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Festa Literária de Parati

9 a 13 de agosto

 

Toni Morrison. A escritora foi a primeira negra a receber o Prêmio Nobel de Literatura, em 1993, por seus romances fortes e pungentes, que relatam as experiências de mulheres negras nos Estados Unidos durante os séculos XIX e XX. Seu livro de estréia, O olho mais azul (1970), é um estudo sobre raça, gênero e beleza — temas recorrentes em seus últimos romances. Despertou a atenção da crítica internacional com Song of Solomon (1977). Amada (1987), o primeiro romance de uma trilogia que inclui Jazz (1992) e Paraíso (1997), ganhou o Prêmio Pulitzer de melhor ficção e foi escolhido pelo jornal americano New York Times como “a melhor obra da ficção americana dos últimos 25 anos”. Morrison escreveu peças, ensaios, literatura infantil e um libreto de ópera. Seu último romance é Amor (2003).

Seu primeiro best-seller foi Beloved, que lhe valeu o Prêmio Pulitzer, foi filmado por Jonathan Demme, com Oprah Winfrey no papel principal, mas que, curiosamente, ainda não foi publicado por aqui. Em tempo: deve ser lançado em breve, possivelmente ainda este ano, pela Companhia das Letras..mas o romance Amada (Beloved, no original), da escritora Toni Morrison, é o melhor livro americano de ficção dos últimos 25 anos. Isso mesmo, nada de Philip Roth ou John Updike: o jornal The New York Times contabilizou votos de 125 proeminentes escritores, críticos, editores e demais literatos e acabou por situar a obra de Morrison - um romance de estilo bastante conservador, que se passa no século XIX e trata da abolição da escravidão nos EUA -

 

"Sou uma pessoa controversa. Meus amigos ou não gostam

de mim ou me odeiam."

 

 



Escrito por Ana Frank às 12h27 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





a

Toni Morrison é uma escritora refinada e culta - e especialmente adequada ao propósito de seu mundo cultural que nunca o ostenta no texto. Todavia, a sua criação literária atinge literalmente aos seus exemplos: é estudiosa de filosofia e da cultura africana na qual se reconhece em origem, conhecedora do patrimônio ocidental, da mitologia grega a Shakespeare, Flaubert, Dostoevski, Faulkener – ama-os desde de menina com a consciência de não igualar o que fora

fantasiado por estes escritores e tampouco como leitora – é observadora atenta ao patrimônio fabulístico e folclórico seja europeu ou afro-americano. Seus romances estão cheios de mitos antigos e modernos. O discurso narrativo morrisoniano é originário de uma antítese: o explorar conflitos públicos e potenciais. Em The Bluest Eye o mito da beleza é identificado no paradigma dos olhos celestes/ cabelos loiros / pele branca/ opondo-se à dramática busca da identidade e espaços de vida da pequena protagonista. Sula (1973) é uma estória de amizade entre duas mulheres, uma oposta a outra, analisa a dicotomia entre o bem e o mal e a mítica repetição da comunidade negra. Song of Solomon (1977) restabelece a consciência coletiva americana dos africanos ‘voadores’, contando a ambição de voar do menino [negro] – aparentemente absurda, o que encarna o conflito entre o mito e a realidade, entre a cultura do ter e do ser.

 

A minha condição de Negra pede Justiça,

A minha condição de Mulher pede Paz!



Escrito por Ana Frank às 12h25 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Campanha por Mulheres na Política

 

 

Assunção, Paraguai – O UNIFEM, em parceria com outras organizações da sociedade civil, Fundo Mundial de População e Tribunal Superior de Justiça Eleitoral, está patrocinando a campanha “Mais Mulheres aos Municípios” (tradução livre) da Rede de Mulheres Políticas.

O objetivo desta rede é reunir esforços de mulheres de todos os setores da sociedade em torno de uma pauta comum, permitindo nivelar as dificuldades sofridas pelas mulheres no cenário político paraguaio.

A campanha “Mais Mulheres aos Municípios”, por sua vez, pretende incentivar a integração das mulheres no espaço político municipal, atuando especificamente nas eleições municipais deste ano, de forma a incentivar a candidatura de mais mulheres a cargos públicos e políticos.

Várias atividades vêm sendo realizadas graças à campanha. Algumas oficinas estão sendo ministradas, funcionando como ferramentas metodológicas e conceituais em temas como liderança e gênero, técnicas de negociação, elaboração de propostas e marketing eleitoral e código eleitoral. Esta iniciativa tem se desenvolvido em diversos estados, de maneira descentralizada.

De forma paralela, está em andamento uma campanha nos meios de comunicação.

Precisamos fazer o mesmo que as mulheres do Paraguai!

Justiça Igualitaria!



Escrito por Ana Frank às 12h15 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Banheiro de Meninas na Rádio Mundo Rock

Por Gisele Santos

O Banheiro de Meninas agora também pode ser ouvido pela web Rádio Mundo Rock (www.radiomundorock.net). Em uma parceria onde quem ganha é o ouvinte, ou melhor, a ouvinte. O programa é dedicado à bandas de meninas ou que tenham vocal feminino. Nesta 19ª edição é comemorado o Dia Mundial do Rock.

No dia 20 de agosto, domingo, às 16h, o Banheiro de Meninas realizará a festa do aniversário de 02 anos do programa, no Hangar 110 (SP), com as bandas Hats, Lava, Killi & Banheiro de Meninas All Stars Band com Vanessa (Ludov), Érika Martins, Lê (Gritando HC), Mel (Lipstick), entre outras. Ingressos: R$10,00 antecipados nas lojas Decontrol e Estrondo (Galeria do Rock) e R$15,00 na porta. Censura livre. Informações: banheirodemeninas@gmail.com



Escrito por Ana Frank às 10h19 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





16,7% já fizeram aborto clandestino

Pesquisa com mulheres de 18 a 24 anos revela que a proporção é bem maior entre as de classe média

Simone Iwasso

O aborto provocado foi o desfecho da primeira gravidez de 16,7% das mulheres de 18 a 24 anos, de acordo com levantamento feito com 4.634 jovens moradoras de Salvador, Rio e Porto Alegre. Além disso, a pesquisa mostrou como condição social e acesso à educação estão relacionados com a opção por interromper a gestação: em jovens com renda familiar superior a R$ 180, o número de abortos é quatro vezes maior do que entre as de menor renda e grau de escolaridade.

Já uma relação sexual precoce não apareceu associada a um maior número de abortos: em Porto Alegre, as jovens iniciam a vida sexual mais cedo (entre 16 e 17 anos), mas fazem menos abortos do que as de Salvador, que adiam mais os relacionamentos (a média é 18 anos), mas usam menos contraceptivos.

Os dados fazem parte do estudo "Aborto provocado na juventude: desigualdades sociais no desfecho da primeira gravidez", feito pela médica Maria de Souza Greice Menezes a partir dos dados coletados em 2004 pela pesquisa Gravidez na Adolescência (Gravad), uma parceria da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) e Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Inédito até então, o material será divulgado em um livro que está sendo preparado pelos pesquisadores.

"Sempre que se fala em aborto levam-se em consideração dados do Sistema Único de Saúde (SUS) de mulheres que chegam com complicações em pronto-socorro e maternidades. Mas a pesquisa foi com a população geral e mostra que o aborto está presente em todas as faixas sociais. E que as jovens de maior renda, numericamente, engravidam menos precocemente, mas, quando engravidam, abortam mais", explica Maria de Souza, pesquisadora do Programa de Estudos em Gênero e Saúde do Instituto de Saúde Coletiva da UFBA.



Escrito por Ana Frank às 01h00 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

É o caso da estudante universitária Janaina (nome fictício), de 24 anos, que aos 19 fez um aborto com o consentimento dos pais em uma clínica de um bairro nobre do Rio. "Tinha acabado de entrar na faculdade, estava cheia de planos, não era a hora para ter um filho", conta. Ela não esconde o sofrimento e a dificuldade da experiência, mas diz que não se arrepende. "Sofri muito e até hoje, quando penso nisso, sei que é uma marca que ficou na minha vida. Mas foi melhor do que ter um filho indesejado."

Para a médica, um panorama desse tipo pode fornecer mais elementos para a discussão sobre o tema no País. (leia box ao lado). "O debate sobre gravidez na adolescência é bastante hipócrita porque só discute pelo lado dos nascimentos e ignora as interrupções voluntárias. Então o estudo traz o debate sobre o aborto clandestino", afirma a antropóloga Maria Luiza Heilborn, responsável pela pesquisa e coordenadora do Centro Latino-Americano em Sexualidade e Direitos Humanos da UERJ.

DIFERENÇAS
O levantamento mostra que jovens classificadas como de mobilidade escolar ascendente, uma categoria que inclui garotas com nível médio ou superior e mãe com ensino fundamental, fazem mais aborto (29,5%) do que as de mobilidade descendente (19,3%) - que têm apenas o ensino fundamental e suas mães concluíram o ensino médio ou superior. Uma explicação, segundo Maria Luiza, é o fato de a gravidez para jovens de baixa renda ser uma maneira de dar sentido para suas vidas, que costumam não ter perspectivas para o futuro.

O primeiro grupo também faz mais o aborto utilizando Cytotec, abortivo de venda permitida apenas para hospitais. As de menor escolaridade foram as que mais procuraram clínicas clandestinas.

Outra questão foram as diferenças regionais. Enquanto entre as entrevistadas de Porto Alegre apenas 8% disseram ter optado pelo aborto, no Rio, 17% deram a mesma resposta. Em Salvador, o índice foi de 19% - diferenças associadas a fatores culturais e socioeconômicos. "A precocidade não está ligada ao aborto. O que tem ligação são relações desprotegidas", diz Maria de Souza.

Fonte: http://www.estado.com.br/editorias/2006/07/14/ger-1.93.7.20060714.4.1.xml

 



Escrito por Ana Frank às 12h56 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





10º FESTIVAL DE CINEMA JUDAICO DE SÃO PAULO

 

O Festival de Cinema Judaico de S.Paulo selecionou uma safra de produções realizadas nos cinco anos de existência da Escola para mostrar o que de mais novo tem sido criado por jovens artistas israelenses. Os seis filmes que o 10º Festival de Cinema Judaico apresenta foram todos premiados em eventos importantes realizados em Israel, Europa e América. Uma das propostas que diferenciam a Faculdade Sapir de outras escolas de cinema em Israel é a busca de um olhar a partir da periferia da sociedade, em sintonia com uma das áreas mais pobres, complexas e incendiárias do Oriente Médio. Desde sua criação, tornou-se a precursora em efeitos visuais em Israel. Em 5 anos, a Sapir cresceu e alcançou mais de 300 estudantes, em 4 trilhas conjuntas (filmagem, animação som e televisão). A direção escolheu criar uma escola que não houvesse divisões entre campos e direções, cinematografias e edições, produções e scripts, mas apenas uma que seria dividida em mundos criativos de índices.

Serão exibidos SISAI, documentário de David Gavro, vencedor do Jerusalém Film Festival de 2005 - sobre Sisai, 20 anos, um imigrante etíope que vive em Israel com a família adotiva - os Gavros. O irmão-diretor, David Gavros, acompanha Sisai desde o momento que o pai adotivo traz a notícia de que o pai biológico de Sisai foi localizado; A PIZZA DA MINHA FAMÍLIA, documentário de Ronen Amar, melhor filme do South Filme Festival, Sdedrot, em 2003, em que Maksim pede aos pais que o ajudem a comprar a pizzaria da qual é um dos co-proprietários. Mas assim que o negócio é fechado os pais de Maksim descobrem que terão de investir muito mais do que imaginaram.

Dirigido por Meital Abekasis, PAREDES BRANCAS traz Shahar Aboutboul, fotógrafa em início de carreira, que trabalha em sua primeira exposição. No meio dos preparativos, recebe a notícia da morte da mãe e viaja ao sul para os funerais na pequena cidade onde ela nasceu. Em COM A PRIMEIRA LUZ, vencedor do Documentary Film Festival, Confluences, Paris, 2005, Meirav anseia por encontrar o pai que não vê há 22 anos. Inbal encontra o seu jeito de ser amada. Uma decisão crucial faz com que tudo dê certo para Ayelet; AVÔ, de Amram Jacoby, traz Abraham Ben-Dan Yehezkel, nascido em Bagdá, um homem que não cumpriu a sua missão, um líder que nunca liderou. O filme procura corrigir isso através dos olhos do neto. Aos 92 anos, o avô tenta sair do "caminho que não escolheu". Em ESPELHOS, de Orly Malessa, Prêmio de Melhor Drama Israelense - Jerusalem Film Festival, 2004, na Etiópia, Almaz sonhava em ir para a faculdade e encontrar o amor - "um garoto educado que a beijasse na boca" - mas este sonho se acaba e ela é forçada a um casamento arranjado. Vinte anos depois, em outro lugar e com outro nome resolve ajustar as contas.



Escrito por Ana Frank às 02h46 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

O Centro da Cultura Judaica, A Hebraica, o Museu da Imagem e do Som e o Cinesesc exibem o melhor da produção judaica espalhada pelo mundo.

Tem para todos os gostos: documentários, comédias de erros, dramas, romances. E, aqui no CCJ, basta trazer 1 kg de alimento não-perecível para conferir cada filme! As doações serão revertidas às entidades atendidas pela Subprefeitura de Pinheiros.

 Confira abaixo a grade de filmes que serão exibidos no Centro da Cultura Judaica. Clique aqui para ver a ficha técnica de cada filme e as sinopses

 

10.08 - Quinta-feira

14h - " 18,5 kg de amor"
16h - "Ascensão e Queda de um animador de Bar Mitzvot"
18h - "Períodos da vida de Werner Bab"
20h - "Quando é que Vamos Comer"
22h - "De malas prontas"

11.08 - Sexta-feira

14h - "Tragédias de Nina"
16h - "Rua Tong Shan 818"
18h - "Desmemórias"
20h - "Histórias de Cantores"
22h - "Testemunhas Imaginárias"

12.08 - Sábado

14h - "No. 17"
16h - "Ydessa, os Ursos e etc."
18h - "Os Rapazes de Camp Richie"
20h - "Ha Ushpizin"
22h - "Entes Queridos"

13.08 - Domingo

14h - "Odessa... Odessa!"
16h - "Caro Inimigo"
18h - "Shlomi"
20h - "Chamada Local"
22h - "Sem Destino"

 

Fonte: http://www.culturajudaica.org.br/

 



Escrito por Ana Frank às 02h40 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Lei Violência Doméstica

 

 

 

A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres vem por esta informar mais uma conquista das mulheres brasileiras no âmbito do enfrentamento à violência contra a mulher no Brasil. Após a aprovação na Câmara dos  Deputados e no Senado, no próximo dia 07 de agosto, às 12:00 horas, o Excelentíssimo Sr. Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionará o Projeto de Lei n.º 037/2006, que coíbe a violência contra a mulher no país. A Lei conceitua e define as formas pelas quais essa violência é vivenciada pelas mulheres no cotidiano: violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral. Além disso, determina o encaminhamento de mulheres em situação de violência e seus dependentes a programas e serviços de proteção,  garantindo os direitos à guarda dos filhos e a seus dependentes.

A proposição aprovada autoriza a criação, no âmbito estadual, de juizados e  varas especiais de atendimento à violência contra a mulher com competência cível e criminal. A partir da vigência da Lei, estarão instituídas as diretrizes das políticas públicas de atendimento e ações integradas do poder público, em todas as suas instâncias e esferas, salientando a importância de atuação em uma Rede de Atendimento à Mulher, que se torna imprescindível, quando amparada por uma lei que enfatiza a necessidade de um trabalho. A lei possui um capítulo próprio sobre o atendimento pela autoridade policial, alterando o procedimento nas ocorrências que envolvam a violência doméstica e familiar contra a mulher. É prevista, inclusive, uma maior atuação do Ministério Público e das Defensorias Públicas.Sendo assim, a SPM conta com a parceria dessa instituição na mobilização no dia 07 de agosto, em torno da Lei n.º 037/2006 em seus estados e municípios.
É importante e fundamental a articulação com os órgãos públicos locais, a divulgação - seja concedendo entrevistas coletivas, audiências públicas,articulação com os parlamentares locais, mobilizações, para que a Lei seja difundida e ampliada em todos os locais do país. Lembramos que esse é um grande passo e conquista das mulheres, mas é apenas um passo, pois a luta pela instalação dos juizados e varas especializadas caberá aos estados. Portanto, o que foi conquistado a nível federal deverá ter continuidade local.Assim, com nossa coragem, ousadia e sabedoria, conseguiremos conquistar esse espaço de defesa dos direitos da mulher.
Contamos com todas (os) para comemorarmos.

A lei na íntegra pode ser lida no nosso site
http://www.planalto.gov.br/spmulheres
Teresa Cristina Nascimento Souza
Ministra Interina




Escrito por Ana Frank às 10h14 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
Outro -





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