TEMPLATE ERROR Current Date: Sun Aug 17 11:40:03 BRT 2008 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 46 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementELSE
|
Campanha Susana livre!
Em 15 de Dezembro, mais de 5000 pessoas manifestaram-se contra a decisão do tribunal e recusavam-se a entregar o Centro da Juventude, um centro político e cultural, uma alternativa a uma sociedade opressora, usada por ativistas para organizarem inúmeros eventos. O edifício foi cedido pela câmara em 1982 a várias associações e coletivos. Em 1999 foi vendido pela câmara a uma seita fundamentalista cristã, e inicia-se um processo no tribunal. Um processo moroso e bastante dúbio, onde os ativistas acusam a câmara de vender algo que foi cedido, e a seita reclama a casa e uma compensação por não poderem ter usufruído dela. Em 2006, o tribunal decide que os ativistas têm de evacuar a casa até dia 14 de Dezembro. A Susana foi visitar um amigo na Dinamarca, no dia 14 de Dezembro, com intenções de voltar para Portugal antes do Natal. Como ativista social que é, a Susana participou na marcha em defesa de Ungdomshuset, no dia 16. Foi uma dessas pessoas indiscriminadamente presas. Está a ser acusada de agressão à autoridade.
Escrito por Ana Frank às 12h40 PM [ ] [ envie esta mensagem ] a
Susana estuda em Coimbra, na Escola Superior de Educação, no último ano. É uma ativista social e ambiental. Pertence ao GAIA (Grupo de Acção e Intervenção Ambiental), a um grupo de teatro de rua e a outros coletivos .É vegetariana, defensora dos direitos dos imigrantes, dos direitos humanos, da paz! Ativa na luta contra a praxe, na defesa da despenalização do aborto, no movimento estudantil.
No assunto coloque (letter for Susana) que os voluntários da associação imprimem e fazem chegar todos os dias à prisão.
Escrito por Ana Frank às 12h37 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Ser mãe é um direito da mulher e não um dever .
Oito anos depois de os portugueses terem rejeitado em um referendo a descriminalização do aborto, os eleitores do país vão voltar às urnas para decidir se interromper gravidez de até 10 semanas continua a ser crime. 11/02/07 A cédula terá a pergunta: “Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?” Apesar de os principais partidos terem dado liberdade de voto aos seus deputados, a indicação das direções partidárias foi clara: o Partido Socialista, o Partido Social-Democrata (centro-direita) e o Bloco de Esquerda votaram a favor. O Partido Comunista votou contra – alegando que a decisão não deve ser tomada por referendo. O Centro Democrático Social (de direita) se absteve. A sociedade portuguesa já começou a se mobilizar para o referendo. No governo, o primeiro-ministro José Sócrates afirmou que vai fazer campanha e que todos os membros do seu governo vão participar das ações chamando ao voto pelo sim. A Igreja católica já convocou as pessoas a votarem pelo não – no referendo de 1998 optaram por não convocar os eleitores e o referendo não teve a maioria dos eleitores exigidos. Para a campanha, estão inscritos na Comissão Nacional de Eleições (CNE) 19 movimentos de cidadãos (cinco pelo "sim" e 14 pelo "não") e 10 partidos polí ticos. Cerca de 8,4 milhões de eleitores estão recenseados para o referendo e a campanha dura 11 dias, entre 30 de Janeiro e 09 de Fevereiro.
Escrito por Ana Frank às 11h13 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Aborto na Espanha
A avaliação é que entre 20 mil e 40 mil portuguesas fazem abortos todos os anos. Uma das principais alternativas é atravessar a fronteira e realizar a operação na Espanha, onde o aborto é legal. Yolanda Hernandez, administradora da Clínica de los Arcos, que tem sedes em Badajoz e Mérida, na Espanha, próximas da fronteira com Portugal, conta que grande parte da sua clientela é portuguesa. “Todos os anos nós fazemos quatro mil abortos em mulheres que vêm de Portugal nas nossas duas clínicas. Vêm mulheres de todos os distritos de Portugal, incluindo dos arquipélagos dos Açores e da Madeira.” Segundo Yolanda, não são só as portuguesas que recorrem à clínica de aborto. “Nos últimos anos aumentou muito o número de estrangeiras que moram em Portugal e vão para as nossas clínicas. São especialmente brasileiras e da Europa Oriental. Nos últimos 12 meses, foram cerca de cem as brasileiras.” Estatísticas levantadas por Yolanda indicam que 58% das mulheres que vão fazer aborto na Espanha são solteiras, 35% casadas, 68% têm rendimentos próprios e 62% não utiliza métodos anticoncepcionais nem qualquer forma de planejamento familiar. “A primeira pergunta que uma portuguesa faz quando entra na clínica é sobre se é legal, e sobre o profissionalismo de quem atende. Elas ficam revoltadas com o fato de terem de sair do país para fazerem o aborto”. “Em Portugal, por um aborto muitas vezes em situações sem condições sanitárias, cobram entre 750 e mil euros. Isso sem declarar impostos e sem supervisão das autoridades de saúde. Nas nossas clínicas, dependendo dos procedimentos, cobramos entre 350 e 500 euros, o que inclui consulta com ginecologista, com psiquiatra, ecografia e medicamentos para tomar depois, além de uma folha com indicações médicas e indicação para uma consulta médica nos 15 dias após o aborto”. No dia 11 de fevereiro Portugal vai dizer: Sim ou Não Para o aborto Legal! Fonte: BBC- Brasil
Escrito por Ana Frank às 11h11 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ANÁTEMA
Com Juliana Galdino. Texto e direção de Roberto Alvim. Co-direção de Kaio Pezzutti. Cenografia e figurino de Juliana Fernandes. Iluminação e Trilha Sonora de Roberto Alvim e Juliana Galdino. Narra a história de uma serial killer contada em primeira pessoa. Sua descoberta do assassinato, sua motivação, a relação com suas vítimas, numa obra que propõe uma reflexão radical sobre o significado da vida - e da morte - em nossos dias. O espetáculo adquire contornos existencialistas a partir da reflexão sobre o tema do assassinato como uma forma profunda de amor. A obra marca a estréia da Companhia Club Noir, dedicada à encenação de dramaturgos contemporâneos em espetáculos que dialoguem provocativamente com a atualidade. SESC Avenida Paulista No Espaço Décimo Andar. 0 R$ 15,00; R$ 10,00 (usuário matriculado). R$ 7,50 (trabalhador no comércio e serviços matriculado e dependentes, aposentados e estudantes com carteirinha).
Escrito por Ana Frank às 12h35 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Exploração da mulher na mídia estimula violência sexual
As estratégias de vender produtos, gera uma relação muito direta entre consumo prazer e poder e a mulher aparece como o próprio produto de consumo. É assim que se vende cerveja, é assim que se vende carro, é assim que se vendem máquinas de lavar roupa - por motivos óbvios -, se vende qualquer coisa a partir da figura feminina, especialmente a partir do corpo da mulher. Esse comportamento social cria um aspecto muito poderoso que é a formação de uma cultura de violência sobre as mulheres, algo que em geral fica impune que não é considerado como algo relevante ao ponto de se mobilizar os setores públicos para o enfrentamento. Existe uma conivência da mídia e inclusive da sociedade em geral com essa prática, com a transformação da imagem da mulher, do corpo da mulher, em uma mercadoria, em um contexto fortemente erotizado. M Os anúncios revelam que a mulher é algo para servir ao homem e mostram como estamos longe de uma sociedade com eqüidade de gêneros. Materia do jornal da tarde pagina policial:09/10/06 Garato de 17 anos escapa de estupro Ajudante geral de 29 anos é detido pela policia na zona sul ao tentar violentar uma estudante na região do Campo Limpo, que conseguiu escapar do rapaz e avisar os policiais. A adolescente trabalhava junto com uma amiga distribuindo panfletos de propaganda de imóveis num semáforo. Por volta das 10h, o audante geral se aproximou da estudante e a agarrou à força e tentou arrancar a roupa da menina para estuprá-la, mas ela resistiu ao ataque. Ele esta preso por tentativa de atentado violento ao pudor. Assim caminha a sociedade vendendo o corpo da mulher, e criando uma cultura de violência sobre as mulheres sem arcar com o ônus.
Escrito por Ana Frank às 09h53 AM [ ] [ envie esta mensagem ] Cervejarias descumprem veto a erotismo
Fabricantes voltam a usar mulheres em propagandas com apelo sexual, apesar de terem se comprometido a evitar prática FABIANE LEITE Fonte: folha cotidiano
Escrito por Ana Frank às 11h43 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Yuan Tingting
A jovem repórter Yuan Tingting, uma das primeiras mulheres do país a viajar pelo mundo sozinha, está há duas semanas sem entrar em contato com o seu jornal, o China Daily. O veículo denunciou seu desaparecimento no Afeganistão nesta sexta-feira (26/01). A repórter escrevia uma coluna sobre suas viagens pelo mundo e é conhecida por produzir reportagens em regiões em conflito. A última matéria enviada por Yuan foi no dia 09/01, quando descrevia sua passagem por uma área conflituosa na fronteira do Afeganistão com o Paquistão. "Ela nunca havia perdido o prazo de entrega de uma matéria, mas desde o início do mês não recebemos nada dela", afirmou um editor da versão online do China Daily, que se disse preocupado com seu desaparecimento. O Ministério de Assuntos Exteriores chinês disse que não recebeu notícias sobre o caso, mas advertiu que viajar pela área onde Yuan estava é perigoso pela sua instabilidade. O China Daily já solicitou ajuda às embaixadas chinesas no Paquistão e no Afeganistão.
Escrito por Ana Frank às 10h47 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Cada Mulher brasileira Uma Cidadã
O fenômeno da violência de gênero, também chamada violência contra a mulher, acontece no mundo inteiro e atinge as mulheres em todas as idades, graus de instrução, classes sociais, raças, etnias e orientação sexual. A violência de gênero em seus aspectos de violência física, sexual e psicológica, é um problema que está ligado ao poder, onde de um lado impera o domínio dos homens sobre as mulheres, e de outro lado, uma ideologia dominante, que lhe dá sustentação. É importante ressaltar que independente do tipo de violência praticada contra a mulher todas têm como base comum as desigualdades que predominam em nossa sociedade. São muitas as formas de violência de gênero: as desigualdades salariais; o assédio sexual no trabalho; o uso do corpo da mulher como objeto, nas campanhas publicitárias; o tratamento desumano que muitas recebem nos serviços de saúde. Todas representam uma violação aos direitos humanos e atingem a cidadania das mulheres. A violência de gênero, também conhecida como violência doméstica e sexual, aí incluídos o assédio moral e sexual e o tráfico nacional e internacional de mulheres e meninas. È preciso desenvolver uma forte estratégia de políticas públicas que reconheçam as perdas e desvantagens que recaem sobre as mulheres por sua condição de gênero, por sua condição de pobreza, geracional, agravada para aquelas que têm a seu cargo a chefia da família, são portadoras de deficiência e, sobretudo, por sua condição de raça e etnia, nos casos das mulheres negras, indígenas e, estas mais que todas, atingidas fortemente pelas pressões de exploração econômica, migratória e sexual. Construir uma sociedade mais justa e igualitária, onde as diferenças entre homens e mulheres não atuem como desigualdades. Queremos um Brasil para todos e todas, onde cada mulher é uma cidadã.
Escrito por Ana Frank às 12h33 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
|