Ana Frank


Oi



Escrito por Ana Frank às 04h33 PM
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Mapa da violência 2012 Homicídio de Mulheres no Brasil.


 

O último Relatório Sobre o Peso Mundial da Violência Armada dedica o quarto capítulo  a nosso tema, sob o título Quando a vítima é uma mulher, arrolando e analisando dados  internacionais, que corroboram as análises até aqui desenvolvidas. Conclui o Relatório:

•      os feminicídios geralmente acontecem na esfera doméstica. Em nosso caso, verificamos  que em 68,8% dos atendimentos a mulheres vítimas de violência, a agressão aconteceu na residência da vítima;

•      em pouco menos da metade dos casos, o perpetrador é o parceiro ou ex-parceiro da

mulher. No país, foi possível verificar que 42,5% do total de agressões contra a mulher

enquadram-se nessa situação. Mas ainda, se tomarmos a faixa dos 20 aos 49 anos, acima

de 65% das agressões tiveram autoria do parceiro ou do ex. Se compartilhamos muitas das características das agressões contra as mulheres  que encontramos em outros países do mundo, nossa situação apresenta diversos sinais que  evidenciam a complexidade do problema nacional:

•      entre os 84 países do mundo que conseguimos dados a partir do sistema de estatísticas  da OMS o Brasil, com sua taxa de 4,4 homicídios para cada 100 mil mulheres ocupa a 7ª  colocação, como um dos países de elevados níveis de feminicídio;

•      como aponta o Relatório acima mencionado, altos níveis de feminicídio frequentemente vão acompanhados de elevados níveis de tolerância da violência contra as mulheres e, em alguns casos, são o resultado de dita tolerância;

•      os mecanismos pela qual essa tolerância atua em nosso meio podem ser variados, mas um prepondera: culpabilização da vítima como justificativa dessa forma de violência,

foi a estuprada quem provocou o incidente, ou ela vestia como “vadia”. Nesse processo,

o adolescente vira marginal, delinquente, drogado, traficante. A própria existência de

leis ou mecanismos específicos de proteção: estatutos da criança, adolescente, idoso;

Lei Maria da Penha, ações afirmativas, etc. indicam claramente a desigualdade e

vulnerabilidade real desses setores;

•      se no ano seguinte à promulgação da Lei Maria da Penha, em setembro de 2006, tanto

o número quanto as taxas de homicídio de mulheres apresentou uma visível queda,

já a partir de 2008 a espiral de violência retoma os patamares anteriores, indicando

claramente que nossas políticas ainda são insuficientes para reverter a situação.

Não nos resta dúvida que elaboração de estratégias mais efetivas de prevenção e redução

dessa violência contra a mulher vai depender da disponibilidade de dados confiáveis e válidos das condições e circunstâncias de produção dessas agressões. É nesse sentido que deveremos continuar  elaborando nossos estudos, como subsídio às diversas organizações que enfrentam esse problema.

 

Fonte: http://mapadaviolencia.org.br/pdf2012/MapaViolencia2012_atual_mulheres.pdf



Escrito por Ana Frank às 08h49 PM
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Portal do eSocial - Módulo do Empregador Doméstico.

 

O eSocial é um projeto do governo federal que vai unificar o envio de informações pelo empregador em relação aos seus empregados.

Esta versão do portal eSocial é de uso opcional e atende apenas o empregador domésticos para registro de informações referentes às competências a partir do mês de junho de 2013 com recolhimento em julho de 2013.

Estão sendo disponibilizados serviços e facilidades que possibilitam ao empregador o cumprimento de algumas de suas obrigações trabalhistas e fiscais num canal único, de forma facilitada e bem intuitiva.

 

http://www.esocial.gov.br/

 

 



Escrito por Ana Frank às 08h58 AM
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Site para Aluguel de vestido de Grife.

 

Um vestido de R$ 4 mil pode ser seu, alugado duas empresárias resolveram criar o site Dress& Go inspirado na Rent The Runway, startup norte-americana. Bárbara Diniz e Mariana Penazzo alem do site tem um ateliê na região do Itaim Bibi a dupla busca parcerias com marcas internacionais para alavancar seu negocio.

 

 

http://www.dressandgo.com.br/



Escrito por Ana Frank às 08h51 AM
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Mulheres são minoria em carreiras tecnológicas

Por BETH GARDINER

LONDRES - Isabelle Aleksander, 16, passa horas escrevendo códigos de computador e pretende se tornar engenheira. Sua paixão mais recente é o Raspberry Pi, um computador de baixo custo, do tamanho de um cartão de crédito, desenvolvido para ajudar a ensinar programação.

Quando ela contou sobre isso ao seu melhor amigo, a reação dele a surpreendeu. "Ele falou: 'Ei, como você sabe sobre isso? Você é menina, não deveria fazer isso'", contou a estudante.

Ela e sua amiga Honey Ross, 15, estão entre as poucas meninas do colégio particular King Alfred School, na zona norte de Londres, que se interessam muito por tecnologia. As duas dizem que entendem a razão disso: vista por quem está de fora, a computação pode parecer algo desinteressante que é praticado principalmente por garotos nerds.

"É uma pena", disse Ross, falando entre uma aula e outra no laboratório de computação. "É um mundo tão incrível. Parece que está apenas esperando a chegada de um monte de meninas."

Belinda Parmar adoraria ver isso acontecer, especialmente porque as estatísticas indicam que as mulheres no mundo da tecnologia, que já constituem uma relativa raridade, estão prestes a se tornarem mais raras.

Há três anos, Parmar fundou a consultoria Lady Geek, que ajuda empresas de tecnologia a fazerem contato com a clientela feminina e a aumentar o número de mulheres em sua força de trabalho. Convencida de que a escassez de mulheres no setor da tecnologia tem suas raízes na infância, Parmar criou a entidade sem fins lucrativos Little Miss Geek, cuja finalidade é convencer meninas que a programação não é uma atividade solitária e chata, mas um trabalho criativo e que pode dar dinheiro.

Parmar diz que tantos meninas quanto meninos adoram gadgets -mas que, por mais que as meninas possam gostar de ter as últimas novidades tecnológicas, seus pais e professores geralmente não lhes dizem que elas têm capacidade para construí-las. "Elas sonham em usar o iPad mini e o smartphone mais recente, mas não sonham em criá-los."

Por essa razão, diz ela, as mulheres estão ficando de fora de um setor que está transformando o mundo, paga muito bem e está em crescimento.

De acordo com a agência de estatísticas Eurostat, 20% das pessoas que trabalham no setor tecnológico britânico são mulheres. Parmar cita a cifra de 17%. Não é muito diferente da média da União Europeia, 21,8%, ou dos Estados Unidos, 24% -neste último caso, uma queda em relação aos 36% de 1991, segundo o Centro Nacional para Mulheres e Tecnologia da Informação, da Universidade do Colorado em Boulder.

A Little Miss Geek informa que as meninas compõem apenas 8% dos estudantes que fazem a prova de ciência da computação dos exames de ingresso na universidade. Nos Estados Unidos, segundo o centro do Colorado, 19% são meninas.

Parmar acha que o problema é em parte de imagem. Quando sua equipe pediu a crianças que desenhassem uma pessoa que trabalha com tecnologia, todas fizeram desenhos de homens, em muitos casos nerds e de cabelos desgrenhados.

Ela crê que algumas empresas tratam as consumidoras com condescendência quando lhes oferecem artigos cor-de-rosa e as ofendem quando colocam modelos de biquíni em feiras de tecnologia. "O setor da tecnologia está 30 anos atrasado em relação ao automotivo na interação com as mulheres", diz a empresária.

Quando meninas adolescentes ou pré-adolescentes vão a aulas de computação, muitas vezes são as únicas meninas na sala.

"Mesmo meninas que se saem bem em matemática acabam desistindo. Não querem se sentir deslocadas", diz Marina Larios, presidente da Associação Europeia para Mulheres na Ciência, na Engenharia e na Tecnologia.

A Little Miss Geek promove workshops em escolas e leva mulheres do setor tecnológico para dar palestras aos alunos. Parmar espera conseguir patrocínio de empresas para ampliar o projeto.

Alguns países do Leste Europeu e do Báltico têm resultados melhores que o Ocidente. A Letônia tem a maior taxa europeia de mulheres que trabalham com programação, 33%, e a Romênia tem 30,6%.

Para Larios, é um legado do comunismo, que defendia a igualdade de gêneros e formava mulheres em cursos técnicos e de engenharia. Hoje, "o número de mulheres nesse setor está diminuindo, e os países estão encarando os mesmos desafios que nós".

O problema é mais grave nos países em desenvolvimento, disse Nigel Chapman, executivo-chefe do grupo Plan International. "Sem habilidades de computação, as meninas desses países não têm acesso a uma das armas no combate à pobreza".

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/99098-mulheres-sao-minoria-em-carreiras-tecnologicas.shtml



Escrito por Ana Frank às 07h50 PM
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Este documentário “Mulher que Representam" foi realizado para erradicar a violência contra a mulher,  falar sobre a lei Maria da Penha e a importância da representação em um BO.

 

 

O assassinato de uma comerciária em um shopping de Brasília, dia 28/02 apenas uma semana do Dia Internacional da Mulher deixa evidente que o fim da violência contra a mulher ainda está longe de ser superado. 

Fernanda Grasielly Almeida Alves teria sido morta a facadas, pelo ex-companheiro, enquanto trabalhava numa das lojas do Terraço Shopping, no Cruzeiro. O homem atingiu o pescoço da vendedora e fugiu, mas foi contido por seguranças e acabou preso. Ele foi levado para a 3ª Delegacia de Polícia.

92 mil mulheres assassinadas

Segundo o Mapa da Violência, publicado em 2012, pelo Centro Brasileiro de Estudos Latino-Americano, mais de 92 mil mulheres foram assassinadas no País entre os anos de 1980 e 2010. Durante o período, o número de homicídios femininos cresceu mais de três vezes, saltando de 1.353 casos para 4.465 registros.

Em 2011, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, registrou 70.270 atendimentos a mulheres vítimas da violência. A maioria delas tinha entre 15 e 29 anos e foi agredida por maridos ou namorados.

Tolerância à violência contra a Mulher, vamos dar um Basta!

 




Escrito por Ana Frank às 08h15 PM
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Estagiária de direito morre após suposto estupro

Estagiária de direito morre após suposto estupro
A polícia de São Paulo investiga a morte de uma estudante de direito da PUC, de 21 anos, que caiu do sétimo andar do prédio onde morava, no Morumbi (zona oeste).

Uma das suspeitas é que a jovem, Viviane Alves Guimarães Wahbe, tenha se matado uma semana após ter sido drogada e estuprada numa festa de fim de ano com colegas de trabalho.

Ela estagiava no escritório de advocacia Machado Meyer, um dos maiores do país.

O escritório lamenta a morte. Em nota, disse que, em respeito à memória da jovem, não iria se manifestar.

A morte, no dia 3, foi confirmada pela Secretaria da Segurança na sexta-feira.

A polícia trata o caso como "morte suspeita". A família de Viviane disse aos policiais que ela não tinha problema familiar, mas passou a ficar transtornada desde a festa, no dia 24 de
novembro.

Viviane disse à família que, na festa, tomou duas taças de champanhe e, depois, não se lembrava de quase nada --só teve flashes nos quais dizia ter sido estuprada.

No quarto dela, a polícia informou ter achado um texto com trechos como "me drogaram" e "me estupraram".

A polícia não deu detalhes da investigação --disse que espera por laudos para saber se a jovem foi drogada e/ou estuprada. A família de Viviane não comentou o caso.

OUTRO LADO

O escritório Machado, Meyer, Sendacz e Opice Advogados informou, por meio de uma nota, que "lamenta profundamente o ocorrido e já está contribuindo para o entendimento do caso".

folhaonline

 



Escrito por Ana Frank às 03h05 PM
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Campanha 16 Dias de Ativismos!



Escrito por Ana Frank às 12h06 AM
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Campanha 16 dias Ativismo!

 

Não Parem essa Formiga!


Essa Formiga vai dar volta ao mundo pelo Fim da violência contra à Mulher.
Por Favor, reencaminhe-a para que ela chegue ao seu destino.

 

Cerca de 70% das mulheres sofrem algum tipo de violência no decorrer de sua vida.
A violência contra as mulheres assume muitas formas – física, sexual, psicológica e econômica. Essas formas de violência se inter-relacionam e afetam as mulheres desde antes do nascimento até a velhice.
A violência contra as mulheres não está confinada a uma cultura, uma região ou um país específicos, nem a grupos de mulheres em particular dentro de Campanha 16 dias de Ativismo!uma sociedade. As raízes da violência contra as mulheres decorrem da discriminação  persistente contra as mulheres. Os custos da violência contra as mulheres são extremamente altos. A sociedade precisa se mobilizar para lutar contra esse tipo de prática.


União de Mulheres
Rua Coração Europa, 1395
São Paulo - Bela Vista
(0xx)11 3283-4040

 

 



Escrito por Ana Frank às 02h32 PM
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Campanha 16 dias de ativismo!

 

 


 

 

 



Escrito por Ana Frank às 02h22 PM
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Ação de Ocupação Virtual no Dia Mundial de Ação pelo Aborto Seguro e Legal.

 

 

Originalmente, o dia 28 de setembro tem sido comemorado como o Dia de Ação para a Despenalização do Aborto na América Latina e no Caribe. Entretanto, desde 2011 a Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos (RMMDR) e agora também a Campanha Internacional pelo Aborto Seguro estão tornando o 28 de setembro um dia de ação em nível global. Isso leva à necessidade de uma ação massiva e impactante neste 28 de setembro - como por exemplo escalar uma catedral e pendurar no alto uma bandeira que defenda o direito à autodeterminação das mulheres, ou, quem sabe, decorar a fachada dos parlamentos com instruções de uso do Misoprostol. Quem se opõe ao direito das mulheres a decidir sobre seus corpos definitivamente precisa ver e escutar este tipo de mensagem.

 

Para fazer estas mensagens chegarem a lugares como o topo das catedrais sem pôr em risco a vida das mulheres ativistas, a Rede Mundial de Mulheres pelos Direitos Reprodutivos e mais algumas organizações do movimento de mulheres estão compartilhando uma ferramenta de ocupação virtual baseada em Realidade Aumentada. Esta ferramenta – desenvolvida pela organização Women on Waves -, pode ser usada em telefones celulares e através dela pode-se “ocupar” virtualmente os edificios e monumentos simbólicos em diversos paises, estampando nestes espaços a mensagem da campanha de 28 de setembro e as instruções sobre o uso de Misoprostol.
 
A aplicação digital está sendo desenvolvida, mas já é possível participar da iniciativa:


1.     Busque uma imagem na Internet ou tire uma fotografía tdos edifícios simbólicos mais importantes em sua cidade ou país que deverão ser ocupados virtualmente.
2.     Envie as imagens e os nomes dos edificios o mais brevemente possível para sept28global@wgnrr.org com cópia para irina@wgnrr.org.
 
A aplicação funcionará da seguinte maneira: as coordenadas geográficas exatas do edifício que você escolheu serão carregadas na ferramenta. Quando a aplicação estiver pronta, você poderá baixá-la em seu smartfone, no Dia de Ação, e poderá ver a imagem do edificio com a imagem superposta com a mensagem da campanha e as instruções sobre o uso de Misoprostol. Se muitas fotografarem os mesmos edifícios, poderão tornar esta mensagem viral – num movimento virtual de ocupação.

Envie suas imagens e o nome do edificio que quer ocupar o mais rápido possível e participe desta ocupação!

 

 



Escrito por Ana Frank às 09h23 AM
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USE LARANJA DIA 25/08 PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA Á MULHER!


 

Diga NÃO - UNA pelo Fim da Violência contra as Mulheres é uma plataforma de mobilização social pelo fim da violência contra mulheres e meninas, contribuindo para campanha de Secretário Geral da ONU em todo o sistema, se unem para o Fim da Violência contra as Mulheres. Lançado em novembro de 2009 pela ONU Mulheres,

Com base em dados nacionais disponíveis, entre 15 a 76 por cento das mulheres sofrem de violência física ou sexual de homens em sua vida. Isso acontece em todos os lugares - em casa e no trabalho, nas ruas e nas escolas, em tempo de paz e em conflito. Violência contra mulheres e meninas tem consequências de longo alcance, prejudicando famílias e comunidades, nanismo desenvolvimento humano, e prejudicar o crescimento econômico. Todo mundo tem um papel a desempenhar na luta contra esta pandemia global, o tempo de agir em conjunto é AGORA!.

A campanha pelo Fim da Violência contra as Mulheres proclamou  todo dia 25 de cada mês como Dia Orange. É uma ação simples em que todos podem participar basta vestir algo laranja - uma camiseta, um lenço, uma gravata,  um vestido, acessória ou o seu equipamento tradicional - e falar sobre o assunto com as pessoas que você conhece e em mídias sociais.

Vamos fazer esta fita o símbolo mundial pelo fim da violência contra as mulheres e meninas! Coloque-o em sua página do Facebook e compartilhar com seus amigos. E não se esqueça: dia 25 de cada mês é dia de Orange. Usar laranja e dizer NÃO à violência contra as mulheres e meninas!

 



Escrito por Ana Frank às 11h34 PM
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Escrito por Ana Frank às 11h35 PM
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Escrito por Ana Frank às 09h05 PM
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CPBR5 Michio Kaku

 

Karu é físico que busca revolucionar e desvendar os mistérios do universo através de simples equações.

Assisti a sua palestra que me levou ao ano 2057. Mostrando uma nova geração de humanos em que a internet será por lente de contato e óculos. As pessoas não vão mais precisar memorizar nada basta dar uma piscada para estar online. Em seu vaso sanitário através de seus excrementos tem se o diagnostico de sua doença O carro do futuro anda sozinho, fazer exames dentro do estomago basta engolir um chip. As lentes de contatos online vão ser usadas por atores, soldados em campos de batalhas.

 

Michio contou uma historia sobre o físico Einstein que viva dando palestra e era levado por um motorista, Certo dia cansado de dar palestras recebeu uma sugestão de seu motorista que de tanto assistir as palestras havia decorado e pediu para que os dois trocassem de lugar.

Einstein topou deu certo o motorista fez muito bem o trabalho.

Em uma palestra teve uma pergunta muito difícil e o motorista pensou IH fui descoberto.

Respondendo: Esta sua pergunta é tão irrelevante que vou chamar meu motorista para responder.

 

Para fechar com chave de ouro tirei uma foto com Michio Kaku o físico do ano 2057 segurando a cartilha da lei Maria da Penha!!!!!!!!NÃO TEM PREÇO!

 

 

 



Escrito por Ana Frank às 03h30 PM
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