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Aborto Legal
Hospital Municipal do Jabaquara Programa de Aborto Legal Programa de Atendimento à Violência Sexual e Aborto Legal Centro de Referência da Saúde da Mulher e de Nutrição, Alimentação e Desenvolvimento - CRMNADI - Região Centro. Hospital Pérola Byington PROGRAMA BEM-ME-QUER Este projeto integra ações das Secretarias de Segurança Pública, Saúde e Assistência Social, além da Procuradoria Geral do Estado, permitindo que a partir do registro de uma ocorrência de violência sexual, a mulher ou a criança/adolescente de até 14 anos sejam transportadas da delegacia ao hospital por veículos específicos para este fim e assistidas por especialistas. As vítimas são atendidas no Centro de Referência da Mulher, no Hospital Pérola Byington, recebendo assistência jurídica, bem como realizando o exame de corpo de delito. Estupro: a mulher sofre estupro quando alguém a obriga a manter relações sexuais, mesmo que o agressor seja o marido, pai, padrasto ou irmão. É direito da mulher praticar o aborto no caso de ficar grávida em razão de estupro.
Para facilitar a comprovação de caso de violência sexual, a vítima deve se dirigir imediatamente à Delegacia mais próxima de sua residência, de preferência com as mesmas roupas e sem se lavar, para que os exames feitos no Hospital Pérola Byington, pelas médicas legistas, comprovem as marcas do delito. Hospital Ipiranga Hospital São Paulo
Escrito por Ana Frank às 10h37 AM [ ] [ envie esta mensagem ]
A cada ano, o Dia Internacional da Mulher é um momento para contabilizar o progresso e os desafios a serem enfrentados em relação ao cumprimento das metas do Sistema das Nações Unidas sobre a igualdade de gênero por meio do empoderamento da mulher.”
No Brasil As Mulheres têm, atualmente, níveis de escolaridade superiores aos dos homens,mantendo-se à frente deles Em praticamente todos os indicadores educacionais. Isso significa que os grandes entraves à promoção da igualdade de gênero e à autonomia feminina não se encontram no acesso ao ensino, mas em outros aspectos como a inserção no mercado de trabalho e na vida política ou a vulnerabilidade à violência doméstica e sexual. PARA AS MULHERES OBSTÁCULOS À IGUALDADE DE GÊNERO ESTÃO ALÉM DA EDUCAÇÃO FORMAL
Embora mais escolarizadas,mulheres ganham menos (A desigualdade aumenta à medida que se avança na escolaridade.) Na política predomina a presença masculina, mas as mulheres avançam.
Escrito por Ana Frank às 07h44 PM [ ] [ envie esta mensagem ] UNESCO cria Rede Internacional de Mulheres Filòsofas
O objetivo é reunir o maior número possível de mulheres filósofas– artistas, escritoras, poetisas, etc – provenientes de todos os países e correntes filosóficas com a finalidade de integrá-las, de maneira dinâmica e participativa, nos diferentes projetos e atividades da Organização na área. Com a criação da Rede, a UNESCO pretende ainda apoiar a criação de associações intelectuais duradouras e solidárias a favor da filósofia. A chamada para a constituição da Rede foi feita pelo Diretor Geral Adjunto do Setor de Ciências Sociais e Humanas da UNESCO, Pierre Sané, em comunicado no qual ressalta o “papel crucial e indispensável das mulheres na reflexão filosófica e seu valiosíssimo aporte à compreensão cabal dos grandes desafios de nossa época”. Sané pede o apoio dos diferentes países para que a iniciativa tenha o peso necessário e para que a UNESCO receba uma lista com nomes de mulheres filósofas que trabalham atualmente no campo da pesquisa, do ensino e da abertura do debate filosófico ao público. Essas informações, juntamente com os dados pessoais e currículos delas, serão inseridas na base de dados da Rede Internacional de Mulheres Filósofas. Fonte Unesco
Escrito por Ana Frank às 07h31 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Concepção e Gravidez Depois dos 35 Anos
A americana Laura Goetzl é mestre em saúde pública e médica especializada em gravidez de alto risco. Junto com Regine Harford, PhD, escritora especialista em medicina, com foco em saúde da mulher (e que deu luz ao filho mais novo aos 39 anos), escreveram um livro que mostra que não só é possível engravidar após os 35 anos, como também pode ser prazeroso. Cada vez mais as mulheres em todo o mundo adiam a maternidade para construir uma carreira sólida, isso tem suas vantagens porque ao adiar o período de gestação, subentende-se que a gravidez foi mais planejada e que, portanto, pode ser mais desejada O livro responde à todas as questões referentes à gravidez em geral, mas com foco especial nas mulheres com mais de 35 anos. O título aborda do planejamento familiar ao nascimento, passando por explicações sobre a fertilidade e o período da gestação. Traz ainda sugestões de como aliar a maternidade com a carreira e lidar com seu companheiro e outros filhos. Publifolha 160 páginas R$ 44,90
Escrito por Ana Frank às 11h50 AM [ ] [ envie esta mensagem ] Campanha Susana livre!
Eu estou livreeeeeeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Nao dá ainda para festejar, porque muit@s continuam pres@s..... Por todo o suporte...por toda a SOLIDARIEDADE...por toda a AMIZADE...por toda a Energia...e Alegria..que mandaram nas cartas,e-e-mails.pelo jantar.pelos donativos.por tudo!!!!!
Escrito por Ana Frank às 08h27 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ORIDES FONTELA - A POESIA DO SILÊNCIO
Este projeto homenageia uma das maiores poetas brasileiras do século XX e, para tanto, conflui as diversas linguagens que permeiam sua obra como música, teatro e literatura. Orides Fontela (1940 – 1998) nasceu em São João da Boa Vista e lá já publicara seus poemas no diário O Município, em 1956. Nos anos 60 mudou-se para São Paulo para estudar Filosofia na USP e desde então cativou importantes pensadores como Antonio Candido, Marilena Chauí e Davi Arrigucci Jr. Breve, concisa e extremamente densa é a poesia de Orides, grandeza artística que lhe legou um prêmio Jabuti em 1983 pelo livro Alba e o prêmio APCA em 1996 pelo livro Teia. Além de encontros com críticos e personalidades que acompanharam a vida e a obra de Orides, teremos apresentações teatrais e musical sobre a poeta, exibição de vídeo-documentário e uma instalação pela unidade explorando a poesia de Orides. Abertura
Escrito por Ana Frank às 07h22 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ORIDES FONTELA
Orides de Lourdes Teixeira Fontela nasceu em São João da Boa Vista, interior de São Paulo, em 21 de abril de 1940. Começou a escrever poemas aos sete anos de idade. Como ela mesma dizia, sua família "não tinha base cultural, meu pai era operário analfabeto, de modo que a cultura que peguei foi na base do ginásio, escola normal e leitura". Aos 27 anos, deixou sua cidade natal e veio morar em São Paulo, com dois sonhos na cabeça: entrar na USP e publicar um livro. Cumpriu os dois: fez Filosofia e publicou seu primeiro livro, Transposição , com a ajuda do professor Davi Arrigucci Jr. Publicou ainda Helianto (1973), Alba (1983), Rosácea (1986), Trevo 1969-1988 (1988) e Teia (1996). Com Alba, recebeu o prêmio Jabuti de Poesia, em 1983; e com Teia , recebeu o prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1996. Sempre com dificuldades financeiras, no final da vida, acabou sendo despejada de seu apartamento no centro da cidade e foi viver com sua amiga Gerda na Casa do Estudante, um velho prédio na Avenida São João. Era uma pessoa irritadiça e muitas vezes se meteu em encrencas, brigando com seus melhores amigos. Morreu em Campos de Jordão, aos 58 anos, no dia 4 de novembro de 1998, de insuficiência cardiopulmonar, na Fundação Sanatório São Paulo. Impossível falar de Orides Fontela sem comentar a sua vida tão atormentada, numa seqüência de depressões e doenças. Por isso, jornais e revistas sempre focalizaram mais os detalhes sórdidos de sua vida e pouco a sua poesia. Agora, que ela se foi, espera-se que a poesia de qualidade que ela produziu passe a ocupar o primeiro plano. Sua obra pequena, concentrada e econômica, tem qualidade e intensidade para continuar sendo lida e admirada. Mesmo em vida,Fontela teve um reconhecimento crítico considerável. Seu talento nunca foi negado. Orides estudava em escola estadual, já tinha atitudes feministas, na biblioteca da escola algumas palavras dos livros estavam sendo cortada, era Orides que fazia isso quando percebia que a palavra homem aparecia com o sentido de englobar tanto homem quanto mulher, Orides achava que tinha de ser escrito “ser humano” Escrito por Ana Frank às 11h54 AM [ ] [ envie esta mensagem ] a
O crítico Antonio Candido afirmou:Orides Fontela tem um dos dons essenciais da modernidade: dizer densamente muita coisa por meio de poucas, quase nenhumas palavras, organizadas numa sintaxe que parece fechar a comunicação, mas na verdade multiplica as suas possibilidades. Denso, breve, fulgurante, o seu verso é rico e quase inesgotável, convidando o leitor a voltar diversas vezes, a procurar novas dimensões e várias possibilidades de sentido. Até o fim, teve a fidelidade e amizade de Gerda que soube compreender suas idiossincrasias. Portanto, a personalidade de Orides era muito complexa e difícil. Não cabe culpar aqueles de boa vontade que tentaram ajudá-la. Nem a ela, por ser de trato tão difícil. Em conversas que tive com ela, reconhecia que era áspera, sem travas na língua e que se indispunha com as pessoas. Muito isolada nos últimos anos, dizia que estava mais amena. A própria fragilidade física tirara-lhe a disposição para a briga. À sua maneira, era uma aristocrata. Pedíamo-lhes bom senso, bons modos, contenção e ela nos respondia com desdém, irreverência ,frases cortantes e excessos aos nossos apelos de classe média bem comportada. Como julgá-la quando muito de nós estávamos sendo assombrados pelos mesmos fantasmas? Originais de poemas inéditos da poeta: Da Condição Humana. Somos Livres – até percebemos as grades Somos gente – até irmos ao banheiro Somos vivos – até que morremos. Escrito por Ana Frank às 11h53 AM [ ] [ envie esta mensagem ] Agressão contra mulheres:
Em Brasília, desde a aplicação da Lei Maria da Penha, em setembro do ano passado, 1,2 mil mulheres de Brasília, Núcleo Bandeirante e Guará buscaram a Justiça do Distrito Federal para resolver os conflitos. No período de recesso do Judiciário, só entre 20 de dezembro e 8 de janeiro, a Justiça abriu 242 novos processos contra homens que agrediram mulheres. Mais da metade das vítimas perdoou seus agressores e voltou a viver com eles. Um tapa pode ser o primeiro, mas raramente é o último. Agressores de mulheres costumam repetir o crime, acobertados pelo perdão das companheiras. Quando não termina em morte, a violência contra a mulher deixa marcas profundas. Pelo menos três mulheres sofrem agressões físicas por dia no Distrito Federal. Só este ano, 4 foram mortas. Os assassinos, quase sempre, são os companheiros.As vítimas chegam caladas e acuadas nas delegacias das cidades, têm vergonha de contar que o autor da agressão foi o marido, com quem continua casada. Das 3.927 ocorrências registradas na Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), durante todo o ano de 2006, 922 assinaram o termo de renúncia no balcão da unidade policial. Significa que 23,2% das brasilienses sofrem violência e se calam para não perder o marido.
Escrito por Ana Frank às 07h42 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Um olhar sobre o feminino na arte contemporânea
Nesta mostra, a palavra “mulher” não é utilizada em sentido estrito, biológico ou sexual. Mulher, Mulheres reflete e foca a mulher, sobretudo, em sua projeção social, cultural e política, sua representação simbólica e filosófica de valores fundamentais nas diversas culturas e regiões do mundo. Os 19 artistas participantes, homens e mulheres provenientes de diversas partes do mundo, propõem, através das próprias obras - instalações, fotografias, vídeo e slides - e sob forma de diálogo e de comparação, uma reflexão sobre a feminilidade, analisando, com várias abordagens, o papel da mulher no mundo contemporâneo. Entre os artistas estão Marina Abramovic, Vito Acconci, Sheba Chhachhi e Nelson Leirner. A mostra é um projeto de ART for The World, ONG que se preocupa-se em manter e ampliar o patrimônio cultural da humanidade e promover, por meio da universalidade da linguagem artística, a difusão dos princípios prescritos pela Declaração dos Direitos Humanos. O percurso estrutura-se a partir das obras de artistas nascidos após a segunda metade do século XX, que refletem os principais aspectos da percepção feminina da vida e da criatividade, e as obras de jovens artistas que representam as diferentes facetas da identidade feminina visualizando principalmente as problemáticas e as perspectivas das mulheres de hoje. O que: Mulher, Mulheres. Um olhar sobre o feminino na arte contemporânea
Escrito por Ana Frank às 05h40 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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