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As Mulheres Decidem, a sociedade respeita, o estado garante.
O 28 de setembro - Na América Latina e no Caribe estão presentes as maiores restrições legais ao direito das mulheres de decidir pela interrupção da gravidez. Segundo a Organização Mundial de Saúde - OMS, na América Latina e Caribe, cerca de 4 milhões e 200 mil mulheres por ano realizam abortos; a maior parte, em condições inseguras e de forma clandestina, com conseqüências irreparáveis para a saúde e até com risco de morte. Com base nesses dados, o dia 28 de setembro como foco de luta pelo direito ao aborto. O principal objetivo da iniciativa é lutar para impulsionar o cumprimento das leis que permitem o aborto, além de gerar avanços na legislação que possibilitem a revisão e liberalização das leis punitivas. O aborto constitui um problema de saúde pública e um tema de justiça social. Enquanto mulheres com recursos financeiros são atendidas de modo seguro — com qualidade e sem risco para a saúde e a vida —, mulheres pobres; negras e as adolescentes e jovens são empurradas para o aborto clandestino e inseguro,Chegando ao óbito. Elas recorrem a práticas de grande risco — uso de sondas, chás tóxicos e outros remédios caseiros de efeitos colaterais danosos — ou buscam apoio em pessoas inescrupulosas ou sem competência profissional para realizar um aborto, expondo a saúde e a vida a riscos desnecessários. A criminalização e a ilegalidade do aborto construíram a indústria do aborto clandestino, fonte de lucros incalculáveis, e que evidencia o caráter classista do acesso ao aborto seguro. Além disso, a criminalização e a ilegalidade geram a clandestinidade para a realização do aborto, que pode resultar na morte precoce e desnecessária de mulheres.
Escrito por Ana Frank às 11h05 PM [ ] [ envie esta mensagem ] O Analfabeto Político
O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos, que é o político vigarista, pilantra, corrupto e lacaio das empresas nacionais e multinacionais. Não à direita, não a manipulação, não ao terrorismo psicológico, não a imposição de um segundo turno, não a exclusão social!
Escrito por Ana Frank às 10h28 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Programa Setorial de Mulheres!
Com um auditório predominantemente feminino, a Comissão Temática de Mulheres da Coligação A Força do Povo lançou, nesta quarta-feira (27), o Programa Setorial de Mulheres para o segundo mandato de Lula. A Secretária Executiva da Comissão, Vera Soares, comentou sobre a importância de eleger o presidente para que as políticas de igualdades implantadas pelo governo Lula continuem avançando. Além dela, estiveram presentes a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcea Freire, e a candidata ao governo do Distrito Federal, Arlete Sampaio. Conforme aponta o documento, o segundo Governo Lula deverá consolidar e avançar na implementação de políticas para as mulheres, de promoção da igualdade e de combate aos preconceitos e à discriminação. As políticas de igualdade promovem a cidadania, asseguram que todas as pessoas tenham as mesmas oportunidades para se desenvolver, incluem todas as pessoas para exercerem dos seus direitos e asseguram a participação em todos os espaços da sociedade. A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres será fortalecida para influenciar e dialogar sobre o conjunto das políticas públicas. Fonte: http://www.planalto.gov.br/spmulheres/
Escrito por Ana Frank às 09h46 PM [ ] [ envie esta mensagem ] 27.ª Bienal inova e busca a descentralização.
O título da 27.ª edição da Bienal de São Paulo, de 7 de outubro a 17 dezembro de 2006, é Como Viver Junto. Ele foi definido durante os encontros entre a curadora, Lisette Lagnado, e seus co-curadores: Rosa Martinez, Cristina Freire, Adriano Pedrosa, José Roca e Jochen Volz (curador convidado). A proposta inicial, Blocos sem Fronteiras, foi revista durante o processo de discussão do anteprojeto, que redundou ainda na decisão da curadora de adotar um processo de trabalho coletivo. A arquiteta que será responsável pelo projeto da exposição será Marta Vieira Bogea. Como Viver Junto é um título dos seminários realizados entre 1976 e 1977 por Roland Barthes, em que ele aborda a vida em comunidades, em que os membros vivem ao mesmo tempo em companhia e em liberdade, como os budistas do Tibete. O conceito pode incluir ainda as práticas e itinerários de artistas nômades e suas experiências em territórios híbridos. A âncora do projeto de Lisette para a 27.ª mostra é o pensamento do artista Hélio Oiticica, sobre o qual Lisette defendeu sua tese de doutorado, em novembro de 2003. “Hélio me inspirou e continua me estimulando a escapar das categorias estéticas. Ele nunca deixava nada se cristalizar”, informou Lisette a Juliana Monachesi, da revista Bien’Art. O projeto da 27.ª Bienal aborda as questões da representação e do modelo expositivo, presentes em Oiticica. A superação da representação dá origem a três blocos sobre uma nova construtividade. A superação do modelo gera três outros blocos que apresentarão o “além-da-arte”. Cada bloco inspira seminários internacionais. O primeiro, a ser realizado em janeiro, será Marcel 30, em homenagem a Marcelo Broodthaers. Lisette também decidiu optar por um número menor de artista na mostra, mas com um número maior de obras. A próxima Bienal pretende transcender o espaço físico do Pavilhão de Exposições, no Ibirapuera. Já foi firmada uma parceria com a Cinemateca e com a Pinacoteca. Na primeira será realizado um festival de filmes e, na segunda, uma mostra de obras que poderá contar com trabalhos do argentino Leon Ferrari. 27ª Bienal de São Paulo
Escrito por Ana Frank às 08h13 PM [ ] [ envie esta mensagem ] Projeto Oficina de Leitura!
O Museu da Língua Portuguesa está com as inscrições abertas para o Projeto Oficina de Leitura - A escrita feminina. São vinte vagas que serão preenchidas através do envio de cartas de interesse, que passarão pela avaliação da orientadora da oficina, a professora Tereza Isabel de Carvalho. Escrito por Ana Frank às 01h39 PM [ ] [ envie esta mensagem ] ELIANA TRANCHESI entre o Real e a Fantasia.
A Daslu é, em essência, segundo ela, a sua versão adulta para a Disney. De badalada empresária de sucesso, Eliana passou a conviver com as acusações de sonegação de impostos e até de insensibilidade social, foi detida para depoimentos na polícia, viu seu irmão, algemado, ser conduzido à prisão e tornou-se foco de rumores de que seu negócio quebraria. "Caí na real." Nesta entrevista concedida à Folha, ela conta como está enfrentando a doença e se mostra otimista, dizendo que, depois das sessões de quimioterapia e de radioterapia, tudo voltará ao normal. Também revela como foi o drama familiar por causa das operações contra a Daslu -"sou uma vítima"-, as dificuldades comerciais da empresa e reconhece que deveria estar mais preparada para saber lidar com questões administrativas, para as quais afirma nunca ter dado muita atenção e que está aprendendo o valor das coisas simples, como a luz do sol batendo nas flores ou um pássaro bebendo água em seu jardim. FOLHA - O que exatamente está acontecendo com a sua saúde? FOLHA - Como você está reagindo ao tratamento? FOLHA - Essas situações que fazem com que toquemos no limite costumam ser dolorosamente as mais didáticas. O que está aprendendo? FOLHA - Como está lidando com o medo da morte? FOLHA - Falando em aprendizado, você acha que valeu a pena fazer um investimento comercial tão alto, com tanta visibilidade? Matéria na integra: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/dinheiro/fi2409200606.htm È muito triste quando temos que trilhar o caminho da senda desta forma, faço aqui das palavras de Caetano (Gente é para Brilhar, não para Morrer de Fome)
Escrito por Ana Frank às 06h08 PM [ ] [ envie esta mensagem ] |
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