voltar para a casa dos pais, teme perde a guarda dos filhos, ou de que o pai dos seus filhos seja preso também são outros fatores que impedem as vítimas de denunciarem. Embora a maioria das agredidas continuem com os maridos por dependência financeira, outras também dependem emocionalmente deles. "Alguns ciclos sociais valorizam muito o casamento e uma pessoa separada é excluída desse convívio, algumas crenças condenam o divórcio. Em alguns casos, o "até que a morte os separe" é considerado como regra moral, indissolúvel. Essa separação só vai acontecer quando a mulher se sentir fortalecida e houver políticas públicas que a assegurem o apoio necessário com relação à subsistência e moradia - no caso daquelas que não têm estrutura financeira para se manter e aos filhos. "A vítima também deve buscar uma rede de solidariedade, fortalecendo-se com outras mulheres". Algumas mulheres nutrem o desejo de que eles vão mudar e continuam ao seu lado na tentativa de alguma transformação", é um ciclo vicioso. "O homem bate na mulher, depois pede desculpa e diz que não vai fazer mais nada - e elas acreditam que eles hão de mudar. Mas, logo em seguida, eles fazem de novo. E o final disso, muitas vezes, pode ser trágico". Fonte: http://jc.uol.com.br/2007/03/07/not_133951.php
Escrito por Ana Frank às 05h00 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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