TEMPLATE ERROR Current Date: Sun Aug 17 11:40:03 BRT 2008 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 46 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementELSE Ana Frank - UOL Blog


MEXICO RUMO AO ABORTO LEGAL!

 

O México pode ser o terceiro país da América latina a tornar o aborto legal a pedido da mulher, juntando-se a Cuba e à Guiana. Dois projectos-lei entregues, um na Câmara Municipal da Cidade do México e outro no Parlamento Nacional, têm o apoio da maioria dos deputados. Um estudo da Universidade do México estima que neste país são praticados por ano um milhão de abortos ilegais, constituindo a quarta maior causa de morte das mulheres mexicanas.

 

Pela primeira vez "existe um debate sério e maduro sobre esta questão, e uma forte possibilidade de o aborto ser descriminalizado, o que seria um passo muito positivo para os direitos das mulheres" declarou à IPS News Martha Júarez, porta voz de um dos movimentos pró-escolha mexicanos.

 

Na semana passada, deputados municipais de três partidos (PRD, PRI e Partido da Alternativa) entregaram um projecto-lei na Câmara Municipal da Cidade do México que prevê a despenalização do aborto naquela cidade até às 14 semanas de gravidez.

 

Poucos dias depois, na Terça-feira, os senadores do PRD apresentaram outro projecto-lei no Congresso nacional que permite o aborto em todo o México até às 12 semanas de gravidez.

 

Um dos porta-vozes das organizações anti-escolha protestou: "Nós não somos contra os direitos das mulheres, mas de que direitos estamos a falar se o aborto é crime, em todos os sentidos da palavra?

 

O Partido que governa o México (Partido de Acção Nacional - PAN) mas que não possui maioria nem no Congresso Nacional nem na Câmara da Capital, anunciou que vai organizar manifestações contra a despenalização do aborto e que tomará medidas legais para travar os projectos-lei. Contrastando com a atitude mais radical do PAN, o Presidente Felipe Calderón anunciou que respeitará as decisões tomadas pelos senadores e deputados municipais, clarificando contudo que acredita na «defesa da vida» e que considera a actual legislação - que permite na maior parte dos estados mexicanos o aborto em caso de violação, mal-formação do feto ou perigo de vida para a mulher - adequada "por agora".

 

Um estudo da Universidade do México indica que são praticados por ano no México cerca de um milhão de abortos ilegais, o correspondente a 30% do número de gravidezes, num país com 103 milhões de abitantes. Outros estudos revelam que o aborto clandestino no México é a quarta ou quinta maior causa de morte das mulheres, mesmo nos casos permitidos por lei, já que obter a permissão legal para abortar é extremamente difícil.

 

«Decidir se se leva a gravidez até ao fim ou não deve ser uma escolha da mulher. É um direito dela, e não tem que se obrigada a colocar a sua vida em risco para exercer esse direito», declarou Martha Juaréz, que acrescentou ainda:

«Não é nossa intenção que o aborto se torne uma prática generalizada. O importante é ter um sistema público de saúde que melhore e alargue tudo o que tenha a ver com educação sexual e prevenção de gravidezes indesejadas».

 

Estima-se que na América Latina sejam praticados 4 milhões de abortos ilegais por ano, sendo que 5 mil resultam na morte da mulher e trinta a 40 por cento dão origem a complicações de saúde.

 

Fonte: http://www.esquerda.net

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h18 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Lilás - Mulheres de todas as artes
de 14/3 a 29/4

 

 

Mulheres em foco
Recorte do acervo da Coleção de Arte da Cidade de São Paulo que traz obras com o foco na mulher, seja como tema seja como artista.
Destaque para algumas obras que apresentam o traje feminino em diversos momentos históricos.

Mulheres de todas as artes foi um projeto desenvolvido por essa nova plataforma curatorial, comum às várias áreas artísticas, e voltada para o planejamento de ações culturais que serão produzidas nesses espaços a partir de agora. Juntos, os núcleos de curadoria de Artes Plásticas, Cinema, Dança, Música e Teatro programaram, de forma integrada, vários eventos e atividades para o mês de março, que culminam em um seminário em abril, cuja discussão central será o papel da mulher na cultura hoje. (...)" - Martin Grossmann (diretor).

De terça a sexta, das 10h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 18h - Gabinete de Papel e Sala Tarsila do Amaral

 

 



Escrito por Ana Frank às 11h56 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Mulheres não se reconhecem nos programas de TV

 

 

“Não devemos focar o direito de reposta a um programa ou emissora específica. Em todos os canais temos o mesmo problema, de sub-representação ou de veiculação de uma imagem estereotipada da mulher. Ou somos valorizadas da maneira inadequada, quando se quer vender algo através da nossa imagem – como acontece nas propagandas de cerveja – ou somos caricaturadas. Falta um confronto maior com a realidade, que é múltipla”, explica Rachel Moreno, da campanha “Pela Ética na TV”, uma das articulações envolvidas na ação.

Em um manifesto lançado este mês para a coleta de assinaturas a serem enviadas ao Ministério Público Federal, as feministas afirmam que não se reconhecem nas produções da programação televisiva. “Pior do que isso é, na maior parte do tempo, nos sentirmos vilependiadas, ridicularizadas, usadas para promover valores, padrões e produtos os mais variados, em detrimento de nossa realidade e aspirações”, dizem no texto.

 “A relativa invisibilidade das mulheres trabalhadoras, intelectuais, especialistas, profissionais liberais e outras, a falta de espaço para a discussão de nossas reivindicações e ideais, bem como de nossas conquistas e das mudanças que conseguimos introduzir no mundo, perpetua a reprodução dos estereótipos limitantes que influem na formação de uma subjetividade empobrecida e resultam no rebaixamento da auto-estima das mulheres e na busca de sua afirmação através da perseguição dos modelos, valores e produtos veiculados”, continua o documento.

 Dossiê de violações

Um dossiê com casos de violação dos direitos das mulheres pela mídia, que será entregue junto ao pedido de direito de resposta, também está sendo elaborado. Ele trará o resultado de pesquisas nacionais e internacionais sobre a imagem da mulher na TV e o impacto que este modelo de valores têm provocado nas brasileiras.

 Um dos estudos apresentados será o relatório de 2005 do Projeto Global de Monitoramento da Mídia, desenvolvido internacionalmente pela

WACC (World Association for Christian Communication). A pesquisa mostrou que, mesmo constituindo 52% da população mundial, as mulheres aparecem em apenas 21% das notícias. Ou seja, para cada mulher que aparece no noticiário, cinco homens são retratados. No rádio este percentual é ainda menor: 17%. Quando é feita uma análise qualitativa da presença das mulheres como fonte de reportagens, a opinião feminina é retratada em somente 14% dos artigos sobre política e em 20% sobre economia, os dois temas que dominam a agenda dos países. A voz feminina também é preterida quando se trata de ouvir a opinião de especialistas: 83% deles são homens.

 O estudo mostrou também que há duas vezes mais reportagens que reforçam estereótipos de gênero do que matérias que os desafiam. Ao mesmo tempo, a própria desigualdade de gênero não é considerada digna de ser notícia: 96% das matérias do mundo inteiro não ressaltam este tema, sendo que as demais estão concentradas em áreas como direitos humanos, relações familiares ou ativismo feminista - assuntos que geralmente recebem pouco destaque dentro do conjunto de artigos de um veículo, em matérias predominantemente escritas por jornalistas mulheres.

Sociedade deve ter acesso a uma visão diferente sobre a mulher

 “É preciso que a sociedade tenha acesso a uma visão diferente da que a mídia ora nos impõe. Queremos poder efetivamente usufruir de nosso direito à comunicação e mostrar a vida e a realidade das mulheres como nós a percebemos e vivemos. Queremos poder mostrar as mulheres em seus mais diversos contextos, na lida do cotidiano, em seus sonhos, em suas lutas, em suas conquistas, em suas contradições e problemas. Por isso, exigimos o nosso direito de resposta. Queremos oferecer uma alternativa a esta imagem plasmada que as emissoras de TV veiculam como sendo a única e verdadeira”, conclui o manifesto.

 Vamos hoje (29/03) ao Ministerio Publico Federal as 15:30 horas para entregar o manisfesto:

 Rua Peixoto Gomide, 768, Cerqueira César, São Paulo-SP

 “Ateliê de Mulheres”

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 11h46 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





luta  interminavel!

 

 

O aborto legal, tem que ser garantido pelo estado nas melhores condições de higiene e segurança para todas as mulheres.
No Brasil são realizados mais de um milhão de abortos clandestinos por ano e destes, apenas os que sofrem complicações mais agudas chegam aos hospitais, o aborto é a quarta causa de mortalidade materna no Brasil que gasta anualmente em torno de R$ 29,7 milhões no tratamento posterior a complicações do aborto inseguro,dinheiro esse que poderia ser gasto em politicas publicas para as mulheres como a distribuição gratuita de anti concepcionais e anti contraceptivos, a construção de creches
.A mulher sofre pelo desemprego muitas se encontram na situação de miseria e são chefes de família, ainda tem de arcar com a falha de métodos contraceptivos.A mulher tem o direito de decisão sobre seu corpo a gravidez tem que ser voluntária.

 

A PL 1135  é um projeto que lida com a saúde integral e dos direitos das mulheres. Trata da interrupção da gravidez em casos determinados, não é um método contraceptivo.


O aborto clandestino é realizado em condições precárias e sem qualquer regulamentação, permitindo-se que clínicas clandestinas operem livres de fiscalização, e essas clínicas particulares lucram à custa da morte ou de seqüelas graves para a saúde de mulheres, sobretudo as mais pobres.

 

NÃO EXISTE DIREITOS HUMANOS, SEM QUE OS DIREITOS DAS MULHERES SEJAM RESPEITADOS!

 

 

 Resposta do CONAR:

 

Prezada Ana

 

A auto-regulamentação publicitária é a mais elevada forma de controle ético da propaganda comercial – e apenas comercial. O Conar, por estatuto, não se ocupa da propaganda política ou político-partidária.

 

A  discussão  em torno de propostas em tramitação no Poder Legislativo é de natureza totalmente política. O debate é direito legítimo de pessoas, grupo ou entidade, pró ou contra tal ou qual projeto de lei.

 Não será o CONAR, que repudia a censura nas comunicações, que interferirá sobre manifestações de consciência, muito mais resumos de editoriais do que anúncio publicitário, na definição do Código de Auto-regulamentação. Editoriais, aliás, que serão o foro apropriado para a discussão de questões como a contida no Projeto de Lei nº 1135/91 que serão  soberanamente decididas pelos representantes eleitos pelo povo 

 

Atenciosamente

 

GILBERTO C. LEIFERT
Presidente

 



Escrito por Ana Frank às 09h58 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





CONDIÇÃO FEMININA
Igualdade com os homens? Só em 2490

 

Por Ligia Martins de Almeida em 20/3/2007

"Alcançar a igualdade de gêneros é um processo de esmagadora lentidão, pois desafia uma das mais profundamente arraigadas atitudes humanas. O quadro ainda é desolador, na medida que requer muito mais do que mudanças em leis ou políticas estabelecidas. A ONU (Organização das Nações Unidas) estima que só em 2490 as mulheres estarão em situação de igualdade com os homens."

 

No ranking da desigualdade, a mulher brasileira só iguala ou supera os homens nos setores em que todos são mal servidos, como saúde e educação. Em saúde, o nível de igualdade chega a 97%. E, na educação, as mulheres ganham dos homens: o nível de instrução feminino supera em 37% o masculino.

Com saúde igual e educação superior, era de se supor que a mulher estivesse melhor no mercado de trabalho e conquistasse uma participação política maior. Mas são justamente esses dois tópicos que puxam o Brasil para o 67º lugar:

O índice de igualdade no mercado de trabalho é de apenas 60% e as mulheres ainda ganham cerca de 30% a menos que os homens.

** A participação política das mulheres é de apenas 6%, bem abaixo do índice mundial, que é de 15%.

O reflexo desta "arraigada atitude humana" pode ser medido pela forma como a imprensa trata as mulheres. Semana passada, por exemplo, o destaque recebido por uma ministra do STF não se deveu a um parecer ou decisão importante. Ela apareceu nos jornais porque ousou mudar o figurino: "Carmem Lúcia, de conjunto preto, põe fim a um tabu na mais alta corte", diz o título da matéria no Estado de S.Paulo (16/3/2007), que revela:

"Pela primeira vez no Supremo Tribunal Federal (STF), uma ministra da mais alta corte do País participou de uma sessão plenária de julgamentos vestindo uma calça comprida... Carmem Lúcia surpreendeu ao aparecer no plenário com calça e casaco pretos. Os cabelos estavam, como sempre, soltos. A presidente do tribunal vestia um conjunto de saia e blusa, também pretos, e usava seu tradicional coque."

Discriminação na imprensa

Futilidades à parte, os jornais também reservaram um espaço para as mulheres pobres. Mas, estas, só no noticiário policial, de preferência sem foto. Foi o caso, por exemplo, de Daniele Toledo Prado, de 22 anos, que perdeu filha, parte da visão e da audição. E os direitos. É aquela moça acusada de ter colocado cocaína na mamadeira do bebê. Foi presa, apanhou e não mereceu, por parte da imprensa, uma chance de se defender. "Por causa da exposição na mídia como assassina da própria filha (e isto está dito no jornal), Daniele não sai de casa. Teme que alguém a aponte com desconfiança."

A esperança, tanto para a juíza do STF como para a mocinha do interior, é que no ano de 2490 as mulheres, que terão atingido plena igualdade com os homens, serão tratadas de forma mais digna pela imprensa. A juíza, por exemplo, aparecerá na mídia por seu trabalho. Quanto à mocinha, a situação será bem diferente: terá oportunidade de se formar, conseguirá um bom trabalho e, se tiver filhos, vai ter quem cuide deles. E, em caso de doença, poderá ir a um hospital particular, onde, medicada a tempo, a criança será curada.

Isso, é claro, se em 2490 ainda houver imprensa. Isso, é claro, se ainda houver gente no planeta preocupada com a igualdade entre os sobreviventes do aquecimento global.

Fonte: http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/artigos.asp?msg=ok&cod=425CID001&#c

 

Assim caminha à humanidade, no 8 de março na paulista, violência contra mulheres e crianças e deficientes fisicos em cadeiras de rodas.

 



Escrito por Ana Frank às 10h23 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Tráfico sexual escraviza um milhão de mulheres

 

 

Pablo Uchoa
De Londres

Mais de um milhão de mulheres trabalham como escravas sexuais para redes internacionais de tráfico de pessoas, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Vítimas de um negócio que fatura US$ 32 bilhões por ano no mundo, muitas são atraídas com promessas de casamento e melhores oportunidades de vida, e acabam nas mãos de aliciadores em cativeiros na Ásia e na Europa onde são forçadas a se prostituir.

Na ponta do esquema, estão aliciadores, na maioria das vezes, da própria comunidade em que elas vivem. No Brasil, um 'olheiro' ganha cerca R$ 600 por "escrava", segundo os cálculos dos serviços de assistência a vítimas.

Não há estimativas sobre o número de brasileiras escravizadas no exterior. Mas só em Portugal, autoridades estimam que cerca de quatro mil sejam vítimas de redes de prostituição. As rotas de tráfico do Brasil levam, principalmente, à Espanha, mas também à Holanda, Itália, Suíça, Alemanha e França.

A experiência da pernambucana Elaine (nome ficticio) incluiu os três últimos países em menos de vinte dias: "Fui a primeira mulher a ser registrada em Pernambuco como 'vendida'", ela disse à BBC Brasil, sem orgulho na entonação.

'Molto bella'
Convencida por uma mulher de sua própria comunidade, um bairro modesto nos arredores do Recife, a se "casar" com um italiano que vivia na Alemanha, ela só se deu conta de que era vítima do tráfico quando foi obrigada a ter relações sexuais com o "marido" no trajeto de carro entre o aeroporto e seu cativeiro.

Elaine foi colocada dentro de um quarto trancado por fora e de janelas vedadas. Conta que foi "oferecida" a clientes alemães e turcos.

A fuga de Elaine ocorreu durante uma briga do casal que a traficou.
Com a roupa do corpo, ela conseguiu chegar a uma estação de trem. Mais magra, foi levada ao hospital e diagnosticada com hepatite.

"Foram quinze dias que pareceram quinze anos", ela diz.

Indústria bilionária
O caso de Elaine é um entre diversos sob supervisão de Ricardo Lins, chefe da unidade de combate ao tráfico de pessoas na Secretaria de Defesa Social de Pernambuco.

Pelos Estados do Norte e Nordeste do país passam 60% das cerca de 240 rotas conhecidas de tráfico que utilizam o Brasil como ponto de origem ou passagem.

 O escritório das Nações Unidas contra Drogas e Crime (UNODC) estima que o lucro das redes criminosas com o trabalho de cada ser humano transportado ilegalmente de um país para outro varie entre US$ 13 mil e US$ 30 mil por ano.

 Em muitos casos até hoje, a vítima de tráfico é punida duas vezes, porque é logo deportada como imigrante ilegal.

Organizações humanitárias, como a britânica Refugee Women, militam para que mulheres provenientes de países 'fornecedores', como o Brasil, tenham o direito de permanecer no país até que sua volta já não seja considerada mais um risco.

Em um plano de combate ao tráfico de pessoas lançado na sexta-feira, 23, o Ministério do Interior britânico reconhece que "o braço repressivo não é efetivo sem a proteção e a assistência às vítimas".

Apenas na Grã-Bretanha, a Unicef calcula que cinco mil crianças ou adolescentes - principalmente da Europa do leste - trabalhem como escravas do sexo, de acordo com um estudo da Fundação Joseph Rowntree, de York.

"Muitos criminosos preferem ser traficantes de pessoas a traficante de drogas", diz Lins. "É muito mais fácil ser traficante de pessoas e ficar impune."

Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2007/03/26/ult36u45777.jhtm

 



Escrito por Ana Frank às 12h25 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Teatro Municipal de São Paulo

 

 

Dia 27 às 18:00 hs será apresentado a primeira apresentação na história do Teatro Municipal de São Paulo da ópera cômica Rita, de Gaetano Donizetti, com entrada franca. Com os intérpretes: Naomy Schölling, soprano; Anderson de Souza, tenor; Carlos Eduardo Vieira, barítono. Direção Musical e Piano, Karin Uzun e Direção Cênica de João Malatian.

A Editora da USP (Edusp) promoverá  o lançamento do livro Ópera em São Paulo 1952-2005 (608 páginas R$ 120,00) de Sergio Casoy no Teatro Municipal de São Paulo. A obra é uma detalhada retrospectiva de todas as temporadas líricas do período. 

O livro relaciona os elencos completos de todas as óperas representadas no período, encenadas ou em forma de concerto, nos vários espaços paulistanos que vão desde os teatros mais tradicionais até casas particulares, passando por clubes, estádios de futebol e igrejas. Além disso, o livro detalha as carreiras dos 1353 cantores líricos que se apresentaram durante este período.

Sergio Casoy é estudioso e pesquisador de música lírica há mais de trinta anos. É colaborador da Rádio Cultura de São Paulo FM desde 1990 e atualmente comanda o programa semanal LA CANZONE ITALIANA. Desde 2001, é o autor dos ensaios publicados nos programas oficiais deópera do Teatro Municipal de São Paulo. Em 2005, assumiu, na qualidade de professor conferencista, a disciplina de História da Ópera no curso de graduação da Escola de Música da Escola de Comunicação e Artes (ECA) da USP.

O Teatro Municipal de São Paulo fica na Pça. Ramos de Azevedo, s/nº, Centro, São Paulo. Nas livrarias da Edusp, o livro pode ser adquirido com 30% de desconto.

 Opera gratis amanhã não perca
é uma experiência fascinante  de  teatro, orquestra sinfônica e vozes num mesmo caldeirão fervente de emoções e paixões com a tradução projetada no alto do palco, o idioma deixou de ser empecilho.

 

Você vai se surpreender!

 



Escrito por Ana Frank às 12h23 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





CCJ do Senado aprova plebiscito para seis temas

 

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado concluiu a votação do projeto de decreto legislativo, do senador Edson Camata (PMDB-ES).

 

Seguintes temas:

 

Legalização do aborto, financiamento público das campanhas eleitorais, união civil entre pessoas do mesmo sexo, fim do voto eleitoral obrigatório, redução da maioridade penal e reeleição de chefes do Poder Executivo.

Na votação o relator, Jefferson Peres (PDT-AM) aceitou emenda apresentada pelo senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), em plenário, excluindo o fim do serviço militar obrigatório da lista de temas a serem tratados pelo plebiscito.

 O futuro do projeto é incerto, já que terá de ser ainda examinado pela Câmara. A data inicialmente prevista para o plebiscito era outubro de 2005. Mas como o projeto demorou para ser votado, a data do plebiscito terá de ser remarcada.

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 01h57 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
Outro -





17/08/2008 a 23/08/2008
10/08/2008 a 16/08/2008
03/08/2008 a 09/08/2008
27/07/2008 a 02/08/2008
20/07/2008 a 26/07/2008
13/07/2008 a 19/07/2008
06/07/2008 a 12/07/2008
29/06/2008 a 05/07/2008
22/06/2008 a 28/06/2008
15/06/2008 a 21/06/2008
08/06/2008 a 14/06/2008
01/06/2008 a 07/06/2008
25/05/2008 a 31/05/2008
18/05/2008 a 24/05/2008
11/05/2008 a 17/05/2008
04/05/2008 a 10/05/2008
27/04/2008 a 03/05/2008
20/04/2008 a 26/04/2008
13/04/2008 a 19/04/2008
06/04/2008 a 12/04/2008
30/03/2008 a 05/04/2008
23/03/2008 a 29/03/2008
16/03/2008 a 22/03/2008
09/03/2008 a 15/03/2008
02/03/2008 a 08/03/2008
24/02/2008 a 01/03/2008
17/02/2008 a 23/02/2008
10/02/2008 a 16/02/2008
03/02/2008 a 09/02/2008
27/01/2008 a 02/02/2008
20/01/2008 a 26/01/2008
13/01/2008 a 19/01/2008
06/01/2008 a 12/01/2008
16/12/2007 a 22/12/2007
09/12/2007 a 15/12/2007
02/12/2007 a 08/12/2007
18/11/2007 a 24/11/2007
11/11/2007 a 17/11/2007
04/11/2007 a 10/11/2007
28/10/2007 a 03/11/2007
21/10/2007 a 27/10/2007
14/10/2007 a 20/10/2007
07/10/2007 a 13/10/2007
30/09/2007 a 06/10/2007
23/09/2007 a 29/09/2007
16/09/2007 a 22/09/2007
09/09/2007 a 15/09/2007
02/09/2007 a 08/09/2007
26/08/2007 a 01/09/2007
19/08/2007 a 25/08/2007
12/08/2007 a 18/08/2007
05/08/2007 a 11/08/2007
29/07/2007 a 04/08/2007
22/07/2007 a 28/07/2007
15/07/2007 a 21/07/2007
08/07/2007 a 14/07/2007
01/07/2007 a 07/07/2007
24/06/2007 a 30/06/2007
17/06/2007 a 23/06/2007
10/06/2007 a 16/06/2007
03/06/2007 a 09/06/2007
27/05/2007 a 02/06/2007
20/05/2007 a 26/05/2007
13/05/2007 a 19/05/2007
06/05/2007 a 12/05/2007
29/04/2007 a 05/05/2007
22/04/2007 a 28/04/2007
15/04/2007 a 21/04/2007
08/04/2007 a 14/04/2007
01/04/2007 a 07/04/2007
25/03/2007 a 31/03/2007
18/03/2007 a 24/03/2007
11/03/2007 a 17/03/2007
04/03/2007 a 10/03/2007
25/02/2007 a 03/03/2007
18/02/2007 a 24/02/2007
11/02/2007 a 17/02/2007
04/02/2007 a 10/02/2007
28/01/2007 a 03/02/2007
21/01/2007 a 27/01/2007
14/01/2007 a 20/01/2007
07/01/2007 a 13/01/2007
31/12/2006 a 06/01/2007
24/12/2006 a 30/12/2006
17/12/2006 a 23/12/2006
10/12/2006 a 16/12/2006
03/12/2006 a 09/12/2006
26/11/2006 a 02/12/2006
19/11/2006 a 25/11/2006
12/11/2006 a 18/11/2006
05/11/2006 a 11/11/2006
29/10/2006 a 04/11/2006
22/10/2006 a 28/10/2006
15/10/2006 a 21/10/2006
08/10/2006 a 14/10/2006
01/10/2006 a 07/10/2006
24/09/2006 a 30/09/2006
17/09/2006 a 23/09/2006
10/09/2006 a 16/09/2006
03/09/2006 a 09/09/2006
27/08/2006 a 02/09/2006
20/08/2006 a 26/08/2006
13/08/2006 a 19/08/2006
06/08/2006 a 12/08/2006
30/07/2006 a 05/08/2006
23/07/2006 a 29/07/2006
16/07/2006 a 22/07/2006
09/07/2006 a 15/07/2006
02/07/2006 a 08/07/2006
25/06/2006 a 01/07/2006
18/06/2006 a 24/06/2006
11/06/2006 a 17/06/2006
04/06/2006 a 10/06/2006
28/05/2006 a 03/06/2006
21/05/2006 a 27/05/2006
14/05/2006 a 20/05/2006
07/05/2006 a 13/05/2006
30/04/2006 a 06/05/2006
23/04/2006 a 29/04/2006
16/04/2006 a 22/04/2006
09/04/2006 a 15/04/2006
02/04/2006 a 08/04/2006
26/03/2006 a 01/04/2006
19/03/2006 a 25/03/2006
12/03/2006 a 18/03/2006
05/03/2006 a 11/03/2006
26/02/2006 a 04/03/2006
19/02/2006 a 25/02/2006
12/02/2006 a 18/02/2006
05/02/2006 a 11/02/2006
29/01/2006 a 04/02/2006
22/01/2006 a 28/01/2006
15/01/2006 a 21/01/2006
08/01/2006 a 14/01/2006
01/01/2006 a 07/01/2006
18/12/2005 a 24/12/2005
11/12/2005 a 17/12/2005
04/12/2005 a 10/12/2005
27/11/2005 a 03/12/2005
20/11/2005 a 26/11/2005
13/11/2005 a 19/11/2005
06/11/2005 a 12/11/2005
30/10/2005 a 05/11/2005
23/10/2005 a 29/10/2005
16/10/2005 a 22/10/2005
09/10/2005 a 15/10/2005
02/10/2005 a 08/10/2005
25/09/2005 a 01/10/2005
18/09/2005 a 24/09/2005
11/09/2005 a 17/09/2005
04/09/2005 a 10/09/2005
28/08/2005 a 03/09/2005
21/08/2005 a 27/08/2005
14/08/2005 a 20/08/2005
07/08/2005 a 13/08/2005
31/07/2005 a 06/08/2005
24/07/2005 a 30/07/2005
17/07/2005 a 23/07/2005
10/07/2005 a 16/07/2005
03/07/2005 a 09/07/2005
26/06/2005 a 02/07/2005
19/06/2005 a 25/06/2005
12/06/2005 a 18/06/2005
05/06/2005 a 11/06/2005
29/05/2005 a 04/06/2005
22/05/2005 a 28/05/2005
15/05/2005 a 21/05/2005
01/05/2005 a 07/05/2005
24/04/2005 a 30/04/2005
17/04/2005 a 23/04/2005
10/04/2005 a 16/04/2005
03/04/2005 a 09/04/2005
27/03/2005 a 02/04/2005
20/03/2005 a 26/03/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
06/03/2005 a 12/03/2005
20/02/2005 a 26/02/2005
13/02/2005 a 19/02/2005
06/02/2005 a 12/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
23/01/2005 a 29/01/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005
12/12/2004 a 18/12/2004
05/12/2004 a 11/12/2004
28/11/2004 a 04/12/2004
21/11/2004 a 27/11/2004
14/11/2004 a 20/11/2004
07/11/2004 a 13/11/2004
31/10/2004 a 06/11/2004
10/10/2004 a 16/10/2004
26/09/2004 a 02/10/2004
19/09/2004 a 25/09/2004
12/09/2004 a 18/09/2004
29/08/2004 a 04/09/2004
15/08/2004 a 21/08/2004
01/08/2004 a 07/08/2004
25/07/2004 a 31/07/2004
04/07/2004 a 10/07/2004
20/06/2004 a 26/06/2004
13/06/2004 a 19/06/2004
06/06/2004 a 12/06/2004
30/05/2004 a 05/06/2004
23/05/2004 a 29/05/2004
16/05/2004 a 22/05/2004
09/05/2004 a 15/05/2004
25/04/2004 a 01/05/2004
18/04/2004 a 24/04/2004
11/04/2004 a 17/04/2004
04/04/2004 a 10/04/2004
28/03/2004 a 03/04/2004
21/03/2004 a 27/03/2004
07/03/2004 a 13/03/2004
29/02/2004 a 06/03/2004
22/02/2004 a 28/02/2004
15/02/2004 a 21/02/2004
08/02/2004 a 14/02/2004



 
 


UOL
UOL SITES


 

 

Dê uma nota para este blog