TEMPLATE ERROR Current Date: Sun Aug 17 11:40:04 BRT 2008 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 46 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementELSE Ana Frank - UOL Blog


Dia Internacional pela Eliminação da Violência Contra a Mulher:

Em novembro, infelizmente presenciei  “Violência Contra a Mulher”:

 

1.      No aeroporto de congonhas o Sr.Arnaldo Jabor ficou muito estressado ao passar pela porta de metal que apitou varias vezes por ele não ter esvaziado seus bolsos, em tom de desagravo ofendeu uma funcionaria da infra aéreo, a policia foi chamada, mas o Sr. Arnaldo Jabor pediu desculpa, à moça que aceitou e tudo ficou em Paz.

2.      Participei de um worshop o palestrante ficou o tempo todo denegrindo a imagem da mulher, como se esse comportamento foi a coisa mais natural do mundo, mostrei a minha indignação,e recebi um pedido de desculpa.

 

Em março de 1999, o 25 de Novembro foi reconhecido pelas Nações Unidas (ONU) como o Dia Internacional pela Eliminação da Violência contra a Mulher  um dia para lembrar, protestar e mobilizar a sociedade e os poderes constituídos para a não violência contra a mulher. A data foi definida no I Encontro Feminista Latino Americano do Caribe, realizado em Bogotá, Colômbia, para lembrar as irmãs Mirabal (Pátria, Minerva, Maria Tereza), assassinadas pela ditadura de Leônidas Trujillo na República Dominicana.


A campanha, cujo slogan em 2006 é "Uma vida sem violência é um direito das mulheres!", é realizada internacionalmente em 130 países. O dia 25 de novembro – Dia Internacional da Não Violência contra as Mulheres – marca o início da campanha e o 10 de dezembro – Dia Internacional dos Direitos Humanos – seu encerramento.

 

Neste período, lembraremos datas de grande significado para nós mulheres: 1 de dezembroDia Mundial da AIDS - devemos recordar que atualmente são as mulheres e principalmente as jovens as maiores vítimas do HIV; 6 de dezembro, Dia do massacre de mulheres de Montreal, tornou-se conhecido no mundo com a Campanha Internacional do Laço Branco. Esse massacre aconteceu em 1989, quando um estudante de 25 anos entrou armado na Universidade de Montreal e começou a atirar gritando que queria “apenas as mulheres”. Saldo da tragédia: 14 mulheres mortas e mais 13 pessoas feridas. As vítimas tornaram-se o símbolo da injustiça praticada contra as mulheres.

Em 1960, começamos a usar a expressão “Violência Contra a Mulher” para denunciar a invisibilidade dos atos agressivos sofridos pelas mulheres. Pelo simples fato de ser mulher, ela sofre uma violência que interfere no exercício dos direitos de cidadania e na sua qualidade de vida. Tudo isto limita seu desenvolvimento como ser humano, afetando seu relacionamento na sociedade.

A ONU (Organização das Nações Unidas) que monitora a Convenção sobre todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher – CEDAW – reconhece que a violência é uma das mais perversas formas de discriminação às mulheres.

“Em 1993 a ONU, declarou:” violência contra a mulher é todo ato violento baseado na pertença ao sexo feminino “. Um ano depois a Organização dos Estados Americanos (OEA) adotou a Convenção de Belém do Pará que trata especificamente da temática”.

São muitos e variados os tipos de violência que a mulher sofre no dia a dia: física, psicológica, moral, patrimonial que se processam de diversas formas; empurrões, tapas, proibições as mais diversas, agressões verbais que acabam com a auto-estima fazendo a mulher sentir-se desprezível. Destruição de documentos, bens, e valores com a intenção de dificultar a sua subsistência.

As mulheres sofrem agressões não só em casa, mas nas ruas e nos locais de trabalho. E essas são violências exclusivas das mulheres pelo simples fato delas serem de um gênero específico: o feminino. Junte-se a isto a violência geral que atinge a sociedade como um todo para aquilatar-se o calvário da maioria das mulheres.

Por tudo isto - que representa o mínimo de esforço de cada um - tento repassar a importância dessa campanha, procurando envolver a população, no sentido de que cada um faça o possível para as mulheres terem o direito de viver uma vida sem violência, porque este é o direito de todas.

“Mais do que o corpo, a violência atinge a alma, destrói sonhos e acaba com a dignidade das mulheres”.

 

 



Escrito por Ana Frank às 08h23 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 Dia Internacional para Eliminação da Violência contra as Mulheres

Mensagem do Sr. Kofi Annan 

 



A violência contra as mulheres causa enorme sofrimento, deixa marcas nas famílias, afetando várias gerações, e empobrece as comunidades. Impede que as mulheres realizem as suas potencialidades, limita o crescimento econômico e compromete o desenvolvimento. No que se refere à violência contra as mulheres, não há sociedades civilizadas.


No mês passado, apresentei um estudo minucioso que demonstra que metade da humanidade vive sob esta ameaça – em todos os continentes, em todos os países e em todas as culturas, independentemente do rendimento, da classe, da raça ou do grupo étnico. Isto apesar de vivermos em um mundo em que os direitos humanos foram reconhecidos pela lei e garantidos em instrumentos internacionais; apesar de termos aprendido que o gozo dos direitos humanos é essencial para o bem-estar dos indivíduos, das comunidades e do mundo; apesar de que, na Cúpula Mundial de 2005, os dirigentes se terem comprometido a redobrar os esforços para eliminar todas as formas de violência contra as mulheres.


A luta contra este flagelo exige que abandonemos uma maneira de pensar que é ainda muito comum e que está muito enraizada e adotemos outra atitude. Que demonstremos, de uma vez por todas, que, no que toca à violência contra as mulheres, não há razões para ser tolerante nem justificativas toleráveis.


Durante anos, as organizações e movimentos de mulheres de todo o mundo trabalharam incansavelmente para retirar a violência contra as mulheres do âmbito privado e a colocá-la na esfera pública, para que o Estado assuma suas responsabilidades. Muitos Estados promulgaram e aplicaram leis eficazes e prestaram serviços integrados e sensíveis às necessidades das vítimas. E também se registraram progressos na elaboração de normas internacionais.


É o momento de elevar estes esforços a um nível superior. Nós, nas Nações Unidas, devemos desempenhar um papel de liderança mais forte, coordenado e visível. Os Estados-Membros devem esforçar-se mais por aplicar o quadro jurídico e político internacional que se comprometeram a respeitar. E todos nós devemos estabelecer parcerias fortes e eficazes com a sociedade civil que tem um papel tão decisivo a desempenhar em relação a esta questão, em todos os níveis.


Devemos trabalhar juntos para criar um ambiente em que a violência contra as mulheres não seja tolerada. Quando me solicitaram realizar esse estudo minucioso, os Estados-Membros das Nações Unidas mostraram que estavam dispostos a fazê-lo. Agora que dispomos do estudo e de suas recomendações, devemos mobilizar a vontade política e os recursos necessários. Neste Dia
Internacional para Eliminação da Violência contra as Mulheres, unamos - todos nós, homens e mulheres - nossas forças para cumprir essa missão.


Por Kofi Annan, Secretário-Geral da Organização das Nações Uniadas

 

 

Fonte: http://www.unifem.org.br/



Escrito por Ana Frank às 11h38 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





“Percepção e reações da sociedade sobre a violência contra a mulher”

 

O Instituto Patrícia Galvão encomendou uma nova pesquisa sobre violência contra as mulheres. Realizada pelo Ibope Opinião, em maio de 2006, com uma amostra representativa da população adulta brasileira.

Intitulada “Percepção e reações da sociedade sobre a violência contra a mulher”, esta pesquisa de opinião demonstra, com números e dados contundentes, que a sociedade não percebe com clareza a efetiva aplicação da lei nos casos de violência contra a mulher por todos os agentes que têm a responsabilidade de fazê-lo, desenvolvendo-se dessa forma uma sensação de impunidade e de ineficácia dos sistemas policial e judiciário.

Esta pesquisa dá continuidade ao trabalho que o Instituto Patrícia Galvão iniciou em 2004, ao realizar com o Ibope a pesquisa “O que pensa a sociedade sobre a violência contra as mulheres”, que revelou um alto grau de rejeição a esse tipo de violência.

Seguem trechos da pesquisa:

 

VIOLÊNCIA E SAÚDE DA MULHER CONTINUAM

COMO OS PRINCIPAIS PROBLEMAS

 

VIOLÊNCIA FORA DE CASA PREOCUPA MAIS

AS MULHERES

 

51% CONHECEM CASOS DE AGRESSÕES A MULHERES

 

MAIORIA CRÊ QUE HOJE AS MULHERES

DENUNCIAM MAIS

 

E AS RAZÕES PARA NÃO DENUNCIAR?

MAIORIA ACHA QUE AGRESSOR DEVE SER PUNIDO

 



Escrito por Ana Frank às 11h36 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





DIREITO À VERDADE!

 

 

Começa o julgamento de Ustra, primeiro acusado de tortura da ditadura militar

Cinco pessoas da família Teles, incluindo duas crianças, movem contra o coronel reformado uma ação cível que pede que a Justiça o declare como torturador do período. Primeira sessão do julgamento ocorreu nesta quarta, em que foram ouvidas cinco testemunhas.

SÃO PAULO – “Ele foi o primeiro a me dar um tapa na cara, quando ainda estava no Pátio da Operação Bandeirantes [Oban]. Me jogou no chão com aquele tapa. Me torturou pessoalmente. Também foi ele quem mandou invadir a minha casa, buscar todo mundo que estava lá. Meus filhos e minha irmã. Durante cerca de 10 dias, minhas crianças ficaram na Oban. Me viram sendo torturada na cadeira de dragão, me viram cheia de hematomas, com o rosto desfigurado, dentro da cela. Nessa semana, em que meus filhos estavam por ali, eles falavam que os dois estavam sendo torturados. Disseram: “Nessas alturas, sua Janaína já está dentro de um caixãozinho”. Disseram também que eu ia ser morta. Isso foi o tempo todo. O tempo todo, o terror. Ali era um inferno”.

Assim descreveu Maria Amélia Teles os onze meses que passou presa em São Paulo no DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna), um dos principais centros de repressão aos presos políticos do período da ditadura militar. Maria Amélia foi presa na Vila Mariana, na capital paulista, no dia 28 de dezembro de 1972. Seu marido, César Teles, já estava detido. Os dois coordenavam a gráfica do Partido Comunista do Brasil, ao qual pertenciam. Também davam suporte aos guerrilheiros do Araguaia, e por isso foram presos. No dia seguinte, a polícia invadiu a casa de César e Maria Amélia e deteve sua irmã, Criméia Almeida, e seus filhos, Janaína e Edson, na época com 5 e 4 anos de idade. Das dependências do DOI-Codi, todos foram torturados física e psicologicamente.

Na tarde desta quarta-feira (8), eles reviveram mais uma vez esse passado durante a primeira sessão da audiência de instrução e julgamento de Carlos Alberto Brilhante Ustra, coronel reformado do Exército que, de setembro de 1970 a janeiro de 1974, comandou as operações no DOI-Codi. Neste período, houve 502 denúncias de torturas praticadas por homens sob o seu comando e por ele diretamente. Ustra é o primeiro acusado de tortura ocorrida durante a ditadura a ser julgado no país. Desde o final do ano passado, a família Teles move contra ele uma ação cível declaratória, ou seja, pede somente que a Justiça o declare torturador deste período e reconheça que ele causou danos morais e à integridade física dessas cinco pessoas. Neste caso, não há, portanto, responsabilização criminal de Ustra pela prática da tortura ou pelos cerca de 40 assassinatos decorrentes da violência dos interrogatórios ocorridos no DOI-Codi.

“Mas sabemos que ele é responsável pela tortura de praticamente todos os presos políticos da época em que comandou o DOI-Codi. Foram centenas e centenas de pessoas. É responsável também por dezenas de assassinatos e até de desaparecimentos”, afirma Maria Amélia. “Se ele é um torturador declarado pela Justiça, o Estado brasileiro tem a obrigação de tomar dele todas as informações a respeito. Por exemplo, sobre onde estão os mortos e desaparecidos que não foram sepultados ainda. Onde estão os restos mortais? O resultado desta ação específica é moral. Mas o fato dele ser condenado como torturador resulta em outros desdobramentos”, acredita.

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 07h31 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





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Testemunhas da dor
Não foram somente Maria Amélia, César, Criméia, Janaína e Edson que reviveram na tarde desta quarta-feira a dor da tortura sofrida nos anos de chumbo. As cinco testemunhas chamadas pelo advogado da família Teles também tiveram que, diante do juiz Gustavo Santini Teodoro, contar o que aconteceu com elas enquanto estiveram presas no DOI-Codi.

“Fui pessoalmente interrogado por Ustra, muitas vezes nu. Fui ameaçado, espancado e recebi dele choques elétricos. Por mais de uma vez, ouvi, de um dos torturadores, ameaças a Maria Amélia. Eles diziam: ‘essa mulher tem mesmo que morrer’”, contou o historiador Joel Fufino dos Santos, que, preso em 1972, dividiu cela com César Teles. “Também vi o casal voltando muito machucados dos interrogatórios”, disse.

Elia Menezes Rola conheceu Maria Amélia em janeiro de 1973, quando foi presa. Ficou na mesma cela que ela por cerca de 15 dias. “A Amelinha foi muito torturada, vi as lesões. Tinha dias que ela vinha tão machucada do interrogatório que eu não reconhecia o seu rosto”, contou. Elia também foi torturada com socos e xingamentos. A mesma história foi contada por Marly Rodrigues, presa no dia 12 de janeiro de 1973. Ela sofreu poucas torturas físicas, mas disse que foi fortemente torturada psicologicamente pelo coronel Ustra. “No momento da minha prisão, ele me desmoralizou perante minha família, fazendo considerações e comentários sobre minha pessoa e sobre minha posição política, causando traumas que tenho até hoje”, relatou Marly.

Ricardo Maranhão, a última testemunha a ser ouvida, contou que viu Maria Amélia pela primeira vez quando ela estava na sala de tortura, muito machucada. Afirmou que sua irmã, Criméia, que estava grávida, levava "muitas pauladas na cabeça". Segundo o jornalista Ivan Akselrud de Seixas, tanto Maria Amélia como César reclamavam muito da dor em função das torturas que sofriam na chamada “cadeira do dragão” e no “pau-de-arara”. Seixas foi preso pela primeira vez no dia 16 de abril de 1971, quando tinha 16 anos. Ao todo, teve três passagens pelo DOI-Codi, ficando sob o poder o regime militar por seis anos. Nesta primeira ocasião, ele foi preso junto com seu pai. Ambos foram torturados. Seixas acusa do coronel Ustra como responsável pela morte de seu pai. Sua casa foi saqueada e sua mãe e irmãos também foram detidos pela ditadura.

Todas as testemunhas contaram que havia uma espécie de ritual de anunciação das sessões de tortura. Primeiro, se ouvia o bater da porta de ferro da sala onde ocorriam os interrogatórios. Depois, os carcereiros eram chamados e, tilintando as chaves das celas, se dirigiam aos presos para determinar o próximo ou próxima da fila.

“Tinha um carcereiro chamado de “Marechal”, que andava com muitas chaves. Quando ele ia para as celas, todo mundo ficava angustiado para saber quem ia ser torturado”, lembra Marly. Ela contou que todos ali tinham um codinome, e o de Ustra era “Tibiriçá”. “O tom de voz alto e agressivo também era comum na prisão; fazia parte do quadro de intimidação. Isso gerava um contínuo sentimento de terror. Ouvi muitas pessoas gritarem sendo torturadas e outras sendo levadas para a solitária”, descreveu.

Negação
O coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra não compareceu à sessão desta quarta-feira porque seu depoimento foi dispensado pelos advogados da família Teles. Nenhuma das partes, portanto, será ouvida durante o julgamento. Segundo Paulo Esteves, advogado de Ustra, ele veio de Brasília para São Paulo mas, ao saber que havia sido dispensado, não compareceu à 23a Vara Cível do Fórum João Mendes, onde as testemunhas foram ouvidas.

Para Esteves, no entanto, o coronel não tem do que se defender. Segundo o advogado, Ustra nega que tenha participado das torturas que aconteceram nos porões do DOI-Codi – como o próprio militar afirma em dois livros que escreveu sobre o assunto: "Rompendo o Silêncio", de 1987, e "Verdade Sufocada", lançado no ano passado.

“Quando a acusação tiver feito provas contra ele, aí sim ele terá do que se defender. As pessoas hoje prestaram um depoimento, agora vamos verificar a veracidade do que foi dito”, declarou Esteves. “Não é uma questão se esses atos aconteceram ou não. É uma questão se ele participou ou não desses atos. Para mim, essas testemunhas não têm como provar aquilo que os autores acham que podem provar contra o coronel. Esta prova foi inútil”, avaliou.

As testemunhas da defesa, por morarem fora de São Paulo, serão ouvidas nas respectivas comarcas via carta precatória. O juiz tem 15 dias para distribuir os pedidos. Somente depois do recebimento desses depoimentos será marcada uma nova sessão, para a decisão do julgamento. As sete pessoas que serão ouvidas a pedido da defesa são testemunhas de antecedentes, ou seja, não vão se referir aos casos relatados nesta quarta pelos ex-presos políticos. “Até porque não podem se referir a fatos que não existiram”, rebateu Paulo Esteves.

 

Constituição da Republica Federativa do Brasil.

Dos direitos e deveres Individuais e coletivos:

Artigo 5º

 

III – Ninguém será´submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante.

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 07h30 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

TELECONFERÊNCIA 

 

Uma vida sem violência é um direito das mulheres

 HORA: DAS 10 ÀS 12 HORAS

AO VIVO ACESSE:

 

http://gtvd.rnp.br/d-webtv.jsp?id=NBR



Escrito por Ana Frank às 10h08 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





TELECONFERÊNCIA – Uma vida sem violência é um direito das mulheres

 

 

Amanhã teleconferência, um programa com transmissão ao vivo para todo o País, permitindo interatividade pelo telefone, fax e e-mail. É uma grande oportunidade de debater com a sociedade em geral a questão da violência contra a mulher e a Lei Maria da Penha.

O evento integra a programação da campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres que começou na segunda-feira (20/11) sob a coordenação da organização não-governamental Agende, Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento em parceria com o governo federal, empresas públicas e privadas, além de organizações da sociedade civil e representações das agências da ONU.

DATA: 23/11/2006 - HORA: DAS 10 ÀS 12 HORAS

LOCAL: ESTÚDIO DA EMBRAPA – Brasília

PARA ENVIAR PERGUNTAS (SOMENTE DURANTE A TELECONFERÊNCIA. OS NÚMEROS NÃO ESTARÃO DISPONÍVEIS ANTES)

FAX: 0 XX 61 3273- 8949

TELEFONE: 0800 648 1140

E-MAIL: c.16dias@sct.embrapa.br



Escrito por Ana Frank às 10h18 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





PARA ASSISTIR:

SINTONIZAR A ANTENA PARABÓLICA NA TRANSPONDER: 6A2 - POLARIZAÇÃO HORIZONTAL - FREQÜÊNCIA: 3930MHZ(BANDA C) = 1220MHZ(BANDA L). FICA ENTRE OS CANAIS 13, 14, 15 OU 18.

OU NAS SEGUINTES OPÇÕES:

SKY-DIREC TV – canal 130

NBr – Radiobras

NA NET canal 05

 

Programa

10h – abertura

Vídeo/Clip: Paulo Goulart

10h01 - 1º Bloco – Campanha 16 dias e Lei Maria da Penha

Marlene Libardoni – diretora executiva da AGENDE

Nilcéa Freire - ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres

Matilde Ribeiro - ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial

Entrevista com Ana Falú, diretora do Fundo das Nações Unidas para a Mulher –UNIFEM

Vídeo sobre violência

10h40 - 2º Bloco – Uma vida sem violência é um direito das Mulheres

Elizabeth Garcez – advogada e sócia fundadora da AGENDE

Shelma Lombardi de Kato – desembargadora do Tribunal de Justiça do Mato Grosso e presidente da Associação Nacional de Magistradas

Lourdes Bandeira – socióloga e diretora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Brasília

Entrevista com personagem e Amini Haddad Campos, Juíza da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher /MT

12h – Encerramento

 



Escrito por Ana Frank às 10h15 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Centro da Cultura Judaica

 

 

 

A sinestesia da arte Um passeio pelos 5 sentidos

Tradicional evento realizado pelo Centro da Cultura Judaica e com produção cultural da Yael Steiner Marketing Cultural, o Ciclo Multicultural representa um marco da integração da cultura judaica à comunidade brasileira.

O 4° Ciclo Multicultural, cujo tema é a Cicloexistência, tem sua programação pensada em torno da sinestesia da arte. Atrações que mesclam diversas formas de manifestação cultural e exploram todos os sentidos do público serão apresentadas gratuitamente de 20 a 26 de novembro no Centro da Cultura Judaica.

Esta edição, com apresentação da Companhia Vale do Rio Doce, contará com nomes de destaque do cenário internacional, como o caricaturista Hanoch Piven e o Nuevo Trío Argentino de Elías Gurevitch, Myriam Santucci e Fernando Perez, e nacional, como o cantor e escritor Gabriel o Pensador, o cineasta Cao Hamburger e os palhaços-atletas do Jogando no Quintal.

 Sempre após as sessões do Cinema Sensorial, o público poderá conferir workshops de culinária com receitas relacionadas ao filme exibido. Quem comanda as panelas é Breno Lerner, superintendente da editora Melhoramentos e um apaixonado por culinária, com dois livros sobre culinária judaica publicados e colaborações regulares com revistas, sites e jornais. Venha aprender, fazer e provar deliciosas receitas inspiradas nos filmes Chocolate (segunda-feira), Tempero da vida (quarta-feira) e Quando é que vamos comer? (sexta-feira), com o acompanhamento musical do violinista Jaime Ruba.

Serviço
Data: 20, 22 e 24 de novembro, segunda, quarta e sexta-feira, às 17h
Local: Auditório
Lotação: 50 pessoas
Faixa etária: a partir de 15 anos
Entrada franca - Aberto ao público
Ingressos com uma hora de antecedência

 

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 08h47 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





CINEMA SENSORIAL TEMPERO DA VIDA

 

 

Para quem quer um programa saboroso para a tarde de quarta-feira, o filme Tempero da vida é um prato cheio. Filmado na Grécia e na Turquia e inspirado na vida do diretor Tassos Boulmatis, mostra a vida de Fanis, um garoto grego que vive em Istambul.

Tanto a vida como a comida precisam de um pouco de sal para ganhar sabor, ensina o avô Vassilis, dono de uma loja de especiarias. No entanto, a vida separa os dois quando a família do garoto é obrigada a se mudar para a Grécia. Muito tempo depois, já um grande cozinheiro, Fanis retorna a Istambul para reencontrar o sábio ancião e também um grande amor do passado.

Na seqüência, o público pode se aventurar com as panelas em workshop* com Breno Lerner, relacionado a uma das receitas do filme.

Ficha técnica
Tempero da vida (Politiki kouzina, Grécia/Turquia, 2003)
Direção: Tassos Boulmatis
Elenco: Georges Corraface, Ieroklis Michaelidis, Renia Louizidou, Stelios Mainas, Tamer Karadagli, Basak Köklükaya, Tassos Bandis, Markos Osse.
Duração: 108 min.

Serviço
Data: 22 de novembro, quarta-feira, às 15h

Local: Teatro
Lotação: 300 pessoas
Faixa etária: a partir de 12 anos
Entrada franca - Aberto ao público
Ingressos com uma hora de antecedência

 

http://www.ciclomulticultural.org.br/

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 08h42 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Dia da Consciência Negra!

 

 

 

São Paulo pela primeira vez comemora o Dia da Consciência Negra com feriado. A lei passou a valer desde 2003, mas só neste ano calhou de cair em um dia da semana --nos dois anos anteriores, o feriado foi em um sábado e um domingo.

A data escolhida, o dia 20, é apontada por historiadores como dia da morte de Zumbi dos Palmares, considerado um herói por liderar um grupo de escravos que não aceitavam as condições impostas por seus senhores, e acabou morto em combate.

Mais justo, porém, seria dizer "semana da Consciência Negra", tantos são os eventos que se estendem pelos próximo dias --além de outros que já ocorreram neste mês-- lembrando a data. A lista inclui programas na TV, shows, performances de teatro e mostras de cinema --confira os destaques abaixo.

 

CINEMA

FESTIVAL MÁRIO GUSMÃO
- quarta: "Mário Gusmão, o Anjo Negro da Bahia" (Elson Rosário), às 21h
- quinta: "O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro" (Glauber Rocha), às 17h
- sexta: "Pindorama" (Arnaldo Jabor), às 17h
- sábado: "Dona Flor e Seus Dois Maridos" (Bruno Barreto), às 17h
- domingo: "Tieta do Agreste" (Cacá Diegues), às 17h
onde: Sala Cinemateca (lgo Senador Raul Cardoso, 207, Vila Mariana, tel.5084-2177)
quanto: grátis

"QUILOMBOS VIVOS"
O filme mostra mais de 20 comunidades quilombolas
quando: hoje, às 20h
onde: Espaço Unibanco (r. Augusta, 1.475, Consolação. Tel. 0/xx/11/3288-6780)
quanto: grátis

SHOWS

ELZA SOARES
quando: hoje, às 14h
onde: pq. Central (r. José Bonifácio, s/nº, Santo André, tel. 4433-0711)
quanto: grátis

MISTURA POPULAR BRASILEIRA
(com Letícia e Rosa Calixto)
quando: hoje, às 20h
onde: Memorial da América Latina (av. Auro Soares de Moura Andrade, 664, Barra Funda, tel. 3823-4622)
quanto: grátis

ORQUESTRA JAZZ SINFÔNICA E BALÉ ILU AYÊ
quando: sex., às 20h
onde: Memorial da América Latina
quanto: grátis

SOUL DO BRASIL
(com Hyldon, Max de Castro, Cláudio Zoli, Toni Tornado e banda Black Rio)
quando: hoje, às 17h e às 20h
onde: Sesc Santana (av. Luiz Dumont Villares, 579, tel. 6971-8700)
quanto: R$ 8 a R$ 20

ETNICIDADES
com Dinho Nascimento (Percussão) e Negra Li
quando: hoje, a partir das 16h
onde: parque Ibirapuera (av. Pedro Álvares Cabral, s/nº. Tel. 0/xx/11/5574-5505)

CONSCIÊNCIA NEGRA E IGUALDADE DE GÊNERO E RAÇA
com Clube do Balanço e Samba da Vela
quando: hoje, às 17h
onde: Campo do Independência (r. Tomaz Antonio Gonzaga, Jd. Independência, Embu das Artes)

TEATRO

CANTOS NEGREIROS
(com Marcelino Freire, Fabiana Cozza e outros)
quando: hoje, às 13h30
onde: Sesc Vila Mariana (r. Pelotas, 141, Vila Mariana, tel. 5080-3000)
quanto: grátis

O TEATRO DO NEGRO PARA SEMPRE
(com João Acaiabe, Paulão da Vila, Cynthia Ramos e outros)
quando: hoje, às 19h
onde: teatro Sérgio Cardoso (r. Rui Barbosa, 153, Bela Vista, tel. 3288-0136)
quanto: R$ 20

TV

"BALÉ DE PÉ NO CHÃO - A DANÇA AFRO DE MERCEDES BAPTISTA"
quando: hoje, às 22h
onde: SescTV (o canal tem uma programação especial a partir das 13h)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u66190.shtml

 



Escrito por Ana Frank às 04h20 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





"A Mulher do Chapéu"

 

 

O Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, apresenta a peça "A Mulher do Chapéu", como parte da agenda da Semana da Consciência Negra. Após a estréia, hoje, haverá mais três apresentações nos dias 21, 27 e 28.

Escrita e dirigida por Beta Nunes e protagonizada por Dirce Thomaz (a Chica da Silva de Antunes Filho), "A Mulher do Chapéu" é resultado de mais de um ano de pesquisas do grupo Cia Coisa de Teatro, composto por sete mulheres.

A trama conta a relação de três senhoras que moram juntas há mais de 50 anos: duas irmãs e uma empregada negra. A negra, livre, se prepara para ir embora, deixar as irmãs definitivamente, projeto que ela alimenta por anos, mas que nunca consegue realizar.

Assim, "A Mulher do Chapéu" aborda as questões raciais e femininas com uma nova visão sobre a mulher e a mulher negra. Este "outro modo" de olhar, define o grupo, tenta se despir de conceitos e chavões que cercam a maior parte das representações do feminino, seja no teatro, no cinema, na teledramartugia ou na publicidade.

As personagens enredam o público numa trama em que não há bem e mal, certo ou errado, mas sim apenas a vida fluindo. Tudo, porém, vem acompanhado de questionamentos, revolta e paixão, o que torna a tal mulher do chapéu relevante: sua capacidade de evidenciar poeticamente algumas das várias estratégias feminina (e da mulher negra) de sobreviver.

"A Mulher do Chapéu"
Onde: Teatro Sérgio Cardoso (rua Rui Barbosa, 153. 0/xx/11/3251-5122)
Quando: Dias 20 (às 21h30), 21, 27 e 28 de novembro, às 20h30
Quanto: R$ 20





Escrito por Ana Frank às 04h19 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





PróJovem 30 mil vagas, apenas 5 mil inscritos!

 

 

Talvez precisamos mudar esse projeto para os que concluíram o Ensino Fundamental e o Médio numa faixa maior de idade e continuar com a qualificação profissional com a reinserção social.

Vamos mudar o “Mapa da Violência 2006”!

 O Brasil ocupa a quarta posição no ranking!

"Mais de 20 por cento da população jovem não estuda nem trabalha”.

Isso significa rua, bares, álcool, droga, transgressão de normas.

Existe um jeito jovem de viver, mas também um jeito jovem de morrer", (Jacobo Waiselfisz )

Vamos mudar esse RanKing!

Outro dia aqui na zona sul ao sair na rua vejo um grupo de 40 jovens de bicicletas em caminhada um levava um som atrelado a bicicleta tocava RAP , não existia faixa, nem palavra de ordem apenas a vontade de estarem ali para o mundo ver que eles existem sim, fiquei emocionada pela alegrias deles, que seguravam um pouco o transito, mas pediam calma para os outros carros, que deixassem sua caravana do BEM passar.

Beijos Iluminados, aos nossos futuros homens de Paz desse Planeta Terra!

Que Assim Seja, 

Assim Se faça!

Awen!

. Passe essa informarão!

As vagas do programa PróJovem  estarão abertas até o dia 30 de novembro. Os jovens interessados poderão inscrever-se no programa pelo número 0800 -642 - 77- 77. Desta vez, o programa terá enfoque na região do Grajaú. A medida foi adotada porque a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) firmou parceria com o Projeto São Paulo em Paz, do Instituto Sou da Paz, que junto com ongs locais irá mobilizar os jovens da região para que façam a inscrição.

Com o objetivo de desenvolver o programa no Grajaú, está sendo implantada a Estação Juventude no  local. Além disso,desde o dia 16 de outubro está funcionando no distrito  10 pontos de apoio para que o jovem possa realizar sua matrícula. A meta para implantação do Pro Jovem no Distrito do Grajaú é de mil alunos inscritos e matriculados.

 Nas demais regiões da cidade, onde o Pró-jovem já foi implantado, as salas estão vazias, portanto, com  capacidade de receber um número maior de alunos matriculados no programa.
Existem 14 Estações Juventude espalhadas pelas regiões norte, sul, leste e oeste. Nelas, os coordenadores estarão auxiliando os  interessados na inscrição e na realização da matrícula.

As vagas do ProJovem são direcionadas a jovens de 18 a 24 anos de idade, sem emprego formal (com carteira assinada) e que não concluíram o Ensino Fundamental (até a 8ª série). O Programa paga uma bolsa mensal de R$ 100 por um período de 12 meses para os alunos que obtiverem bons resultados , e pelo menos 75% de freqüência  nas aulas.

No ato da inscrição, o jovem deve informar corretamente seu endereço completo (inclusive bairro, região onde mora e Subprefeitura mais próxima).

O ProJovem, do Governo Federal, vem sendo implantado no município de São Paulo por quatro secretarias: SMADS, Secretaria do Trabalho, Secretaria de Educação e Secretaria de Participação e Parceria, por meio da Coordenadoria da Juventude.

Atualmente, estão em funcionamento no município 14 Estações Juventude (São Miguel, Santo Amaro, Campo Limpo, Cidade Ademar, Capão Redondo, Parelheiros, Brasilândia, Tremembé, Jaraguá, Sapopemba, Guaianases, Penha, Sé/Ipiranga e Butantã).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 01h57 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





a

 

As Estações funcionam como espaço de referência aos jovens, sendo um local de encontro, busca de informação e orientação e estudo, servindo ainda para o desenvolvimento de atividades em grupo e realização de eventos culturais. São implantadas em parceria com o CIEDS (Centro Integrado de Estudos e Programas de Desenvolvimento Sustentável). Também são parceiros da SMADS neste programa o CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisa em Educação, Cultura e Ação Comunitária), responsável pela capacitação dos professores, e a Fundação Paulistana de Educação e Tecnologia, que seleciona e contrata os professores.

A finalidade do ProJovem é proporcionar formação integral ao jovem, por meio de elevação de sua escolaridade (conclusão do Ensino Fundamental), sua qualificação profissional e no desenvolvimento de ações comunitárias e reinserção social. Na qualificação profissional, serão 4 arcos de atuação: Telemática; Turismo e Hospitalidade; Arte e Cultura; e Alimentação.


Relação dos pontos de apoio no Grajaú
 
Centro Comunitário Santa Dorotéia
Rua Júlio Gadda, 199 Cep. 04851-360 Jd. Cipramar
Tel: 5933-7744
Responsáveis: Ir. Anna Maria de Plácido  e Ir. Paola Grignani
 
C.C Nossa Senhora de Fátima

Rua São Lucas, 98 Cep. 04849-340 Jd. Gaivotas
Tels: 5528-0686
Responsáveis: Valéria Farias e Ir. Gisania Alves
 
Associação Canto da Criança
Rua Assurbanipal, 81 Cep. 04852-510 Jd Lucélia 2
Tel: 7186-3409
Responsável: Hilda de Jesus
 
CEDECA Interlagos
Rua Nossa Senhora do Nazaré, 51 Cep. 04805-100 Cidade Dutra
Tel: 5666-9861
Responsáveis: Wellington da Silva e Fernanda Alves
 
Fórum da Criança e do Adolescente
Rua Adélia da Silva Mendes, 111 Cep. 04850-020 Pq. Cocaia
Tel: 5528-0177
Responsável:  João Neres
 
Projeto Anchieta

Rua Alziro Pinheiro Magalhães, 580 Cep. 04855-000 Jd. Belcito
Tel: 5931-7556
Responsável: Felipa Soares
 
CRAF Sete de Setembro / Circo Escola
Rua Ezequiel Lopes Cardoso, 333 Cep. 04843-610 Grajaú
Tel: 7168-1637/5973-6459
Responsável: Luciene Pimenta
OBS: Pode receber 100 fichas de matrícula.
 
CRAF Jd. Autódromo
Rua Estevão Bernardes, s/n Cep. 04854-090 Jd. Sete de Setembro
Tel: 5527-3108
Responsáveis: Marilene Aparecida Masaro e Paulo de Souza
 
Telecentro Grajaú
Av. Dona Belmira Marim, 3700 Cep: 04840-230 Grajaú
Tel:  5933-6315
Responsável: Rodrigo
 
Conselho Tutelar

Rua José Quaresma Junior, 02 Cep: 04843-600 Grajaú
Tel: 5924-3614
Responsável: Felix
 
Lar Social Girassol
Rua Ricardo Macedo, 208 cep: 04848-000 Grajaú
Tel: 5932-7721
Responsável: Arnaldo
 



 



Escrito por Ana Frank às 01h56 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 O Brasil ocupa a quarta posição no ranking "Mapa da Violência"

 

 

A Colômbia, a Venezuela e o Brasil, nessa ordem, são os países que têm as mais altas taxas de assassinatos de jovens no mundo, mostrou um estudo divulgado na quinta-feira.

O "Mapa da Violência 2006 -- Os jovens do Brasil", apresentado em Brasília pela Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI), analisou e comparou a estrutura da mortalidade dos jovens do país e fez recomendações para ações públicas e privadas para combater as mortes de jovens.

"Entre 84 países do mundo, com sua taxa de 27 homicídios em geral para cada 100 mil habitantes, o Brasil ocupa a quarta posição no ranking, atrás da Colômbia e com taxas quase iguais às de Rússia e Venezuela", afirmou o relatório da OEI.

"Entre os jovens a situação é mais grave. A taxa de 51,7 homicídios para cada 100 mil jovens, registrada em 2004, coloca o Brasil na terceira posição, depois de Colômbia e Venezuela", disse o levantamento.

Esse índice é de 30 a 40 vezes maior que as taxas de mortes juvenis de países como Inglaterra, França, Alemanha, Áustria e Egito.

O estudo, elaborado com base em dados oficiais, mostrou que a taxa de homicídios de jovens brasileiros entre 1994 e 2004 cresceu a um ritmo maior que o número de assassinatos entre a população total.

Em 2004, o Brasil contava com uma população jovem (entre 15 e 24 anos) de 36 milhões de pessoas, um pouco mais que 20 por cento do total de habitantes.

"Mais de 20 por cento da população jovem não estuda nem trabalha. Isso significa rua, bares, álcool, droga, transgressão de normas. Existe um jeito jovem de viver, mas também um jeito jovem de morrer", disse na apresentação do trabalho seu coordenador, Julio Jacobo Waiselfisz.

Segundo o levantamento da OEI com dados de 2004, os Estados mais violentos para os jovens brasileiros são Pernambuco, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A grande maioria dos jovens assassinados é de homens -- 93 por cento -- e negros.

O estudo constatou também que as mortes de jovens, seja por homicídios, acidentes de trânsito ou suicídios, aumentam consideravelmente nos fins de semana. Por isso, Waiselfisz recomendou a adoção de mais medidas públicas preventivas nesse período. (Por Guido Nejamkis)

 

 



Escrito por Ana Frank às 01h54 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





FNAC MORUMBI RECEBE MARINA PERSON

 

 

 

 

A  Fnac  recebe  a  cineasta  e  VJ  Marina  Person  e  Maria  Fernanda  Vomero,  editora  de  cinema  da  Bravo!,  para  um  bate-papo  especial  sobre  a  vida  e  obra  do  diretor  Luís  Sérgio  Person,  marcando  o  lançamento  do  filme  em  DVD  São  Paulo  S/A  (Vídeo  Filmes).    Eleito  como  um  dos  dez  melhores  filmes  brasileiros  de  todos  os  tempos  pelo  jornal  Folha  de  S.Paulo,  o  filme  é  um  marco  em  nossa  cinematografia.  Com  linguagem  inovadora,  misto  de  documentário  e  ficção,  São  Paulo  S/A  é  um  libelo  contra  alguns  dos  mecanismos  que  fazem  do  homem,  em  vez  de  um  ser  livre,  capaz  de  decisões,  o  dente  de  uma  engrenagem  da  qual,  frequentemente,  ele  nem  chega  a  ter  conhecimento.

 

Bate-papo  e  lançamento  de  DVD  com  Marina  Person
Dia  22/11,  quarta,  às  19h
Fnac  Morumbi
MorumbiShopping  -  Piso  Térreo  e  Piso  Lazer
Av.  Roque  Petroni  Júnior,  1.089
Tel:    (55  11)3206.2000
www.fnac.com.br
Eventos  Gratuitos
Capacidade:  80  lugares

 



Escrito por Ana Frank às 06h40 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





  OS filhos responsabilidade apenas da mulher?

 

 

 

Não sei quais foram as circunstancias que levarão essa mãe a deixar as crianças sozinhas, alem da sua dor pela perda ainda vai responder pelo processo de abandono incapaz. O seriado “Antonia” aborda esse tema a responsabilidade sobre os filhos sempre é da mulher.

 

Uma dona-de-casa de 27 anos deixou os dois filhos, um de dois anos e um bebê de três meses, em casa e saiu à noite, em Taboão da Serra, Grande São Paulo. Quando voltou, às 7h da manhã deste sábado, o bebê estava morto.

De acordo com a polícia o bebê morreu por asfixia e a mãe vai responder por abandono de incapaz.

Os meninos ficaram com outras duas crianças na mesma cama de casal, uma de nove e outra de três anos. A mulher saiu de casa por volta das 21h30. Uma irmã da mulher disse que chegou em casa, por volta da meia-noite, e que as crianças estavam bem.

O bebê, de acordo com suspeita da polícia, morreu asfixiado involuntariamente por uma das outras crianças que estavam na mesma cama. O menino nem chegou a ser socorrido.

Precisamos reaver nossos conceitos e responsabilidades para evitar tragédia como essa!

 

 



Escrito por Ana Frank às 06h37 AM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
Outro -





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