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Drew Gilpin Faust

 

BOSTON - A Universidade Harvard, a mais antiga dos Estados Unidos, elege uma mulher como reitora pela primeira vez em 371 anos de história.

Drew Gilpin Faust, historiadora especialista na Guerra Civil americana, foi escolhida por um comitê de busca.

A indicação é feita dois anos depois de o então reitor Lawrence Summers dizer que as mulheres não têm aptidão para a ciência e a matemática, o que explicaria uma representação feminina inferior nessas áreas. Seu discurso provocou polêmica em todo o mundo e levou à demissão de Summers.

Professores da universidade, particularmente mulheres, receberam a decisão com euforia. “Harvard espera por isso há muito tempo - desde 1636”, afirmou Patricia Albjerg Graham, professora emérita de história da educação. Ela conta que, em 1972, enquanto fazia o pós-doutorado, não pôde passar pela porta principal da faculdade ou usar o salão de jantar.

PERFIL

Drew é autora de cinco livros e dirige o Instituto Radcliffe de Estudos Avançados, a menor das faculdades de Harvard e remanescente da Faculdade Radcliffe, onde só estudavam mulheres. Boa parte das pesquisas realizadas no instituto ou patrocinadas por ele enfatiza mulheres, gêneros e sociedade.

A historiadora surgiu como candidata à reitoria nas últimas semanas, especialmente após o bioquímico Thomas R. Cech, ganhador do Prêmio Nobel de Química de 1989, anunciar publicamente sua saída da eleição.

A Universidade Harvard é uma das mais influentes dos Estados Unidos e do mundo. Ela tem 12 faculdades e um orçamento anual de US$ 3 bilhões, mais os quase US$ 30 bilhões recebidos em doações.

As mulheres fazendo historia!

 



Escrito por Ana Frank às 01h38 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Estudante portuguesa presa na Dinamarca espera julgamento há dois meses

 

 
16.02.2007 - 11h34   Joana Amaral Cardoso

 

A estudante portuguesa Susana Santos, de 26 anos, é hoje ouvida em tribunal em Copenhaga, Dinamarca, sob acusação de agressão às autoridades.

Susana Santos está presa preventivamente desde 16 de Dezembro passado, depois de ter participado numa marcha de protesto contra o encerramento de um centro de juventude de Copenhaga. Foram detidas cerca de 200 pessoas, entre as quais mais de 80 estrangeiros. Os seus amigos lançaram há semanas uma campanha de solidariedade na Internet.

Familiares e amigos da jovem contestam a lentidão da justiça dinamarquesa, já que Susana Santos foi detida e presente a um juiz em Dezembro, tendo sido formalizada a acusação. Mas a estudante deveria ter sido presente a tribunal a 11 de Janeiro, já que a lei dinamarquesa indica que após a formalização da acusação o julgamento deve ocorrer nas quatro semanas seguintes. A audiência foi adiada para 25 de Janeiro e o mesmo voltou a acontecer a 8 de Fevereiro. A nova sessão foi marcada para hoje e para dia 22, em que serão ouvidos outros activistas detidos no mesmo protesto.

Susana Santos encontrava-se “numa visita de estudo”, como contou a mãe da jovem ao PÚBLICO, e solidarizouse com a causa do Ungdomshuset, um centro social dinamizado por jovens e alvo de uma ordem de despejo, à qual resistiram. Numa marcha de protesto no dia 16 ocorreram incidentes e focos de violência e, afirma Diana Dias, uma das mobilizadoras da campanha “Su livre!”, Susana e um grupo de amigos foram detidos pela polícia. “Viu o melhor amigo dela ser preso e reagiu”, resistindo à polícia. Desde então encontra-se detida no estabelecimento de Vestrefangsel, na ilha de Kobenhaven, nas imediações da capital dinamarquesa. Do grupo de detidos, detalhou Diana Dias, “continuam presos a Susana, um amigo italiano — que vão ser julgados ao mesmo tempo —, um finlandês e também um inglês”, além de outros jovens identificados posteriormente pelas autoridades de Copenhaga, que estarão a recorrer a vídeos para identificar os envolvidos nos distúrbios. Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades disse ao PÚBLICO que “tem conhecimento do caso e tem estado a acompanhá-lo”, adiantando que “o chanceler tem visitado” Susana Santos no estabelecimento prisional e que “há expectativa de que ela seja libertada” hoje, se o julgamento não sofrer mais adiamentos.

O PÚBLICO tentou, sem sucesso, contactar a embaixada dinamarquesa em Lisboa e a embaixada portuguesa em Copenhaga. João Salgueiro, informático de Lisboa, tomou conhecimento do caso esta semana através da campanha de solidariedade, alojada num sítio da Internet, que levou amigos, familiares e simpatizantes a contactar a representação dinamarquesa em Lisboa. Tentou informar-se sobre a situação de Susana Santos. Falou na quarta-feira com uma representante da embaixada da Dinamarca em Portugal, junto da qual confi rmou que “tinham detido uma estudante portuguesa e que o prazo das quatro semanas tinha expirado”.

O que podemos fazer é, além de enviar e-mails e cartas à Susana (que lhe dá mesmo muita força!!!) é telefonar à embaixada dinamarquesa (21 3512960) a resmungar assim como à embaixada portuguesa na Dinamarca: 0045-33131301.

 

Para a Susana podem escrever em português, castelhano ou inglês.


retsgruppe69@yahoo.dk

 

 No assunto  coloque (letter for Susana) que os voluntários da associação imprimem e fazem chegar todos os dias à prisão.

  



Escrito por Ana Frank às 03h24 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





SEMINÁRIO INTERNACIONAL  MERCADO DE TRABALHO E GÊNERO:

COMPARAÇÕES BRASIL- FRANÇA     9 e 10 de Abril

 

 

O Seminário terá como objetivo central discutir questões relativas ao mercado de trabalho, ao emprego e desemprego, à educação, às profissões e carreiras e à remuneração. sob a perspectiva das relações de gênero e raça/etnia e traçar paralelos e comparações entre as situações vivenciadas no Brasil, na França e em alguns outros países da Europa e América Latina. Visa também discutir aspectos teóricos relevantes dos estudos de gênero, em debate, tanto no Brasil como na Europa, atualmente. O Seminário enfocará três eixos temáticos, a saber:

Emprego e desemprego, precariedade e segregação de gênero e raça no mercado de trabalho;

Entre vida profissional e familiar: questões em debate, práticas e políticas;

Gênero, profissões e carreiras.

FEA - Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo/USP
Av. Prof. Luciano Gualberto, 908 - Auditorio FEA 5, Térreo – Cidade Universitária.

 

Inscrições  gratuitas e realizadas no site:

http://www.fcc.org.br/seminario/index.html

De 23 de fevereiro à 23 de março

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 12h49 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Betty Boop!

 

 

Betty Boop é o  meu personagem de desenho animado, que me ensinou grandes lições, com seu comportamento nada convencional para sua epoca uma revolucionaria, tinha um jeito de garota independente e provocadora, sempre com as pernas de fora, exibindo uma liga. Foi em 1930 que a personagem imigrante judaica começou sua “carreira”, em Dizzy Dishes, espelhando-se nas divas desta década, ao som de muito jazz.

Mas Betty Boop ficou famosa mesmo quando interpretou "Boop-Oop-a Doop-Girl", de Helen Kane, e, enfim, entrou para a história, participando de mais de 100 animações.. Entretanto, após 1934, o novo Código de Produção impôs uma censura à personagem. Em nome da moralidade, Betty não poderia mais exibir seus decotes nem suas roupas insinuantes. Acredita-se que o comportamento progressivo da personagem era algo para o qual a população americana da época não estava preparada para receber. Afinal, eram tempos de Disney e seus bichinhos felizes e divertidos. Os irmãos Fleischer modificaram a imagem de Betty, vestindo-a até o pescoço. Contudo, mantiveram em evidência o contorno de seus seios sobressaindo das malhas colantes, o que a deixou mais sensual.

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h36 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





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Em 1939, Betty Boop foi proibida de aparecer nas telas pelo Comitê Moralizador após anos de perseguição. Com sua enorme sensualidade, Betty foi um grande sucesso nas platéias de teatro, e apesar de ter decaído durante a Década de 1930, ela continua popular atualmente por seu ar de sensualidade. Sua última aparição foi no cinema, em 1984, quando fez uma ponta em Uma Cilada para Roger Rabbit com o mesmo biquinho, as mesmas pernas de fora e cinta-liga aparente que lhe é peculiar.

 

Sensacional seu poder de sedução!

 



Escrito por Ana Frank às 09h34 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





NOITE DE AUTÓGRAFOS

 

 

Quinta-feira, 15 de fevereiro às 18h30
 Local: Livraria Cultura Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2073 –

São Paulo/SP - Loja 151

 

 

ASSASSINATOS DE MULHERES EM PERNAMBUCO

Pernambuco é o Estado do país com a terceira maior taxa de assassinato de mulheres. Foram 276 homicídios em 2004, um índice de 6,5 mortes por grupo de 100 mil mulheres. Naquele ano, 3.830 mulheres foram mortas no país, taxa de 4,1 por 100 mil. São os últimos números compilados pelo DataSus. De acordo com o Fórum de Mulheres de Pernambuco, de janeiro a 21 de novembro de 2006, 275 mulheres foram mortas no estado.No ano passado, as quatro delegacias da mulher de Pernambuco registraram cerca de 10 mil queixas. Estima-se que a cada registro feito, outros 20 casos de violência deixam de ser denunciados, o que elevaria para 200 mil o número de agressões no estado.O livro chama a atenção também, e especialmente, para a reação organizada dos grupos feministas. Mais de 60 entidades formam hoje o Fórum de Mulheres de Pernambuco, instituição que vem fortalecendo e dando visibilidade ao movimento feminista em todo o estado. Desde janeiro passado, o Fórum organiza uma vigília a cada mês, denunciando as mulheres assassinadas. A intenção da publicação é que a reação organizada dos grupos feministas de Pernambuco se torne conhecida e possa servir como modelo de resistência em outros estados. Para escrever esse livro-reportagem, o jornalista Aureliano Biancarelli passou duas semanas na Região Metropolitana do Recife e em algumas cidades da Zona da Mata Sul. Recolheu relatos de familiares de vítimas anônimas e de assassinatos que ganharam destaque na mídia. Nos dois cenários, encontrou sempre uma história comum de impunidade. Biancarelli também ouviu mulheres que continuam vivendo em perigo de morte, agredidas e ameaçadas por seus maridos, namorados ou companheiros. Muitas ainda não encontraram coragem para denunciar essa violência. São as sobreviventes de uma guerra doméstica.

 

Autor: Biancarelli, Aureliano

Editora: Publisher Brasil

Preço: R$ 22,00

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 08h59 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





a

 

O 'Sim' venceu o referendo à despenalização do aborto ao obter mais de 59 por cento dos votos expressos, segundo dados disponibilizados pelo Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral (STAPE).

 

 

Após o apuramento dos resultados nas 4260 freguesias do país, o 'Sim' recolheu 2.238.053 votos, correspondendo a 59,25 das preferências, enquanto o 'Não' obteve 40,75 por cento (1.539.078 votos), segundo as informações diponibilizadas no 'site' www.referendo.mj.pt.

A taxa de participação alcançou os 43.61%, um número aquém do necessário para tornar os resultados vinculativos, mas superior à registada na primeira consulta popular sobre a despenalização do aborto, em Junho de 1998, em que a abstenção foi de 60,1 por cento.

SÓCRATES: "RESULTADO É INEQUÍVOCO"

"O povo falou de forma clara e veio reforçar a legitimidade do espaço político e legislativo que estava em causa", disse José Sócrates frisando que o "resultado é inequívoco".

A Interrupção Voluntária da Gravidez, realizada por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado "deixará de ser um crime em Portugal" garantiu.

TELEVISÕES ANTECIPARAM RESULTADOS

A vitória do 'Sim' à despenalização à Interrupção Voluntária da Gravidez foi divulgada pelas televisões após o encerramento das urnas, cujas projecções avançavam uma votação entre os 57 e os 62,6 por cento, com uma taxa de abstenção acima dos 50 por cento, tornando os resultados não vinculativos.

Afinal, por que abortam as mulheres? Não há dados precisos, uma vez que a prática é clandestina. Um estudo da Associação Planeamento e Família, feito com base num inquérito aplicado a duas mil mulheres, indica que, para a esmagadora maioria, a decisão é difícil. As mulheres abortam porque são muito jovens (17,8 por cento), não têm condições económicas (14), não desejam ter um filho (13,2), tiveram um filho há pouco tempo (10,4), o marido/companheiro rejeitou a gravidez (9,4), a relação é instável (9,1). Uma minoria avança por pressões familiares (8), problemas de saúde (4,2), malformação fetal (3,3) ou excesso de idade (2,6).

Diz a experiência da socióloga Maria José Magalhães que "as mulheres querem rapidamente resolver o problema". "Quem mais protela são as católicas praticantes e as jovens, porque ficam num tal desespero e não sabem com quem é que hão-de falar", nota a activista do Cidadania e Responsabilidade pelo Sim, que integra organização não-governamental União de Mulheres Alternativa e Resposta e se desdobrou em piquetes nos julgamentos pós-referendo de 1998.

 

Fonte: http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=230804&idselect=9&idCanal=9&p=200

 



Escrito por Ana Frank às 08h49 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Referendo em Portugal

 

 

Quase 48 por cento das mulheres portuguesas irão abster-se no referendo sobre a despenalização do aborto. Mesmo assim, a última semana de campanha parece ter sido decisiva para o ‘sim’, que deverá vencer a consulta popular deste domingo com um resultado vinculativo: 52,6 por cento.

 

 

Despenalizar é votar sim (António Costa, membro do Secretariado Nacional do PS)

O que os portugueses vão ter de escolher no próximo domingo é optar entre uma lei ineficaz, que já ninguém defende, que é a lei actual e que serve hoje apenas para fomentar essa vergonha nacional que é o aborto clandestino (e em Portugal registam-se mais de 18 mil casos por ano), ou escolher a via da despenalização da interrupção voluntária da gravidez até às dez semanas, por opção da mulher e em condições adequadas para a sua saúde.

A opção é entre tratar as mulheres, que em consciência decidem interromper a gravidez, nas condições que a pergunta do referendo prevê, como um caso de polícia e, nesse caso, votar não, ou proporcionar-lhes os serviços de saúde adequados e votar Sim. Apesar das mistificações que alguns têm tentado introduzir no debate nos últimos dias, só há uma opção de voto para os que defendem a despenalização das mulheres que praticarem a interrupção voluntária da gravidez naquelas condições: é votar Sim. As contas são simples: criminalização = não. Despenalização = Sim.

 

PADRE VOTA 'SIM' NO REFERENDO

O padre Manuel Costa Pinto, residente em Viseu, reafirmou ontem a sua convicção em votar ‘sim’ por achar que “a mulher que aborta deve ser perdoada – porque esse é o exemplo de Jesus – e não punida”. “A lei como está dá origem a que muitas mulheres, por medo e falta de dinheiro, disfarcem a gravidez e a levem até ao fim, mas depois do parto se desfaçam da criança”, explicou o sacerdote, esclarecendo: “O que está em causa não é o aborto, mas o que está a jusante desse acto.” Sacerdote jubilado, com 79 anos, diz ter “respeito pelos superiores hierárquicos” e defende que a opinião da Igreja Católica não é clara.

 

As 16:00 horario local de Portugal foram à urnas votar apenas 31% de eleitores:

 



Escrito por Ana Frank às 02h25 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Centro Cultural São Paulo

 

 

Exposição de Fotojornalismo até 04/03

 

 

Uma viagem fotográfica por meio de imagens do fotojornalismo. É esse o objetivo da exposição Fotojornalismo 2006, realizada pela Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos do Estado de São Paulo (ARFOC-SP), com patrocínio da Kingston Technology.
Ao todo, são 100 painéis fotográficos entre fotos coloridas e em preto-e-branco que, juntas, dão o panorama do melhor do fotojornalismo paulista. Para esta exposição foram selecionadas imagens de outubro de 2005 a outubro de 2006 por profissionais com larga experiência em fotojornalismo: Egberto Nogueira, Hélio Campos Melo e Flávio Cannalonga.

Por meio do olhar particular de 83 profissionais de revistas, agências e jornais do Estado de São Paulo, fatos importantes como:
os ataques do PCC; a Copa do Mundo na Alemanha e as reações da torcida brasileira aqui; as eleições; o tragédia do avião da Gol e outros acontecimentos que marcaram o Brasil serão relembrados.

Dando um giro pelo Mundo: há imagens das eleições no Haiti; a tensão na interminável “guerra” no Iraque; a não menos tensa situação no Irã, ameaçado pelos norte-americanos; ou a campanha decepcionante da nossa Seleção de Futebol em terras germânicas. Os fatos do Mundo traduzidos por olhares brasileiros.

A exposição mostra, também, que nem só de acontecimentos factuais se alimenta o fotojornalismo. Prova disso são as incontáveis “crônicas visuais” que se pode observar em meio aos dramas e alegrias do dia-a-dia. Imagens como a de um gato duplicado em um cemitério tomado pelos felinos ou a de um homem empinando pipa do alto de um prédio em São Paulo. Enfim, fatos e histórias do cotidiano apresentados por meio de imagens.

De terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos das 10h às 18h;
Piso Flávio de Carvalho

 

Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - CEP 01504-000 - São Paulo - SP

Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - CEP 01504-000 - São Paulo

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 12h44 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
Outro -





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