TEMPLATE ERROR Current Date: Sun Aug 17 11:40:06 BRT 2008 URL : Skin : Last Modify : Wed Dec 31 21:00:00 BRT 1969 File Name : Line : 46 Errors : Error: Block not closed: uol.tpl.StatementELSE Ana Frank - UOL Blog


Sem grades, Sem fronteiras!

 

 

O portal Yahoo! forneceu ao governo chinês dados pessoais do jornalista Shi Tao, que acabou sentenciado a dez anos de prisão por ter divulgado para um site norte-americano – usando seu email no Yahoo! – uma norma interna do governo chinês com orientações a jornalistas sobre como deveria ser abordado o aniversário do Massacre da Paz Celestial – fato histórico ocorrido em 1990, quando cerca de dois mil manifestantes pró-democracia foram mortos em Pequim. Tao foi acusado de violar segredos de Estado e transmitir informação sigilosa a entidades estrangeiras.

Tao acabou se tornando uma referência para a campanha Irrepressible.info, que a Anistia Internacional lançou internacionalmente no dia 20 de julho, numa contra-ofensiva para espalhar pela rede afora informações que governos tentam esconder de seus cidadãos – da notícia que é filtrada pelas autoridades chinesas aos textos não-publicados de jornalistas cubanos, passando pelos ativistas iranianos e pelos blogueiros egípcios.

Negócios da China

“Você está satisfeito com a maneira como Yahoo!, Google e Microsoft fazem negócios na China?”. Esta é a reflexão pedida por Kate Allen, diretora da Anistia Internacional no Reino Unido, aos internautas de todo o mundo. As três companhias têm feito concessões preocupantes ao governo chinês. O Yahoo!, ao fornecer dados de seus usuários; Google e Microsoft, ao filtrarem a informação que seus serviços oferecem naquele país. Exatamente por isso, Allen sugere que as pessoas escrevam diretamente a essas empresas para dizer o que pensam desse comportamento. Usuários desses serviços, diz ela, precisam se manifestar.

Enviar mensagens a essas corporações, utilizando os formulários disponíveis em seus sites, é uma das formas de participar da campanha. “Esperamos que muitos consumidores digam a essas empresas que não estão satisfeitos com esse jeito de fazer negócios e que elas precisam mudar”, explica Ballinger.

Outra maneira de aderir é ajudar a divulgar um selo ou banner da campanha, publicando-o em seu próprio site ou blog. Há diferentes modelos disponíveis em http://irrepressible.info/addcontent. Cada vez que a página for carregada, o selo exibirá um trecho de material censurado em algum país. Esse material é coletado pela Anistia Internacional e pela organização OpenNet Initiative, que luta contra a censura, realiza pesquisas em diversos países e monitora mecanismos utilizados por governos para controlar a internet.

Manifesto

A Anistia preparou ainda um manifesto pela livre expressão e está recolhendo assinaturas para apresentar o documento durante o Fórum de Governança da Internet, que será realizado em Atenas, na Grécia, em outubro ou novembro. “A Anistia Internacional acredita que o respeito aos direitos humanos e à liberdade de expressão é um componente vital de qualquer acordo futuro sobre a governança da internet. Pretendemos obter milhares de manifestações de apoio para mostrar às corporações e aos governos que as pessoas estão seriamente preocupadas”, diz Ballinger.

O texto do manifesto diz: “Acredito que a internet deve ser um veículo de liberdade política, não de repressão. As pessoas têm o direito de procurar e receber informação e de expressar pacificamente seus pontos de vista, sem medos ou interferências. Apelamos aos governantes, para que interrompam toda e qualquer restrição à liberdade de expressão na internet, e às empresas, para que parem de colaborar com governos que agem dessa maneira”. Para apoiar o manifesto, basta preencher com nome e correio eletrônico o formulário disponível em http://irrepressible.info/pledge.

É pouco provável que a campanha leve governos ditatoriais a abrirem mão de censurar seus opositores ou vozes que considerem subversivas. Mas pessoas em qualquer canto do mundo podem disseminar o que esses governos desejam esconder. E, na qualidade de consumidores, têm o poder de pressionar empresas que favorecem o autoritarismo, simplesmente deixando de comprar ou utilizar seus serviços.

Fausto Rêgo. Colaborou Maria Eduarda Mattar.

Fonte:Rits

 

 



Escrito por Ana Frank às 10h30 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





TEATRO POPULAR DO SESI E PARQUE DO IBIRAPUERA RECEBEM BONECOS DO BRASIL E DO MUNDO

 

 

Sesi Bonecos do Brasil e do Mundo reúne 17 grupos nacionais e internacionais e oferece 35 espetáculos gratuitos de 8 a 13 de agosto.

 

 De 8 a 13 de agosto (exceto dia 12), São Paulo terá a oportunidade de viver uma experiência lúdica inesquecível ao sediar o projeto SESI Bonecos do Brasil e do Mundo O Teatro do SESI, e a Praça da Paz, situada no Parque do Ibirapuera, receberão 17 companhias, das quais 12 são brasileiras e 5 internacionais.

 
A terceira edição do evento chega carregando números superlativos: cerca de 500 mil pessoas estiveram presentes nas versões anteriores. Agora, o público do Sul e Sudeste vai se deliciar com espetáculos vindos do Japão, da Rússia, da Espanha, da França e dos Estados Unidos, além de toda a magia naïf e urbana elaborada pelas companhias nacionais.


O Japão comparece com o grupo Dondoro, que nasceu em Tóquio, em 1974, e até hoje segue os princípios do teatro Butoh. Sua técnica combina elementos do teatro No e do Bunraku, uma forma tradicional japonesa de teatro de bonecos. Totalmente sem palavras, o espetáculo Kiyohime Mandara conta a dramática história de um jovem monge que, numa noite de amor, promete casamento à sua parceira, mas depois a deixa. Revoltada, ela se transforma numa serpente e o mata com fogo, suicidando-se em seguida.

Fundado em Moscou há 15 anos, o Teatro Tenj, cujo nome significa sombra em russo, traz a milenar arte do teatro de sombras, porém ampliada para além das suas fronteiras. Metamorfoses mostra um pintor que, ao som de piano tocado ao vivo, cria quadros que se transformam à vista do espectador com uma técnica imaginativa, que diverte adultos e crianças.


Vindo de Barcelona, onde nasceu em 1976, o La Fanfarra destaca-se por ser especialista em várias técnicas, entre elas a de sombra, a de fios e a de fantoches, também chamados de bonecos de luva. Melodrama narra a saga de uma ingênua órfã que conhece a desilusão e o sofrimento do amor.

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h53 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 A companhia americana The Huber Marionettes é comandada por Phillip Huber, um dos grandes expoentes mundiais da elaborada arte de marionete de fio, na qual a fantasia nasce da impressão de realidade. Para sua performance no Brasil batizada de Animação suspensa, o artista fez uma seleção do seu repertório pautado pela atmosfera dos antigos cabarés e teatro de variedades.

 

Da França, vem a companhia Petits Miracles com o espetáculo O circo de pulgas. Criada em 1996, a trupe tem sua origem no Magic Land Théatre, de Bruxelas. Hoje, dedica-se ao teatro de pequeno formato, ideal para narrar a trajetória de um ex-domador de feras que, no maior dos menores circos do mundo, adestrou pulgas acrobatas e engolidoras de fogo, que "só os céticos não conseguem ver".


Em contraponto a tanta delicadeza de técnica e detalhes, o Brasil traz o divertido desfile de bonecos gigantes de Olinda - considerada o berço dos bonecos no País - e apresenta a multifacetada arte aqui desenvolvida por grupos como Caixa do Elefante (Encantadores de histórias); Anima Sonho (Bonecrônicas), ambos do Rio Grande do Sul; Valdeck de Garanhuns (Simão e o Boi pintadinho); Mestre Zé de Vina; Mestre Zé Lopes, os três de Pernambuco; Grupo Sobrevento (Cadê o meu herói?); Contadores de Estórias (Em concerto); ambos do Rio de Janeiro; e Cia da Tribo (Homem-palco); e Vento Forte (Um rio que vem de longe), ambos de São Paulo.

 

Serviço

 

Sesi Bonecos do Brasil e do Mundo
Local: Teatro Popular do SESI-SP - Avenida Paulista, 1313 - Estação Trianon-Masp e Praça da Paz - Parque do Ibirapuera.

Datas e horários: de 8 a 13 de agosto a 2006 (exceto 12/08)
Teatro Popular do SESI - terça-feira, quarta-feira e quinta-feira, às 20h e 21h30;


Praça da Paz: sábado e domingo, às 15h30, 16 horas, 16h30, 17 horas, 17h30, 18 horas, 19 horas, 20 horas, 20h30, 21 horas.
Entrada: franca

Recomendação etária: Melodrama - 16 anos / Encantadores de Histórias - 14 anos / Kiyohime Mandara - 16 anos / Todas as demais atrações têm recomendação etária livre.

 

http://www.sesibonecos.com.br/bonecos_do_brasil/index_apresentacao.html

 



Escrito por Ana Frank às 09h50 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Jovens turcas se suicidam para 'limpar a imagem da família'

 

Em vez de condenar filho à perpétua encarregando-o de matar irmã 'desonrada', pais preferem pressioná-la a suicidar-se

Dan Bilefsky

Para Derya, um garota de 17 anos, a ordem para se matar veio de um tio e foi enviada por uma mensagem de texto no telefone celular dela. "Você envergonhou nosso nome", disse a mensagem. "Mate-se e limpe nossa honra ou nós a mataremos."

Derya disse que o
crime dela foi apaixonar-se por um garoto que conheceu na escola. Ela sabia dos riscos, porque uma tia foi morta por seu avô por estar se encontrando com um rapaz. Mas, depois de ter sido enclausurada e usado véu a maior parte da sua vida, sentiu-se livre pela primeira vez e quis expressar sua independência, disse ela.

Quando a notícia de seu caso amoroso chegou aos ouvidos da família, sua mãe a avisou que o
pai a mataria. Mas ela se negou a escutar. Então, chegaram as mensagens ameaçadoras, enviadas por seus irmãos e tios: às vezes 15 avisos por dia. Derya disse que eram o equivalente a uma sentença de morte.

Consumida pela vergonha e temendo por sua vida, ela decidiu realizar os desejos da família. Primeiro, pulou no Rio Tigre, mas sobreviveu. Depois, tentou se enforcar, mas foi salva por um tio. A seguir, cortou os pulsos com uma faca de cozinha.



Escrito por Ana Frank às 10h54 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





"Minha família agrediu minha personalidade e me senti como se tivesse cometido o maior pecado do mundo", disse ela em um abrigo para mulheres, onde está alojada e onde trocou o véu por uma camiseta e calças jeans. Recusou-se a dizer seu sobrenome por medo de que a família ainda esteja no seu encalço.

"Senti que não tinha o direito de
desonrar minha família, que não tinha o direito de estar viva. Portanto, decidi respeitar o desejo de minha família e morrer."

A cada poucas semanas nesta área curda do sudeste da Anatólia, que é pobre, rural e profundamente influenciada pelo islamismo conservador, uma
mulher tenta tirar a própria vida. Outras têm sido apedrejadas até a morte, estranguladas, mortas a tiros ou enterradas vivas. Os delitos delas variam de olhar para um rapaz, vestir um saia curta, querer ir ao cinema, ser estuprada por um estranho ou parente ou manter uma relação sexual consensual.

Na esperança de se integrar à União Européia, a Turquia tem aumentado a punição aos chamados
"crimes de honra". Mas a violência continua, mesmo que de formas diferentes - os pais têm tentado poupar os filhos de punições graves por terem matado suas irmãs, obrigando as filhas a tirarem a própria vida.



Escrito por Ana Frank às 10h52 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Batman é uma cidade sombria e poeirenta com 250 mil habitantes, onde a religião está num embate com o secularismo oficial da Turquia. A cidade serviu de cenário para o mais recente romance do escritor turco Orhan Pamuk, Snow (Neve), que fala de uma investigação jornalística sobre uma epidemia de suicídios entre as adolescentes.

Nos últimos seis anos, houve
165 suicídios ou tentativas de suicídio em Batman, 102 deles cometidos por mulheres. Segundo a ONU, 36 mulheres se mataram desde o início deste ano. A organização estima que 5 mil mulheres são mortas anualmente em todo o mundo por parentes que as acusam de trazer a desonra para suas famílias, e a maioria desses assassinatos acontece no Oriente Médio.

Têm ocorrido tantos suicídios que a ONU despachou um enviado especial à região para investigar. O enviado, Yakin Ertuk, concluiu que, embora alguns suicídios tenham sido autênticos, outros parecem ter sido "assassinatos em nome da honra disfarçados de suicídio ou acidente".

"Os telefonemas continuam chegando", disse Mehtap Ceylan, membro do esquadrão de prevenção contra suicídio. Ela conta que, muito recentemente, recebeu uma ligação sobre uma garota de 16 anos que cometera suicídio, segundo a família porque eles não a deixavam usar calças jeans. Mas, quando Ceylam visitou a casa, os vizinhos disseram que a menina era uma pessoa feliz e usava jeans havia anos.

"Simplesmente a história não se encaixava", disse Ceylam. "A família da garota disse que a filha estava tomando o café da manhã, entrou no quarto e encostou um revólver contra a cabeça. Eles estavam agindo como se nada houvesse acontecido."

Psicólogos daqui dizem que levantes sociais na região abalada pelo terrorismo têm desempenhado um papel nos suicídios.

Muitas das vítimas vêm de famílias de vilarejos rurais que foram deslocadas das montanhas para as cidades por causa da guerra entre o governo turco e o Partido dos Trabalhadores do Curdistão, uma guerrilha curda que quer criar um Estado independente no sudeste da Turquia.

Meninas como
Derya, que tinham levado uma vida protegida sob a rigidez moral de suas famílias e do islamismo, de repente se vêem no meio de uma Turquia moderna com namoro pela internet e MTV. Esta mudança pode criar tensões perigosas, às vezes letais, entre suas famílias e os valores seculares da república que as mulheres jovens querem adotar.

A modernidade pode ter um preço muito alto. Quando uma mulher é suspeita de manter relações sexuais fora do casamento, seus parentes do sexo masculino convocam uma conselho de família para decidir sua sentença. Uma vez que a notícia sobre a
desonra da família se espalha pela comunidade, normalmente a família determina que somente por meio da morte essa honra pode ser recuperada.



Escrito por Ana Frank às 10h41 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Até recentemente, um membro da família da garota caída em desgraça, geralmente um irmão menor de 18 anos, executava a sentença de morte e recebia uma sentença de prisão curta por causa de sua idade. As sentenças também acabavam sendo reduzidas pela justificativa de que um parente o tinha incitado a cometer o assassinato.

Mas nos últimos dois anos, a Turquia reformulou seu código penal, impondo penas de prisão perpétua para os "crimes de honra", independentemente da idade do assassino. Isso levou algumas famílias a tomarem outras medidas, como pressionar as filhas a cometerem suicídio ou matá-las, disfarçando o assassinato como sendo suicídio.

Numa tentativa de tirar esses
"crimes de honra" da sombra, a Ka-Mer, uma organização local de defesa das mulheres, criou uma linha telefônica direta para ser usada pelas mulheres que acham que sua vida está em perigo.

A Ka-Mer encontra
abrigo para essas mulheres e as ajuda a entrar com pedido nos tribunais de ordens restritivas contra os parentes que as têm ameaçado.

Ayten Tekay, uma assistente social da Ka-Mer na localidade de Diyarbakir, disse que, das
104 mulheres que telefonaram para a organização este ano, mais da metade era sem instrução e analfabetas. Ela disse, também, que em alguns casos as famílias não queriam matar as mulheres, mas que a pressão social e os constantes mexericos as levaram a fazer isso.
Derya, revigorada depois do aconselhamento, disse que está determinada a dar prosseguimento a sua vida. "Esta região é religiosa e aqui é impossível ser você mesma se você for uma mulher", disse ela. "Ou você foge abandonando sua família e muda de cidade ou então se mata."

Derya disse que a raiz do problema era a
desigualdade entre sexos, apesar de o profeta Maomé ter argumentado em favor do fortalecimento das mulheres na sociedade.

"No meu vilarejo e na tribo de meu pai,
os rapazes estão no céu, enquanto as garotas são tratadas como se estivessem debaixo da terra", disse ela. "Enquanto as famílias não confiarem em suas filhas, coisas ruins continuarão a acontecer."

TRADUÇÃO DE MARIA DE LOURDES BOTELHO

Fonte: http://txt.estado.com.br/editorias/2006/07/23/int-1.93.9.20060723.14.1.xml



Escrito por Ana Frank às 10h40 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Clube das Luluzinhas
Cada vez mais populares, as academias só para mulheres são feitas sob medida para atender os gostos femininos. Selecionamos alguns espaços para você suar a camisa!

 

Por Pamela Cristina Leme

O mundo fitness fica cada vez mais personalizado. Prova dessa tendência é que longe do ritmo frenético, da forte azaração, dos corpos masculinos perfeitamente esculpidos e das garotas invejavelmente saradas que dão o tom das academias tradicionais, alguns espaços resolveram atender um público que está mais preocupado com a saúde e o bom condicionamento físico. Nos últimos anos, as academias só para mulheres pipocaram nas grandes cidades para atender aquelas que querem um ambiente mais ameno na hora de perder os quilos extras e combater a flacidez.

Mas não pense que esses espaços abrigam apenas pacatas donas de casa, mulheres gordinhas e jovens tímidas. "Que nada, recebemos todo tipo de público, como modelos, por exemplo", garante o empresário paulistano Marcos Itiro, dono da Anima Women Fitness Center, criada em 2004 e com duas unidades em São Paulo. Ele conta que, aliás, essa não era a idéia inicial. Quando abriu a Anime, esperava atender mulheres com faixa etária entre os 40 e 50 anos que se sentiam deslocadas nas outras academias. "Fiquei surpreso com o número de pessoas jovens e muito bem cuidadas que se matriculam aqui. Acredito que isso aconteça porque a gente satisfaz quem não pensa na academia como ponto de badalação", afirma. Isso porque as academias só para mulheres, no fim das contas, atendem diferentes interesses ao mesmo tempo. Lá é possível encontrar quem se sinta inibida de freqüentar outros lugares porque está fora de forma ou com idade avançada, gente que não gosta do ambiente de academia e quer ser atraída por lugares mais familiares e ainda aquelas que desejam se exercitar exclusivamente por motivos de saúde e vão em busca de treinos específicos. E o que elas encontram nessas tais academias, além de só dividirem a sala de musculação e os equipamentos com outras mulheres?

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 02h14 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

"Para começar, nada de espelhos", sinaliza o proprietário da unidade de Fortaleza da multinacional Countors Express Cassiano Ximenes. Sim, o culto ao corpo não é o objetivo desse tipo de empreendimento. "Além disso, as mulheres gostam da idéia de não encarar as gordurinhas à mais na hora de fazer os movimentos", diz. Outra vantagem é que até mesmo as professoras são mulheres, que entendem melhor o corpo feminino e deixam as clientes mais à vontade - imagine não ficar tão encanada por não ter feito depilação, por usar aquela camiseta que já está ficando velhinha ou por não ter retocado a tinta do cabelo.

Ainda assim, o grande benefício são as aulas feitas sob medida para o ritmo feminino. "Elas têm uma freqüência diferente, mais reduzida, portanto a ´jornada´ de horas dentro da academia é menor", explica Marcos. Longe da infinidade de novidades em programas que as academias comuns costumam oferecer, nas academias só para mulheres o objetivo é trabalhar aquilo vai deixá-las com a silhueta impecável: braços, abdômen, bumbum e pernas. As sessões costumam durar entre 30 e 50 minutos e elas perdem até 600 calorias. Na Curves, por exemplo, em apenas 30 minutos de aula (três vezes por semana), a base das atividades, desenvolvidas pelo americano especialista em nutrição e saúde Gary Heavin no início dos anos 90, consiste em intercalar 30 segundos de exercícios aeróbicos - como pular e fazer atividades com um bambolê - com o mesmo período de musculação - a Curves, vale lembrar, é uma rede só para mulheres que tem mais de 9.500 unidades espalhadas por 17 países do planeta - nos Estados Unidos, existe uma Curves para cada dois McDonald´s; em terras brasileiras, são duas em São Paulo, uma em Belo Horizonte e uma em Brasília.

E não é só. Os equipamentos também são desenhados para favorecer o corpo da mulher. Saem aquelas barras para Hulk levantar (e que provocam urrinhos masculinos de exaltação que você não vai precisar ouvir) e entram barrinhas que pensam até três quilos, mas são suficientes para alcançar os resultados que elas procuram porque isolam bem a região que se quer trabalhar. Além disso, as máquinas favorecem as áreas que as mulheres desejam melhorar - algumas são exclusivas para fortalecer os membros inferiores e há ainda aparelhos do tipo hidráulico, presença em algumas dessas academias, que têm resultados eficientes e apresentam pouco impacto nas articulações.

Para completar, banheiros sempre impecáveis, decoração especial e squeezes nas máquinas, para manter as belas hidratadas, além de elástico para prenderem a chave do armário, dão charme e o cuidado especial que elas adoram. Sem contar que, mesmo com tudo isso, os preços não sobem. O valor das mensalidades das academias especializadas em mulheres não muda em relação ao das academias tradicionais - varia de R$ 90 a R$ 170. Agora, pense bem, tem desculpa para uma mulher não malhar?



 



Escrito por Ana Frank às 02h09 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Encontre o clube da Luluzinha mais próximo:

 

 

CONTOURS EXPRESS
São Paulo: (11) 3073-0042, Itaim Bibi; (11) 3898-2695, Pinheiros; (11) 5083-9463, Vila Mariana; (11) 3675-9000, Pompéia; (11) 6674-5642, Jardim Anália Franco.
Rio de Janeiro: (21) 2495-3492, Barra da Tijuca.
Preço da mensalidade: De R$ 107 a R$ 167
Site:
www.contoursexpress.com.br

CURVES
São Paulo: (11) 3661-9794, Santa Cecilia; (11) 3746-9469 Morumbi.
Belo Horizonte: (31) 3281-3316, Mangabeira.
Preço da mensalidade: De R$ 89 a R$ 119
Site:
www.curves.com.br

30´ IN SHAPE
São Paulo: (11) 3057-0932, Paraíso; (11) 5052-9779, Moema.
Preço da mensalidade: A partir de R$ 100 (a academia oferece flexibilidade para que a cliente faça planos de acordo com a necessidade)
Site:
www.30inshape.com.br

ANIMA WOMEN FITNESS CENTER
São Paulo: (11) 5052-8167, Moema; (11) 5571-6025, Aclimação.
Preço da mensalidade: De R$ 150 a R$ 170 (para o plano anual, a cliente tem isenção da taxa de matrícula - R$ 40 - e ganha 10 sessões de massagem) Site:
www.animafitness.com.br

 

 



Escrito por Ana Frank às 02h06 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





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Contos Eróticos de Senhorita K

Sentimentos e sexo discutidos sem pudor

 

Por André Pereira

 

Baseado em textos da atriz e cantora Fabiana Karfig — reunidos num livro homônimo ainda não editado, mas vários vezes lidos em cafés de São Paulo —, a peça Contos Eróticos de Senhorita K será levada ao palco do Teatro Fábrica São Paulo entre os dias 1º e 29/8/06. São cinco atores que encenam monólogos que falam de modo aberto de várias facetas da vida sexual da personagem Senhorita K. Cada um desses monólogos (ou “contos”) tem sua própria trilha sonora.

Contos Eróticos de Senhorita K. Texto de Fabiana Karfig. Direção de André Dias. Com Cristiane Madeira, Dora Bueno, Fabiana Karfig, Kamunjin Tanguelê e Roberto Aguiar.
Teatro Fábrica São Paulo (sala 1) — r. da Consolação, 1.623, Consolação, São Paulo, SP, tel. 0++/11/3255-5922.

De 1º a 29/8/06. Terça, às 21h. R$ 20.

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h35 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Cinco dos principais nomes mais criativos da tatuagem de São Paulo

 

 

 

O húngaro Ivan Szazi, do estúdio Four Elements, é um dos mais conceituados do mercado de body-art. Por suas agulhas já passaram a hostess Adriana Recchi; Paulo Borges, diretor da SP Fashion Week; o diretor de marketing Marcelo Sebá; a modelo Marina Dias; o beauty-artist Robert Estevão, o fotógrafo Daniel Klajmic e o VJ Marcos Mion. "

 
Outro nome clássico da tattoo é Hercoly, do Atomic Tattoo. Na área há aproximadamente duas décadas, Hercoly se permite alguns luxos. "Cobro a consulta, só atendo com hora marcada e não faço trabalhos que considero de mau gosto",

 

Hercoly é o favorito do estilista Alexandre Herchcovitch, do stylist David Pollak, do produtor Cacá Ribeiro, do VJ João Gordo, do artista plástico Mauricio Ianes e do DJ Mau Mau.

Teté, do PMA Tatoo Studio, é o favorito das bandas do underground.


Da novíssima geração, a tatuadora Akemi, do Akemi Tattoo e PMA Studio, é a caçula do grupo. Ela divide seu tempo entre um estúdio na região de Ribeirão Preto e outro em São Paulo. "

Já o jovem Arthur, do Hepiderme Tattoo, que não gosta de desenhos que podem ser repetidos em série, . Entre seus clientes está o estilista Cacá di Guglielmo, da Ellus. Gostou? Basta ligar e marcar hora com os artistas. 16.12.2005


TEXTO MARCELO FERRARI

FALE COM OS TATUADORES:

Four Elements – tel.
(0/XX/11) 3063-9533
Atomic Tattoo – tel. (0/XX11) 3812-0512
PMA Tattoo Studio – tel.
(0/XX/11) 3063-5074
Akemi Tattoo – tel. (0/XX/16) 3947-3545
Hepiderme Tattoo – tel. (0/XX/11) 296-3312

 

 

Fonte: http://www.erikapalomino.com.br/moda/tendencias/index.php?md_tend_id=1032

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h30 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Tatuagens Marcas da Vida!

 

Antes:
1. Escolha bem o desenho. Pesquise bastante e dê uma olhada nas revistas especializadas.

2. Prefira um tatuador já conhecido pelos seus colegas. Com isso, o resultado final de sua tatuagem tem mais chances de ser bom.

3. Conversar com o tatuador é muito importante. Ele pode te dar várias dicas para que o desenho fique ainda melhor.

4. Tatuagens bem específicas (o nome seu namorado ou namorada, por exemplo) exigem uma atenção maior. Imagine se o namoro acaba!

5. Verifique se o local onde será feita a tatuagem é higiênico. O material precisa ser completamente descartável e esterilizado.

Durante:
1. Evite ficar se mexendo demais. A tatuagem é um trabalho de pura precisão.

2. A dor que se sente durante o feitio da tatto depende de pessoa para pessoa, portanto, não tome drogas pensando que ficará anestesiado. Pode ser bem pior.

3. Se quiser se mexer ou espirrar, avise o tatuador antes.

4. Tenha bastante paciência. Lembre-se que, quanto mais elaborada a tatuagem, mais tempo e mais complicado será o processo.

Logo depois de fazer uma tatuagem:
(faça isso de 15 a vinte dias, ou seja, até sua tatuagem cicatrizar por inteiro)

1. Lavar o local com sabonete neutro.

2. Passar uma pomada cicatrizante três vezes ao dia indicada pelo tatuador para que a recuperação da pele seja mais rápida. "Essa pomada geralmente é composta pela vitammina B5 (D-pantenol) que tem efeito recuperador para a pele", diz o dermatologista Valcinir Bedin, presidente da sociedade de medicina estética de SP.

3. Não esfregar o local nem tirar a casquinha.

4. Na hora de dormir, cobrir a tatuagem com papel filme, aquele plástico usado para embalar alimentos

5. Não tomar banho de mar, piscina, sauna ou Sol, não tomar banhos muito demorados e com água quente nos primeiros 15 a 20 dias.

6. Depois do banho, muito cuidado na hora de secar a região da tattoo, não esfregue o local, apenas encoste a toalha para absorver o excesso de água.

7. Não use roupas muito apertadas logo após ter feito a tattoo, porque fibras da roupa podem grudar na casquinha que se forma.

Depois de cicatrizada:

Mesmo quando já estiver cicatrizada, passe protetor solar. "O pior inimigo da tatuagem é o Sol", afirma o tatuador Mauro Nunes do estúdio Tattoo You, SP.

Tome, também, muito cuidado com cortes e arranhões muito profundos no local da tattoo

E se eu me arrepender?

Um estudo nos EUA diz que 60% das pessoas que fazem tatuagem querem tirá-la depois de três anos. Portanto, pense bem antes de fazer qualquer coisa no seu corpo... na dúvida, faça uma tatuagem de henna antes, exatamente igual à que você quer definitiva, e veja se vale a pena.

A única técnica para tirar uma tatuagem definitiva é o laser. Existe um laser para cada tipo de tatuagem. As monocromáticas e com cores escuras são mais fáceis de tirar. As coloridas (vermelho, amarelo, azul claro) são mais complicadas. Cada sessão de laser custa em média R$ 300. "Dependendo do tipo, você vai precisar fazer até dez", aconselha o dermatologista dermatologista Valcinir Bedin, presidente da Sociedade de Medicina Estética de São Paulo.

Daniela Noyori/Redação Terra

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 



Escrito por Ana Frank às 09h26 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Dia Internacional do Orgasmo!

 

 

Dia Internacional do Orgasmo  a data foi criada em 1999 por iniciativa de várias redes de sex shop da Inglaterra. O objetivo era proporcionar às mulheres o direito de falar aos parceiros de sua insatisfação sexual e, também, claro, vender artigos eróticos. No Brasil, o Município Esperantina, no norte do Piauí, tem seu próprio dia do orgasmo, 9 de maio, oficializado em 2001.

A palavra orgasmo vem do grego, orgasmós, de orgân, que significa ferver de ardor. É definido como o mais alto grau de excitação sexual e prazer físico que o ser humano pode experimentar. É um reflexo, uma série invariável de movimentos, presente em todos os indivíduos adultos.

Sendo reflexo, não depende da consciência para seu desenrolar, mas ela pode interferir sobre ele, inibindo seu desenvolvimento. É isso que ocorre com 75% das mulheres, segundo pesquisas realizadas por médicos brasileiros.

Os antropólogos acreditam que esse comportamento foi moldado nas sociedades mais primitivas. Naquela época, a liberdade sexual da mulher era embargada pelo temor masculino de perder a supremacia. Assim, se estabeleceu a assexualidade feminina (as mulheres não sentem falta de sexo) e a cisão em santas e debochadas.

Fatores psicológicos são os vilões do orgasmo. "Tabus e preconceitos na hora do sexo, deixam as mulheres tensas, impedindo que se sintam livres para participar ativamente do ato sexual. Dessa forma, não podem descobrir suas áreas mais sensíveis, as posições que lhe dão mais prazer e comunicando ao parceiro", declara. Segundo ele, o medo de se entregar às sensações eróticas pode fazer com que a mulher fique alerta, controlando tudo, mesmo sem perceber.

 

 

Feliz dia do Orgasmo!

 



Escrito por Ana Frank às 10h24 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





a

Orgasmo no Mundo!

 

Brasil na cama

No estudo da Durex, os brasileiros são apontados como a nacionalidade mais sexy do mundo. Mas a realidade mostra que ser sensual nem sempre significa ser bem resolvido sexualmente. Uma em cada quatro mulheres brasileiras (26%) não tem orgasmo, segundo uma pesquisa do Projeto Sexualidade*, da Universidade de São Paulo, que ouviu 7 mil homens e mulheres de diversas classes sociais. Entre as maduras, o problema em geral está ligado à falta de desejo e a disfunções físicas. As mais jovens sofrem com a inexperiência dos parceiros ou delas mesmas. O estudo revelou que 31% nunca haviam se masturbado, o que faz toda a diferença na vida sexual feminina. "As mulheres que têm intimidade com seu corpo chegam ao orgasmo com mais facilidade", diz a médica Carmita Abdo, coordenadora do projeto. Entre os homens, 48% têm disfunções como impotência, dificuldade de ereção ou ejaculação precoce. A preocupação com a performance é uma das causas.

Em matéria de práticas sexuais, as posições preferidas, para homens e mulheres, ainda são as três mais tradicionais: papai-e-mamãe, mulher de quatro ou mulher por cima. O curioso é que, mesmo enfrentando problemas, a maioria classifica a sua vida sexual como boa (57%) ou excelente (25%). A avaliação, diz Carmita Abdo, tem mais a ver com quantidade do que com qualidade. O brasileiro tem de duas a três relações por semana, enquanto a média nos EUA e na Europa é de seis por mês.

* O Projeto Sexualidade da USP responde a dúvidas sexuais gratuitamente pelo telefone 0800-701-0136

Prazeres na ponta da língua

Em países como a ÍNDIA, onde muitas linguagens diferentes são faladas, existem oito palavras diferentes para definir orgasmo. São termos com duplo sentido, que também significam "felicidade", "satisfação", "satisfação total", "acordo final", "prazer", "bênção", "intoxicação" e "coisa gostosa".

Um termo popular para masturbação na ISLÂNDIA é sjálfsflekkun, que equivale a "autoprofanação". A maioria dos moradores da TAILÂNDIA chama o prazer solitário de chak wow, que significa "empinar a pipa" -um passatempo popular no país. Em certas regiões de UGANDA não existem palavras para orgasmo feminino, clitóris ou qualquer coisa relacionada à sexualidade feminina. A idéia de que as mulheres possam se masturbar e ter prazer é considerada tão absurda que não existe um vocabulário para isso.

 

 



Escrito por Ana Frank às 10h22 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

Onde elas não têm prazer

"Em muitas culturas, o orgasmo feminino é desconhecido, e esse tipo de prazer não faz parte da experiência da maioria das mulheres", diz Robert Francoeur, editor de uma enciclopédia internacional de sexualidade. Em certas regiões da ÁFRICA, a mulher é obrigada a uma torturante preparação antes do sexo: secar a vagina inserindo nela pedaços de jornal e pimenta, sal ou urina de macaco. Com isso, o tecido vaginal fica inchado e quente -a intenção é dar mais prazer ao homem durante a penetração. Para a mulher, o costume transforma sexo em dor; para ambos, aumenta o risco de contrair doenças sexualmente transmissíveis, incluindo a aids.

Gritos e sussurros

Em algumas regiões da SUÍÇA, os amantes tomam muito cuidado para não exagerar nos gemidos durante o sexo. Eles sabem que, se fizerem muito barulho depois das dez da noite, é bem possível que os vizinhos chamem a polícia. Recentemente, ao prestar queixa, uma mulher alegou que ouvir sexo barulhento toda noite provocava nela dores de cabeça, cólicas e azia.

Metade das australianas e das neozelandesas já fingiram um orgasmo. O mesmo é verdade para 44% das americanas. Uma rede inglesa de sex shops decidiu reagir à falsidade com a proclamação de um Dia Nacional do Orgasmo (31 de julho) e o slogan "Make It, Don't Fake It" ("Não Finja, Faça").

Leve sua camisinha

Na CHINA, 70% dos adultos sexualmente ativos declararam que topariam fazer sexo com um novo parceiro mesmo que ele se recusasse a usar camisinha -e 59% dizem já ter feito. Nesse quesito, as francesas são as mais cautelosas: só 9% transariam sem proteção com um novo amante, segundo a Pesquisa Global de Sexo 2003 da Durex, uma empresa britânica que fabrica preservativos**. Na TAILÂNDIA onde os homens dizem ter em média 30,2 parceiras antes do casamento, a média declarada das mulheres não passa de 0,03. Os moradores da REPÚBLICA TCHECA são os que correm mais riscos: 65% admitem fazer sexo sem proteção com um novo parceiro. É quase o dobro do percentual de americanos que admitem a experiência.

 

 

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 10h21 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

Uma mãozinha para o orgasmo

A venda de Viagra no IRAQUE duplicou nos últimos dois anos e meio. Mas, de acordo com o jornal "Los Angeles Times", alguns iraquianos preferem pedir ao farmacêutico "a pílula azul", pois ficam constrangidos em dizer o nome do remédio.

No JAPÃO antigo, os vibradores eram feitos de madeira ou pedra. Reproduzir o formato do pênis era tabu, por isso os brinquedos assumiam as formas de guerreiros samurais ou gueixas. Alguns fabricantes mantêm viva a tradição, decorando os vibradores com rostos. Outros preferem formatos neutros (foto).

Os moradores da ISLÂNDIA são os que mais usam brinquedos sexuais no mundo: 55% adotam a prática. No REINO UNIDO já é possível comprar acessórios sexuais em uma loja de departamentos, a Debenhams.

Nenhum outro país produz mais filmes e programas de sexo do que a ALEMANHA. Cerca de 600 novos filmes eróticos chegam ao mercado alemão todo mês e mais de 78 milhões de vídeos pornôs são alugados a cada ano. Filmes de sexo ganharam uma nova utilidade na CHINA. Preocupados com uma fêmea panda de quatro anos nascida em cativeiro e que não sabia nada sobre sexo, veterinários exibiram vídeos de acasalamento para ela -que ficou grávida pouco depois.

O paraíso é das gordinhas

Homens que usam sapatos sem meias deixam as PAQUISTANESAS excitadas. Na MALÁSIA, por causa do cheiro forte, muitos hotéis não servem jaca -fruta que as mulheres nativas julgam superafrodisíaca. No EGITO, a beleza ideal é gordinha: chamar uma mulher de "magrinha" é insulto, e não há registro de casos de anorexia.

Da Marie Claire EUA/Tradução: Marisa Adán Gil
**A Pesquisa Global de Sexo  foi realizada pela Durex, empresa britânica de camisinhas, que entrevistou online mais de 150 mil pessoas de 34 países. http://www.durex.com

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 10h20 AM [   ] [ envie esta mensagem ]





Centro Cultural São Paulo Teatro

 

 

até 6/8
Clarices

(45min, 14 anos)
grupo: As Graças - texto: Clarice Lispector
seleção de textos: Daniela Schitini e o grupo
direção: Vivien Buckup
elenco: Daniela Schitini, Eliana Bolanho e Juliana Gontijo
Drama. Três senhoras preparam uma viagem e, enquanto esperam o momento da partida, contam suas histórias.
sextas e sábados, às 21h; domingos, às 20h
preço popular: dia 7/7 - ingresso R$10,00
Sala Paulo Emilio Salles Gomes

até 10/9
Mau Ditas
(60min, 16 anos)
texto: Bruna Longo - direção: Kleber Montanheiro e Nicole Aun
elenco: Alessandra Vertamatti, Edgar Bustamante, Estela Nunes, Heloisa Maria, Paula Malfatti e Thiago Adorno
Drama. O feminino através da história, contado pelas mais marginalizadas das mulheres, as prostitutas.
quintas e sextas, às 20h; domingos às 20h30 - ingresso R$12,00
preço popular: dia 6/7 - Espaço Cênico Ademar Guerra

 

 

Rua Vergueiro, 1000 - Paraíso - CEP 01504-000 - São Paulo – SP

http://www.centrocultural.sp.gov.br/programacao/teatro.htm

 

 



Escrito por Ana Frank às 04h46 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





Mulheres respondem por apenas 14% das candidaturas, revela TSE

 

 

 

DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

Apenas cerca de 14% dos candidatos inscritos nestas eleições são mulheres, revela levantamento divulgado ontem pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que traça o perfil dos candidatos por sexo, faixa etária e nível de escolaridade.
 Os partidos são obrigados a reservar a um dos sexos 30% das vagas, mas raramente têm candidatas em número suficiente. Então, renunciam a parte das vagas e inscrevem um número menor de concorrentes da sigla.
O estudo do TSE mostra ainda que 53 candidatos (0,3%) sabem só ler e escrever -escolaridade mínima para entrar na disputa. Dois deles concorrem a governador de Mato Grosso e à vaga de senador na Bahia.
Outros 2.416 concorrentes (13%) pararam de estudar ao longo do ensino fundamental ou após concluí-lo. Pouco mais da metade, 57%, declarou formação de nível superior. Na divisão por faixa etária, 46% dos candidatos tem entre 45 e 59 anos. Há 49 candidatos com mais de 79 anos (0,3%). Segundo o TSE, havia 19.166 candidatos. O prazo para pedido de registro terminou em 7 de julho.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2207200611.htm

 



Escrito por Ana Frank às 04h33 PM [   ] [ envie esta mensagem ]





 

O Tribunal Superior Eleitoral (http://www.tse.gov.br/sadEleicao2006DivCand/) divulgou a lista dos candidatos que irão concorrer  em 1 de  Outubro que mostra como é pequena a proporção de mulheres candidatas no pleito de outubro deste ano, embora a população feminina corresponda a 51.53% do eleitorado brasileiro.

Ao todo o TSE aprovou 19 mil candidaturas, das quais apenas 13.95% são de mulheres, Elas representam 12% dos candidatos aos governos estaduais, 16% ao Senado, 12% à Câmara, 14% às Assembléias Legislativas e tem 9estados sem mulheres indicadas.  Esses dados revelam que é inócua uma norma inserida na Lei Eleitoral (nº 9.504), de 1997, para estimular as candidaturas femininas nas eleições proporcionais (a deputado federal e estadual). É o Distrito Federal que chega mais perto desta cota, com 20.29% de mulheres.

A regra está na Lei Eleitoral 9.504 de 1997, considerada uma conquista pelo movimento feminista mas não é aplicada na pratica já que  uma candidatura requer muitos recursos financeiros e  os partidos, predominantemente masculinos e machistas, não investem em  efetivos para incorporá-las em suas disputas. Nem todas as mulheres eleitas tem o comprometimento das causas feministas

Temos que lutar muito para mudar essa condição, criar ações de empoderamento  das mulheres.

Economia é a chave porque dela depende o desdobramento da cidadania social.

 

 



Escrito por Ana Frank às 04h20 PM [   ] [ envie esta mensagem ]



 


 
     
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, INTERLAGOS, Mulher, de 26 a 35 anos, Portuguese, Arte e cultura, Animais, Livros/Musica
Outro -





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