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GLOBO REPORTER: LEI MARIA DA PENHA
Rede Globo de Televisão vai exibir um programa especial sobre violência contra a mulher, com ênfase na Lei Maria da Penha. Diversas organizações de mulheres de vários Estados contribuíram para este Globo Repórter, amanhã 10 de Novembro. Neste momento, de discussão e implantação da nova lei, é importante acompanharmos a divulgação do tema na mídia nacional. A Lei Maria da Penha foi sancionada em 7 de Agosto de 2006 pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva que visa aumentar o rigor das punições das agressões contra a mulher. A lei entrou em vigor no dia 21 de setembro de 2006, e no dia seguinte o primeiro agressor foi preso, no Rio de Janeiro, após tentar estrangular a ex-esposa. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha que foi agredida pelo marido durante seis anos. Em 1983, por duas vezes, ele tentou assassiná-la. Na primeira com arma de fogo deixando-a paraplégica e na segunda por eletrocução e afogamento. O marido de Maria da Penha só foi punido depois de 19 anos de julgamento e ficou apenas dois anos em regime fechado. A lei altera o Código Penal brasileiro e possibilita que agressores sejam presos em flagrante ou tenham sua prisão preventiva decretada, os agressores também não poderão mais ser punidos com penas alternativas, a legislação também aumenta o tempo máximo de detenção previsto de um para três anos, a nova lei ainda prevê medidas que vão desde a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua aproximação da mulher agredida e filhos. Imperdível!
Escrito por Ana Frank às 10h59 PM [ ] [ envie esta mensagem ] 14° Mix Brasil - Festival de Diversidade Sexual Nesta quinta-feira, 09/11, às 20h30, rola a abertura do 14o. Festival MixBrasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual. E a sede do Mix está uma loucura. Imagine: um entra-e-sai de gente, de moto-boys, Correio, filme que chega, que sai, monitores, telefone que não pára nunca e muita ansiedade. Todo ano é assim mas a gente não se acostuma nunca. Mas o stress está bem controlado, pelo menos neste ano. A correria não é à toa, afinal é o evento cultural mais importante do ano para gays, lésbicas, trans, bissexuais, bafônicos, indefinidos e inteligentes no geral. Além de todos os que simplesmente gostam de cinema. O Festival Mix Brasil de Cinema e Vídeo da Diversidade Sexual é um evento anual e itinerante com foco em temas relacionados à sexualidade humana, em suas diversas formas de expressão. O evento é realizado pela Associação Cultural Mix Brasil, entidade sem fins lucrativos cujo objetivo é promover a livre expressão da diversidade sexual, buscando novas perspectivas do fazer e do pensar E a noite de abertura é na quinta, como dito acima. Neste ano ela acontece no Espaço Unibanco de Cinema, na rua Augusta. Será exibido o filme Boy Culture (veja crítica AQUI), em três salas com diferença de 10 minutos entre cada projeção. É que André Fischer e Suzy Capó, diretores do festival, abrirão com um pequeno discurso cada uma das sessões. E depois dos filmes rola festinha ali no Espaço Unibanco mesmo. Tocam os DJs Luca Lauri, Liana Padilha e Camila Kfouri. Quem recebe os convidados da noite é o trio de hostess Ebony, Renata Bastos e Kelly McQueen. As fofas são amigas do Mix há anos. O convidado mais especial da noite é o cineasta Allan Brocka, diretor de Boy Culture. É de Allan também os filmes Comendo pelas Bordas 1 e 2, entre tantos. O fofo é celebradíssimo no mundo todo, em especial nos festivais de cinema gay.
1) O clube das Gordas Mostra Rodney um adolescente acima do peso que divide as pessoas entre garotas gordas e garotas não gordas. Não é o peso que esta em questão sim o espírito e a atitude da pessoa, Rodney mais três amigos experimentam o inicio da vida sexual num tom sarcástico. 2) Sobrevivi a uma Escola Judaica Documentário que narra a garota judaica Shulamit que busca explicação com o rabino para o homossexualismo na religião judaica um assunto delicado e polemico.
Escrito por Ana Frank às 10h10 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Só as mães são sinceras!
Segue a matéria da revista Época:
A idéia de que a maternidade não se encaixaria nesse cenário de aparente perfeição nunca passou por nossa cabeça", diz a jornalista americana Judith Warner. Ela tem duas meninas e é autora do livro Perfect Madness: Motherhood in the Age of Anxiety (Loucura Perfeita: a Maternidade na Era da Ansiedade). Em artigo publicado na revista Newsweek, ela escreveu: "No meio do caminho, percebemos que a vida não é fácil. É estressante. É cara. Empregos - e crianças - exigem muito de nós. E a fórmula ambiciosa de maternidade que a maioria de nós gostaria de exercer é virtualmente incompatível com qualquer forma de trabalho, de vida social - e de vida, como um todo". "Assumir que você, uma mãe do novo milênio, não acha os filhos totalmente fascinantes e divertidos o tempo todo é uma situação que poucas mulheres estão dispostas a admitir", diz a jornalista inglesa Helen Kirwan-Taylor. Ela causou escândalo na Inglaterra ao publicar, no jornal Daily Mail, o artigo "Sorry, but my children bore me to death" ("Sinto muito, mas meus filhos são um tédio mortal"). Mãe de dois meninos, ela não faz rodeios. "Essas revistas de celebridades que mostram mães famosas com ar sereno ao lado de seus filhos só servem para fazer outras mulheres se sentir estranhas. O que as fotografias não mostram é a monotonia e a solidão que é criar um filho."
Escrito por Ana Frank às 07h47 PM [ ] [ envie esta mensagem ] a
Pode parecer exagero. E, em certo sentido, é mesmo. Ter filhos sempre foi, e continua sendo, uma experiência enriquecedora e única. Para muitas mulheres, ser mãe representa, sim, uma grande realização. Não fosse assim, pais e mães (inclusive aquelas que reclamam) não teriam dois, três e às vezes até quatro filhos. Não ficariam felizes com cada avanço de seus pequenos. E não teriam tanto orgulho de contar a travessura infantil ou tirada engraçada que sempre surpreende os adultos. Os blogs e livros com uma visão crítica da maternidade trazem um ingrediente novo. Eles ajudam as mães a entender uma das s experiências mais radicais da vida e são úteis à medida que ajudam a lidar com ela. Muitas vezes a melhor maneira de fazer isso é pelo caminho do humor. Isso acabou gerando um novo fenômeno cultural: os livros de auto-ajuda bem-humorados para mães. Hoje, não se espera que um livro voltado para grávidas ensine fórmulas para preparar a mamadeira, trocar fraldas ou fazer o bebê parar de chorar. Esperam-se realismo e, principalmente, um olhar divertido. Autora de Onde Vende o Manual? e mãe de Nina, de 2 anos, a atriz Graziella Moretto tentou tratar da maternidade sem perder a esportiva. Em entrevista transmitida em rede nacional no Programa do Jô, ela declarou não ter gostado da experiência da gravidez. E fez piada: "Era como se eu estivesse com um alien na barriga". A frase gerou algumas risadas e incontáveis protestos. "Recebi e-mails indignados", afirma Graziella. "Percebi que qualquer reclamação ligada à maternidade ainda é tabu." Outro título bem-humorado é Mulheres e Crianças Primeiro, de Claudia Valli, mãe de três filhos com idade entre 17 e 6 anos. No livro, ela reclama do jeitão folgado das crianças, do tédio que é ver o mesmo desenho animado 20 vezes seguidas e do horror de freqüentar festinhas infantis. Ela se diz fundadora da Amaban, a Associação das Mães à Beira de um Ataque de Nervos. "No dia do lançamento do livro, uma mãe me perguntou se eu não sentia culpa por fazer piada sobre as chatices de meus filhos", diz Claudia. "Não sinto. Melhor que padecer no paraíso é divertir-se nele."
Escrito por Ana Frank às 07h44 PM [ ] [ envie esta mensagem ] a
A mãe sincera já se tornou uma personagem recorrente na cultura pop, em geral de forma bem-humorada. No seriado americano Desperate Housewives, uma das donas de casa que dão nome ao programa é Lynette (a atriz Felicity Huffman), ex-executiva de uma grande empresa. Ela abandona o emprego para cuidar de quatro filhos endiabrados e começa a achar que uma reunião com acionistas para discutir os lucros do ano pode não ser tão estressante assim. É do seriado uma das frases que abrem esta reportagem: "Dizem que filhos são um presente do céu. Mas ninguém diz que às vezes a gente tem vontade de mandar o presente de volta". Em blogs e livros, mulheres da nova geração contam o lado B de uma das experiências mais radicais e fascinantes da vida: a maternidade Martha Mendonça Livros: Mulheres e Crianças Primeiro: Humor para Mães à Beira de um Ataque de Nervos, de Claudia Valli (editora Record) Internet: http://mothern.blogspot.com TV Mothern, GNT (sábados, às 20h30) Matéria na integra: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG75675-6014-442,00.html
Escrito por Ana Frank às 07h42 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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